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Aneel mantém bandeira tarifária verde para novembro

Repro­du­ção: © Mar­cel­lo Casal jr/Agência Bra­sil

Contas de luz ficam sem cobrança extra por sétimo mês seguido


Publi­ca­do em 28/10/2022 — 19:06 Por Well­ton Máxi­mo – Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — Bra­sí­lia

Ouça a maté­ria:

A Agên­cia Naci­o­nal de Ener­gia Elé­tri­ca (Ane­el) man­te­ve a ban­dei­ra ver­de em novem­bro para todos os con­su­mi­do­res conec­ta­dos ao Sis­te­ma Inter­li­ga­do Naci­o­nal (SIN). Com a deci­são, não have­rá cobran­ça extra na con­ta de luz pelo séti­mo mês segui­do.

A con­ta de luz está sem essas taxas des­de o fim da ban­dei­ra de escas­sez hídri­ca, que durou de setem­bro de 2021 até mea­dos de abril des­te ano. Segun­do a Ane­el, na oca­sião, a ban­dei­ra ver­de foi esco­lhi­da devi­do às con­di­ções favo­rá­veis de gera­ção de ener­gia.

Caso hou­ves­se a ins­ti­tui­ção das outras ban­dei­ras, a con­ta de luz refle­ti­ria o rea­jus­te de até 64% das ban­dei­ras tari­fá­ri­as apro­va­do no fim de junho pela Ane­el <>. Segun­do a agên­cia, os aumen­tos refle­ti­ram a infla­ção e o mai­or cus­to das usi­nas ter­me­lé­tri­cas nes­te ano, decor­ren­te do enca­re­ci­men­to do petró­leo e do gás natu­ral nos últi­mos meses.

Bandeiras Tarifárias

Cri­a­das em 2015 pela Ane­el, as ban­dei­ras tari­fá­ri­as refle­tem os cus­tos variá­veis da gera­ção de ener­gia elé­tri­ca. Divi­di­das em níveis, as ban­dei­ras indi­cam quan­to está cus­tan­do para o SIN gerar a ener­gia usa­da nas casas, em esta­be­le­ci­men­tos comer­ci­ais e nas indús­tri­as.

Quan­do a con­ta de luz é cal­cu­la­da pela ban­dei­ra ver­de, sig­ni­fi­ca que a con­ta não sofre qual­quer acrés­ci­mo. Quan­do são apli­ca­das as ban­dei­ras ver­me­lha ou ama­re­la, a con­ta sofre acrés­ci­mos, que vari­am de R$ 2,989 (ban­dei­ra ama­re­la) a R$ 9,795 (ban­dei­ra ver­me­lha pata­mar 2) a cada 100 qui­lowatts-hora (kWh) con­su­mi­dos. Quan­do a ban­dei­ra de escas­sez hídri­ca vigo­rou, de setem­bro de 2021 a 15 de abril des­te ano, o con­su­mi­dor paga­va R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sis­te­ma Inter­li­ga­do Naci­o­nal é divi­di­do em qua­tro sub­sis­te­mas: Sudes­te/­Cen­tro-Oes­te, Sul, Nor­des­te e Nor­te. Pra­ti­ca­men­te todo o país é cober­to pelo SIN. A exce­ção são algu­mas par­tes de esta­dos da Região Nor­te e de Mato Gros­so, além de todo o esta­do de Rorai­ma. Atu­al­men­te, há 212 loca­li­da­des iso­la­das do SIN, nas quais o con­su­mo é bai­xo e repre­sen­ta menos de 1% da car­ga total do país. A deman­da por ener­gia nes­sas regiões é supri­da, prin­ci­pal­men­te, por tér­mi­cas a óleo die­sel.

Edi­ção: Fábio Mas­sal­li

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