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Brasil bate recorde de mulheres medalhistas em Tóquio com Ana Marcela

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Repro­du­ção: © Júlio César Guimarães/COB/Direitos Reser­va­dos

Nadadora é a oitava atleta do país a subir ao pódio na edição japonesa


Publi­ca­do em 04/08/2021 — 12:40 Por Staff — Tóquio

A meda­lha de ouro con­quis­ta­da por Ana Mar­ce­la Cunha na mara­to­na aquá­ti­ca foi a oita­va de mulhe­res bra­si­lei­ras nos Jogos Olím­pi­cos de Tóquio, um recor­de para uma edi­ção de Olim­pía­da, supe­ran­do as sete de Pequim 2008.

Das qua­tro meda­lhas de ouro do país até ago­ra em Tóquio, três foram con­quis­ta­das por mulhe­res: além da nada­do­ra Ana Mar­ce­la, a ginas­ta Rebe­ca Andra­de e as bicam­peãs olím­pi­cas da vela Mar­ti­ne Gra­el e Kahe­na Kun­ze tam­bém subi­ram ao lugar mais alto do pódio.

“Nem nos meus melho­res sonhos ima­gi­nei que a minha meda­lha iria ser a do recor­de das mulhe­res”, afir­mou Ana Mar­ce­la, segun­do nota no site do Time Bra­sil.

Antes de ela cru­zar a linha de che­ga­da em pri­mei­ro lugar, o Bra­sil já havia con­quis­ta­do dois ouros, duas pra­tas e dois bron­zes com as mulhe­res, além de ter uma meda­lha asse­gu­ra­da por Bea­triz Fer­rei­ra no boxe. Em Pequim 2008, foram sete meda­lhas.

Ana Mar­ce­la, que dis­pu­tou sua pri­mei­ra Olim­pía­da com ape­nas 16 anos nos Jogos de Pequim, é um dos prin­ci­pais nomes do espor­te no cená­rio inter­na­ci­o­nal, mas nun­ca havia con­quis­ta­do uma meda­lha olím­pi­ca.

“Em 2008, pri­mei­ra Olim­pía­da, foi um apren­di­za­do. Em Lon­dres, ficar fora tam­bém foi. No Rio, ser cota­da como uma das favo­ri­tas à meda­lha e não con­se­guir, eu sou­be lidar com isso e tudo que pas­sei me deu mais moti­vos e gana para ganhar”, dis­se ela. “Eu sem­pre acre­di­tei nos meus sonhos, nos da minha famí­lia, nos das pes­so­as que acre­di­ta­ram em mim. Sou uma pes­soa mui­to rea­li­za­da prin­ci­pal­men­te por ter pes­so­as posi­ti­vas ao meu lado. Isso me fez sem­pre con­ti­nu­ar. Mes­mo não ganhan­do meda­lha em 2008, e em 2012, e sen­do uma decep­ção para mui­tos bra­si­lei­ros em 2016, acho que sem­pre acre­di­tei mui­to naqui­lo que esta­va guar­da­do para mim. São 13 anos de espe­ra e essa meda­lha repre­sen­ta mui­to”, acres­cen­tou.
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