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Brasil derruba Filipinas e vai decidir vaga olímpica contra a Letônia

Repro­dução: © Fiba/Divulgação

Seleção masculina de basquete reage e terá pela frente donos da casa


Publicado em 06/07/2024 — 17:42 Por Igor Santos — Repórter da EBC — Rio de Janeiro

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O roteiro foi pare­ci­do com o dos dois primeiros jogos e o des­fe­cho tam­bém. A seleção brasileira mas­culi­na de bas­quete largou atrás, mas reag­iu e der­ro­tou as Fil­ip­inas por 71 a 60 neste sába­do (6), em Riga, na Letô­nia, pelo torneio Pré-Olímpi­co. Com isso, o Brasil alcança a decisão da com­petição diante dos donos da casa, neste domin­go (7), às 13h de Brasília. Quem vencer estará clas­si­fi­ca­do para os Jogos de Paris.

Assim como acon­te­ceu diante de Mon­tene­gro e Camarões, o Brasil teve difi­cul­dades no primeiro tem­po e foi para o inter­va­lo atrás do placar. Fil­ip­inas fez 22 a 12 no primeiro quar­to e fechou a metade ini­cial do jogo ven­cen­do por 33 a 27.

No entan­to, na vol­ta dos vestiários, o Brasil emen­dou uma larga sequên­cia de pon­tos sem respos­ta fil­ip­ina e alter­ou o panora­ma com­ple­ta­mente. Mais uma vez, Bruno Cabo­clo foi o destaque, com 15 pon­tos e 11 rebotes. A ter­ceira par­cial ter­mi­nou com o placar de 24 a 6 para o Brasil, que soube con­tro­lar qual­quer ímpeto adver­sário nos dez min­u­tos finais para sair com a vitória.

Mais tarde, a Letô­nia der­ro­tou Camarões por 72 a 59 para garan­tir sua vaga na grande final.

Ago­ra, o Brasil se vê na mes­ma situ­ação que viveu há três anos, quan­do dis­putou o Torneio Pré-Olímpi­co em Split, na Croá­cia, em bus­ca de uma vaga em Tóquio.

Curiosa­mente, naque­la ocasião, o téc­ni­co era Alek­san­dar Petro­vic, que em três anos saiu do coman­do da seleção para dar lugar a Gus­ta­vo De Con­ti, que deixou a equipe no começo de 2024, sendo sur­preen­den­te­mente sub­sti­tuí­do pelo próprio Petro­vic.

Segun­do o téc­ni­co, emb­o­ra as tra­jetórias sejam semel­hantes (em 2021 o Brasil foi até a final, antes de perder para a Ale­man­ha), não há tan­ta coisa em comum nas duas cam­pan­has.

“A difer­ença daque­la vez para esta é enorme. Lá, jog­amos um bas­quete per­feito, com três vitórias de quase 30 pon­tos, con­tra Croá­cia, Méx­i­co e Tunísia. E não soube­mos sofr­er quan­do chegou a Ale­man­ha na final. Ago­ra esta­mos sofren­do talvez até demais, mas quem sabe sejamos rec­om­pen­sa­dos”, disse o croa­ta na entre­vista cole­ti­va pós-jogo.

O armador Georgin­ho, que tam­bém fez parte daque­le grupo, con­fia num final feliz des­ta vez.

“Jogos difí­ceis como o con­tra Camarões e o de hoje cri­am um time mais forte, mais unido e fazem a nos­sa ener­gia subir. Mes­mo con­fi­antes, seguimos com a guar­da alta. Isso é bom. Aman­hã [domin­go] sabe­mos que podemos faz­er difer­ente. Esta­mos pron­tos para ir a Paris”, disse o jogador, que saiu de quadra com oito pon­tos, qua­tro rebotes e três assistên­cias.

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