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CCBB Educativo tem, no Rio, espetáculos gratuitos

Repro­du­ção: © Léo Braga/Divulgação

Platéia se divertirá com duas histórias sobre folclore


Publi­ca­do em 16/12/2023 — 10:33 Por Ala­na Gan­dra — Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — Rio de Janei­ro

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Pes­so­as de todas as ida­des pode­rão se encan­tar nes­te sába­do (16) e domin­go (17) com o espe­tá­cu­lo gra­tui­to Brin­can­tes do Bra­sil, que inte­gra a pro­gra­ma­ção espe­ci­al pre­pa­ra­da pelo Cen­tro Cul­tu­ral Ban­co do Bra­sil Edu­ca­ti­vo (CCBB Edu­ca­ti­vo) para o fim do ano, no Rio de Janei­ro, na sala 26, quar­to andar, às 14h.

O espe­tá­cu­lo cêni­co Brin­can­tes do Bra­sil (foto) faz par­te do pro­je­to CCBB Edu­ca­ti­vo Ter­ri­tó­ri­os e Sabe­res e envol­ve con­tos popu­la­res bra­si­lei­ros apre­sen­ta­dos de for­ma lúdi­ca com bone­cos, ato­res e can­ções. São abor­da­das duas his­tó­ri­as do fol­clo­re, sen­do uma da tra­di­ção oral de povos indí­ge­nas da Amazô­nia, e outra sobre um con­to nor­des­ti­no.

O espe­tá­cu­lo do mito de ori­gem indí­ge­na fala do sur­gi­men­to da noi­te. No come­ço dos tem­pos, não havia noi­te. Era sem­pre dia. Então, uma jovem vai se unir a um guer­rei­ro e pede para ele uma cober­ta de som­bra para se cobrir, que fos­se mai­or do que todas as árvo­res, do tama­nho do céu. Essa som­bra, porém, esta­va no fun­do do rio, guar­da­da pela cobra gran­de que, em algu­mas regiões da Amazô­nia, é vis­ta como o pró­prio rio.

Curiosidade

O guer­rei­ro vai até o rio, nego­cia com a cobra gran­de mas, quan­do vai levan­do a noi­te para a aldeia, fica curi­o­so e abre a som­bra para ver só um pou­qui­nho. Ela então come­ça a fugir e, jun­to com ela, sur­gem os seres notur­nos, que são os ani­mais. “É boni­to, por­que tem ato­res e bone­cos, as músi­cas são mui­to boni­tas, de auto­ria de Gui­lher­me Miran­da”, dis­se à Agên­cia Bra­sil a escri­to­ra infan­til Dani Chin­dler, coor­de­na­do­ra geral do pro­je­to.

Acres­cen­tou que “o que é legal do CCBB Edu­ca­ti­vo é que os pró­pri­os edu­ca­do­res que fazem aten­di­men­to para cri­an­ças no dia a dia têm outros talen­tos e desen­vol­vem tam­bém ati­vi­da­des cêni­cas e de músi­ca. Eles são os ato­res do Brin­can­tes do Bra­sil. Estão fazen­do esse espe­tá­cu­lo ago­ra, can­tam, dan­çam e tocam”.

A segun­da his­tó­ria fala de uma famí­lia que está em casa pre­pa­ran­do comi­da e, toda vez que um dos mem­bros vai à fon­te pegar água, aca­ba enfei­ti­ça­do por um bei­ja-flor que faz todos dan­ça­rem. A his­tó­ria foi tira­da do livro do pro­fes­sor e fol­clo­ris­ta minei­ro Basí­lio de Maga­lhães e adap­ta­da por Dani Chin­dler e por Mar­cia Valen­ça. A dire­ção do espe­tá­cu­lo é de Josué Soa­res.

Edi­ção: Kle­ber Sam­paio

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