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Combate à fome: Brasil leva ações ao Comitê de Segurança Alimentar

Repro­dução: © Val­ter Campanato/Agência Brasil

Ministro da Cidadania falou sobre evento no A Voz do Brasil


Pub­li­ca­do em 11/10/2022 — 20:52 Por Agên­cia Brasil — Brasília

Ouça a matéria:

O min­istro da Cidada­nia, Ronal­do Ben­to, par­ticipou nes­ta terça-feira (12) da 50ª sessão do Comitê de Segu­rança Ali­men­tar Mundi­al, prin­ci­pal foro inter­na­cional ded­i­ca­do ao tema, em Roma, na sede da Orga­ni­za­ção das Nações Unidas para Agri­cul­tura e Ali­men­tação (FAO).

“A FAO esse ano tem um papel impor­tante nesse esta­do mundi­al, prin­ci­pal­mente nesse perío­do pós-pan­demia [de covid-19] onde hou­ve aumen­to da pobreza no mun­do e o Brasil, como líderes mundi­ais que somos na pro­dução de grãos e um dos prin­ci­pais respon­sáveis por estar garan­ti­n­do essa segu­rança ali­men­tar, está ten­do aqui um papel de coop­er­ação”, disse o min­istro em entre­vista ao pro­gra­ma A Voz do Brasil des­ta terça-feira (11). Segun­do ele, o Brasil coopera tan­to com a pro­dução de ali­men­tos como com con­hec­i­men­to.

De acor­do com o Ronal­do Ben­to, nos­so país ren­ovou por mais cin­co anos com a FAO. “O Brasil tem muitos exem­p­los de suces­so a serem colo­ca­dos como boas práti­cas pelo mun­do e está sendo con­sid­er­a­do pela FAO, como pela [Orga­ni­za­ção das Nações Unidas] ONU e out­ros organ­is­mos inter­na­cionais, como pri­mor­dial nesse enfrenta­men­to da inse­gu­rança ali­men­tar no mun­do”.

Um estu­do feito pelo Fun­do Mon­etário Inter­na­cional (FMI), divul­ga­do no últi­mo mês, apon­ta que cer­ca de 828 mil­hões de pes­soas no mun­do não têm certeza se farão a próx­i­ma refeição.

Auxílio Brasil

No pro­gra­ma, o min­istro tam­bém falou do Auxílio Brasil, uma fer­ra­men­ta brasileira de com­bate à fome. O bene­fí­cio teve o paga­men­to de out­ubro ante­ci­pa­do em uma sem­ana. Em todo o país, 21 mil­hões de famílias recebem o auxílio, des­ti­na­do a quem vive em situ­ação de vul­ner­a­bil­i­dade social. “Nos­sa econo­mia está crescen­do, o Brasil está em um momen­to ímpar em matéria de desen­volvi­men­to econômi­co e andan­do lado a lado com a pro­teção social”.

Consignado

O min­istro tam­bém ressaltou que a Caixa já está ofer­e­cen­do emprés­ti­mos consigna­dos aos ben­efi­ciários do Auxílio Brasil. “Esse é um proces­so que nós esta­mos fazen­do para democ­ra­ti­zar o aces­so for­mal ao crédi­to para as famílias em situ­ação de vul­ner­a­bil­i­dade social”; disse o min­istro, e com­ple­tou: “ago­ra cheg­amos com o consigna­do como mais uma fer­ra­men­ta de super­ação da pobreza, onde essas famílias podem tro­car uma dívi­da cara por uma mais bara­ta”.

De acor­do com o min­istro, a por­taria que reg­u­la­men­tou o aces­so a esse crédi­to pre­vê que não haverá taxas extras, que o teto da taxa de juros é 3,5% ao mês e que os ben­efi­ciários só podem com­pro­m­e­ter no máx­i­mo 40% em cima do val­or de R$ 400.

Assista à entrevista completa:

Edição: Aline Leal

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