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Covid-19: afastamento de até 10 dias do presencial não exige atestado

Repro­du­ção: © REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reser­va­dos

Documento só é necessário caso afastamento dure mais tempo


Publi­ca­do em 28/01/2022 — 15:21 Por Pedro Peduz­zi — Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — Bra­sí­lia

O Minis­té­rio do Tra­ba­lho e Pre­vi­dên­cia infor­mou que tra­ba­lha­do­res com sin­to­mas de covid-19 ou com diag­nós­ti­co con­fir­ma­do para a doen­ça não pre­ci­sam apre­sen­tar ates­ta­do médi­co às empre­sas e devem ser afas­ta­dos do tra­ba­lho pre­sen­ci­al. De acor­do com a pas­ta, a apre­sen­ta­ção de ates­ta­do só é neces­sá­ria caso o afas­ta­men­to dure mais de 10 dias.

Por­ta­ria inter­mi­nis­te­ri­al publi­ca­da esta sema­na pre­vê que tra­ba­lha­do­res que tive­rem con­ta­to com pes­so­as com diag­nós­ti­co con­fir­ma­do de covid-19 tam­bém devem ser afas­ta­dos do tra­ba­lho pre­sen­ci­al sem a neces­si­da­de de apre­sen­ta­ção de ates­ta­do médi­co. “Con­tu­do, se o tra­ba­lha­dor pre­ci­sar ficar afas­ta­do por mais tem­po, o ates­ta­do se faz neces­sá­rio”, des­ta­cou o minis­té­rio à Agên­cia Bra­sil.

Ain­da de acor­do com a por­ta­ria, a empre­sa pode redu­zir o perío­do de afas­ta­men­to das ati­vi­da­des pre­sen­ci­ais para sete dias des­de que o tra­ba­lha­dor este­ja sem febre há 24 horas, sem uso de medi­ca­men­to anti­tér­mi­cos e com remis­são de sinais e sin­to­mas res­pi­ra­tó­ri­os. Deve ser con­si­de­ra­do o pri­mei­ro dia de iso­la­men­to o dia seguin­te ao iní­cio dos sin­to­mas ou a data da cole­ta de tes­te RT-PCR ou de tes­te de antí­ge­no.

O tex­to tam­bém des­ta­ca que a empre­sa deve ori­en­tar os empre­ga­dos afas­ta­dos a per­ma­ne­ce­rem em suas resi­dên­ci­as, além de asse­gu­rar a manu­ten­ção da remu­ne­ra­ção duran­te o perío­do de afas­ta­men­to.

As medi­das, segun­do a pas­ta, foram ado­ta­das com o obje­ti­vo de evi­tar um aumen­to ain­da mai­or de infec­ções por covid-19 pro­vo­ca­das pela alta inci­dên­cia da vari­an­te Ômi­cron.

Edi­ção: Pau­la Labois­siè­re

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