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Dia das Boas Ações tem atividades no Parque da Água Branca em SP

Repro­du­ção: © Tomaz Silva/Agência Bra­sil

Programação é gratuita para todas as idades


Publi­ca­do em 20/05/2023 — 08:00 Por Flá­via Albu­quer­que — Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — São Pau­lo

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O Par­que da Água Bran­ca, na capi­tal pau­lis­ta, rece­be nes­te sába­do (20) a 8ª edi­ção do Dia das Boas Ações, even­to que incen­ti­va o enga­ja­men­to dos cida­dãos em cau­sas soci­ais e tra­ba­lho volun­tá­rio.

A mobi­li­za­ção terá apre­sen­ta­ções artís­ti­cas, ofi­ci­nas cri­a­ti­vas e fei­ra de pro­je­tos a par­tir das 10h. O even­to é orga­ni­za­do pela star­tup soci­al Ata­dos, cuja fun­ção é a de conec­tar pes­so­as, orga­ni­za­ções e empre­sas a cau­sas soci­ais, em con­jun­to com a agên­cia Muda Cul­tu­ral e o gover­no fede­ral.

“O Dia das Boas Ações é a mai­or mobi­li­za­ção volun­tá­ria do mun­do, e esta­mos mui­to feli­zes por reto­mar esse movi­men­to, no momen­to pós-pan­de­mia. Esta­mos cons­truin­do um encon­tro reple­to de ati­vi­da­des para esti­mu­lar e enga­jar ain­da mais as pes­so­as a par­ti­ci­par e conhe­cer as opor­tu­ni­da­des de volun­ta­ri­a­do. Nos­so obje­ti­vo é o de reu­nir mais de 4 mil pes­so­as em São Pau­lo”, afir­mou o CEO e fun­da­dor da pla­ta­for­ma Ata­dos, Dani­el Morais.

Segun­do Morais, no Bra­sil, a pri­mei­ra edi­ção do Dia das Boas Ações ocor­reu em 2016, com dois dias de ati­vi­da­des dis­tri­buí­das por mais de 40 cida­des, bene­fi­ci­an­do mais de 40 mil pes­so­as em qua­se 300 ini­ci­a­ti­vas. “Duran­te a sema­na do dia 20 a 28 de maio, podem ocor­rer cen­te­nas de ações em todo o país”, dis­se.

Programação

A pro­gra­ma­ção será divi­di­da em dois pal­cos e dois espa­ços. No Pal­co 1, cha­ma­do de Pica­dei­ro das Boas Ações, a pri­mei­ra atra­ção será às 10h30, com o show do gru­po Mun­do Aflo­ra, um con­vi­te para acom­pa­nhar a jor­na­da fan­tás­ti­ca de dois músi­cos via­jan­tes por meio de core­o­gra­fi­as, núme­ros de músi­ca cor­po­ral, ins­tru­men­tos fei­tos com suca­ta e momen­tos de brin­ca­dei­ras com a pla­teia. O reper­tó­rio com­bi­na can­ções auto­rais e can­ti­gas de diver­sas loca­li­da­des e tra­di­ções e pro­por­ci­o­na a cone­xão de cri­an­ças e adul­tos com o espí­ri­to vivo da infân­cia.

Às 12h30, o Ins­ti­tu­to Movi­men­tar­te traz aulas de tea­tro, músi­ca e dan­ça de manei­ra inte­gra­da na cons­tru­ção de um espe­tá­cu­lo, os 20 artis­tas apre­sen­ta­rão duas peças: O Mam­bem­be de Arthur Aze­ve­do, e uma cena de Sal­tim­ban­cos.

Às 15h, o Sam­ba de Dan­da­ra con­vi­da Rober­ta Oli­vei­ra e Raquel Tobi­as para mos­trar o empo­de­ra­men­to e exal­ta­ção às mulhe­res sam­bis­tas a com­po­si­to­ras e intér­pre­tes, com a repre­sen­ta­ção musi­cal que pas­seia por rit­mos afro-bra­si­lei­ros, sobre­tu­do o sam­ba em suas diver­sas ver­ten­tes.

Às 16h30, o Den­te de Lei­te, com Bal­let de Parai­só­po­lis, traz uma core­o­gra­fia em dan­ça con­tem­po­râ­nea que refle­te as ques­tões sobre o cres­cer.

No Pal­co 2, o Pal­co da Soli­da­ri­e­da­de, o gru­po per­cus­si­vo Vivên­cia Musi­cal, com­pos­to por 27 ido­sos faz a relei­tu­ra de músi­cas de mes­tres como Gil­ber­to Gil, Luiz Gon­za­ga, Leni­ne entre outros, a par­tir das 10h. Às 11h30 pro­je­to Bem me vi no Sarau mos­tra as dife­ren­tes mani­fes­ta­ções artís­ti­cas e soci­ais, assim como os pro­ta­go­nis­tas cul­tu­rais em um ambi­en­te que con­tri­bui com apre­sen­ta­ções artís­ti­cas rele­van­tes e capaz de gerar entre­te­ni­men­to ali­nha­do com o conhe­ci­men­to em uma ofi­ci­na de ilus­tra­ção com um artis­ta visu­al que é recor­dis­ta naci­o­nal de gra­fi­te.

Às 13h, a Tru­pe DuNavô, apre­sen­ta o espe­tá­cu­lo Irmãos Car­re­to no qual o gru­po se debru­ça sobre a comi­ci­da­de físi­ca e acro­bá­ti­ca pre­sen­te nos núme­ros cir­cen­ses de palha­ço e em outros apa­re­lhos de cir­co. O espe­tá­cu­lo é cons­truí­do em cima da rela­ção de dois palha­ços com um car­ri­nho de cole­ta de mate­ri­al reci­clá­vel que se tor­na tra­pé­zio, cai­xa mági­ca, quick chan­ge, cor­ti­na e pica­dei­ro. Às 14h o Baque Bola­do vem em cor­te­jo como os anti­gos cor­dões, ou sobre um ter­rei­ro como nos batu­ques, exi­bin­do as tra­di­ci­o­nais mani­fes­ta­ções negras de São Pau­lo expres­sas no sam­ba pau­lis­ta.

Às 15h00, o Fute­bol de Palha­ças com Cia Asfal­to de Poe­sia con­vi­da o públi­co a ves­tir a cami­sa e par­ti­ci­par des­sa ati­vi­da­de lúdi­ca que diver­te e faz refle­tir sobre ser mulher. E às 17h o Cam­pos e tam­bo­res com OCA, vem com uma roda de tam­bor inte­ra­ti­va, com o públi­co sen­do cha­ma­do par­ti­ci­par, impro­vi­sar e cele­brar a for­ça do Mara­ca­tu de baque vira­do e o Coco de Roda com sua poé­ti­ca.

Oficinas

No Espa­ço Trans­For­mar, de 10h30 e às 16h, será ofe­re­ci­da a ofi­ci­na Ohquídea/Oficina de Koke­da­ma sobre a téc­ni­ca japo­ne­sa que trans­for­ma plan­tas em arran­jos que flu­tu­am no ar; às 11h30, a Bem Me Vi/ Ofi­ci­na de Gra­fi­te; às 14h, a  Litro de Luz /Oficina de Lam­piões.

No Espa­ço Trans­For­mar, em horá­rio inte­gral, o Ins­ti­tu­to Lira de Inclu­são Soci­al, ofe­re­ce dinâ­mi­cas em gru­po e ati­vi­da­des lúdi­cas de coor­de­na­ção moto­ra; o Ins­ti­tu­to Gou­veia — Fazen­do Arte, vem com ati­vi­da­des lúdi­cas para cri­an­ças e ado­les­cen­tes envol­ven­do o estí­mu­lo à arte, cola­bo­ra­ção e diver­são.

A mobi­li­za­ção é via­bi­li­za­da pela Lei Fede­ral de Incen­ti­vo à Cul­tu­ra e patro­ci­na­do pela Bras­kem, Uni­le­ver e Wes­tRock com apoio da Kasz­nar Leo­nar­dos.

Edi­ção: Maria Clau­dia

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