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Governo amplia parceria com Google para alertas sobre desastres

Repro­dução: © TV Brasil

Foram disponibilizados novos tipos de alerta sobre eventos extremos


Pub­li­ca­do em 07/06/2022 — 17:12 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O Min­istério do Desen­volvi­men­to Region­al (MDR), em parce­ria com o Google, anun­ciou nes­ta terça-feira (7) a ampli­ação da fer­ra­men­ta de emis­são de aler­tas sobre desas­tres nat­u­rais no Brasil. A ini­cia­ti­va é da Defe­sa Civ­il Nacional, por meio do Cen­tro Nacional de Geren­ci­a­men­to de Riscos e Desas­tres (Cenad). 

A parce­ria da Defe­sa Civ­il Nacional com o Google na emis­são de aler­tas públi­cos ocorre des­de 2015, especi­fi­ca­mente para avi­sos sobre alaga­men­tos e inun­dações. Ago­ra, foram disponi­bi­liza­dos sete novos tipos de aler­ta: enx­ur­ra­da, desliza­men­to de solo, incên­dio flo­re­stal, ven­daval, grani­zo, chu­va inten­sa e rompi­men­to de bar­ragem.

Os aler­tas do Google são aciona­dos quan­do o par­ceiro, no caso o Cenad ou out­ro órgão públi­co — como o Insti­tu­to Nacional de Mete­o­rolo­gia (Inmet) -, envia um novo avi­so de pos­sív­el desas­tre nat­ur­al de grau mod­er­a­do ou severo. Com isso, a infor­mação fica disponív­el no topo da bus­ca que o usuário faz sobre o assun­to na platafor­ma. O aler­ta tam­bém é disponi­bi­liza­do no aplica­ti­vo Google Mapas e, se quis­er, o usuário pode acionar noti­fi­cações pelo celu­lar para rece­ber os avi­sos. Se aces­sar o Google Mapas em uma área de risco, o usuário tam­bém será aler­ta­do da ocor­rên­cia.

“A gente espera que, com essa expan­são da parce­ria, pos­samos con­tribuir ain­da para os esforços da Defe­sa Civ­il na dis­tribuição de infor­mação qual­i­fi­ca­da para a pop­u­lação e aju­dar que mais pes­soas sejam assis­ti­das e que pos­samos sal­var mais vidas”, afir­mou Luísa Phe­bo, ger­ente de parce­rias do bus­cador do Google na Améri­ca Lati­na.

O secretário nacional de Pro­teção e Defe­sa Civ­il, coro­nel Alexan­dre Lucas, expli­cou que o maior desafio atual­mente não é ger­ar infor­mação sobre aler­tas, mas faz­er com que as pes­soas ten­ham per­cepção dos riscos e adotem uma mudança de com­por­ta­men­to que pos­si­bilite a auto­pro­teção e a pro­teção comu­nitária.

“Um par­ceiro como o Google infor­man­do em tem­po real, em todas as suas fer­ra­men­tas pos­síveis, essas situ­ações [desas­tres nat­u­rais] faz com que essa per­cepção do risco, esse raciocínio de auto­pro­teção e pro­teção comu­nitária, seja con­tin­u­a­mente estim­u­la­do”.

Os aler­tas são disponi­bi­liza­dos por meio de um cadas­tro na Inter­face de Divul­gação de Aler­tas Públi­cos (Idap), em que as defe­sas civis estad­u­ais e munic­i­pais podem enviar diver­sos avi­sos por meio de SMS, Telegram, TV por assi­natu­ra e pelo Google.

Edição: Lílian Beral­do

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