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Governo federal digitalizou 71% dos serviços até setembro de 2021

Repro­du­ção:  © Mar­cel­lo Casal Jr / Agên­cia Bra­sil

Até o momento, já foram digitalizados 3,3 mil serviços


Publi­ca­do em 02/09/2021 — 19:34 Por Jonas Valen­te — Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — Bra­sí­lia

O gover­no fede­ral pre­ten­de digi­ta­li­zar os 4,4 mil ser­vi­ços públi­cos pres­ta­dos aos cida­dãos. Até o iní­cio de setem­bro, foram adap­ta­dos para a ofer­ta em pla­ta­for­mas digi­tais 3,370 mil ser­vi­ços de diver­sas áre­as do Exe­cu­ti­vo, o equi­va­len­te a 71% do total.

Os dados foram apre­sen­ta­dos por Mau­ro César Sobri­nho, do Minis­té­rio da Eco­no­mia, em um webi­nar do Minis­té­rio da Jus­ti­ça rea­li­za­do nes­ta quin­ta-fei­ra (2), que dis­cu­tiu o com­ba­te a frau­des e a segu­ran­ça em gover­no digi­tal no país.

O ges­tor infor­mou que o pro­ces­so de digi­ta­li­za­ção no Exe­cu­ti­vo Fede­ral está sen­do con­du­zi­do em qua­tro fren­tes. A pri­mei­ra é pró­pria trans­for­ma­ção dos ser­vi­ços, que leva em média cer­ca de cin­co meses, entre a iden­ti­fi­ca­ção e a con­clu­são do pro­ces­so.

A segun­da fren­te envol­ve a uni­fi­ca­ção de canais, para que a comu­ni­ca­ção e expe­ri­ên­cia do usuá­rio sejam padro­ni­za­das. Isso ocor­re, por exem­plo, por meio do canal Gov.br, em que cada cida­dão tem um login úni­co para aces­sar diver­sos ser­vi­ços.

Segun­do dados apre­sen­ta­dos por Sobri­nho, a pla­ta­for­ma Gov.Br já pos­sui 112 milhões de pes­so­as cadas­tra­das. Em janei­ro de 2019, era 1,7 milhão de usuá­ri­os.

O ter­cei­ro aspec­to tra­ba­lha­do pelo gover­no fede­ral é o com­par­ti­lha­men­to de infor­ma­ções entre os órgãos do gover­no e a admi­nis­tra­ção des­sas bases de dados, no jar­gão téc­ni­co, a cha­ma­da inte­ro­pe­ra­bi­li­da­de. Essa pon­te é fei­ta por meio da pla­ta­for­ma Conec­ta, que pega um con­jun­to de dados de refe­rên­cia que podem ser aces­sa­dos por entes do Exe­cu­ti­vo para, por exem­plo, auten­ti­car uma pes­soa na hora de aces­so a um ser­vi­ço ou bene­fí­cio.

Por fim, há tam­bém a neces­si­da­de de ade­quar esse pro­ces­so de cole­ta e tra­ta­men­to de infor­ma­ções à Lei Geral de Pro­te­ção de Dados (Lei No 14.709), que esta­be­le­ce obri­ga­ções e regras para a ges­tão de regis­tros, inclu­si­ve para o Poder Públi­co.

O repre­sen­tan­te do Minis­té­rio da Eco­no­mia defen­deu que esse sis­te­ma inte­gra­do e inte­ro­pe­rá­vel gera uma série de bene­fí­ci­os tan­to ao cida­dão quan­to aos pró­pri­os ges­to­res públi­cos. “Temos uma série de ganhos, como auto­ma­ção, pos­si­bi­li­da­de do autos­ser­vi­ço, como­di­da­de para o cida­dão, redu­ção de erros e redu­ção de frau­des”, pon­tu­ou. Ele citou como exem­plo a car­tei­ra de tra­ba­lho digi­tal, que teria gera­do eco­no­mia de R$ 690 milhões.

Edi­ção: Clau­dia Felc­zak

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