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Mais da metade dos brasileiros pretende presentear as mães

Repro­du­ção: © REUTERS/Paulo Whi­ta­ker

Consumidores pretendem gastar mais do que no ano passado


Publi­ca­do em 09/05/2023 — 11:09 Por Agên­cia Bra­sil — São Pau­lo

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Levan­ta­men­to da Asso­ci­a­ção Comer­ci­al de São Pau­lo (ACSP) mos­tra que 51,8% dos bra­si­lei­ros pre­ten­dem com­prar pre­sen­tes para o Dia das Mães, cele­bra­do no pró­xi­mo dia 13 de maio. No mes­mo perío­do de 2022, 50% dos con­su­mi­do­res admi­ti­ram que iam às com­pras. O levan­ta­men­to, com base em 1.663 entre­vis­ta­dos em âmbi­to naci­o­nal, mos­tra tam­bém que 30,2% não têm a inten­ção de fazer com­pras no perío­do, enquan­to outros 18% não sabem.

Segun­do os dados, do gru­po de entre­vis­ta­dos que pla­ne­jam pre­sen­te­ar suas mães, 41,2% pre­ten­dem gas­tar mais do que em 2022, com a gran­de mai­o­ria dos que pre­ten­dem gas­tar, 78,8%, dizen­do que devem desem­bol­sar entre R$ 50 e R$ 300. Enquan­to 30% demons­tram o con­trá­rio, índi­ce menor do que em 2022.

A mai­o­ria das com­pras deve ser fei­ta em peque­nos esta­be­le­ci­men­tos e comér­ci­os (46,2%). Já a mai­o­ria pre­ten­de adqui­rir pro­du­tos de for­ma pre­sen­ci­al, em lojas físi­cas (61%). A área de ves­tuá­rio segue como um dos prin­ci­pais itens para pre­sen­te­ar as mães, com 57,7%, per­cen­tu­al menor do que o da pré-pan­de­mia (80%).

A pes­qui­sa tam­bém indi­ca que os pre­sen­tes da área de bele­za, além de joi­as e biju­te­ri­as, con­ti­nu­am sen­do lem­bra­dos para as mães, e per­fa­zem cer­ca de 61,5% das inten­ções de com­pras. Hou­ve redu­ção nas áre­as de móveis e ele­tro­do­més­ti­cos, além dos digi­tais, que jun­tos alcan­çam cer­ca de 36,2%, ante qua­se 73% regis­tra­dos na pes­qui­sa de 2022. Cho­co­la­tes são men­ci­o­na­dos por 15,7% das pre­fe­rên­ci­as.

O levan­ta­men­to indi­ca ain­da que há impor­tan­te dimi­nui­ção da dis­po­si­ção a com­prar de for­ma par­ce­la­da, em rela­ção às inten­ção de 2022. Mas para a mai­o­ria dos itens con­ti­nua obser­van­do-se a pre­fe­rên­cia pela uti­li­za­ção de dinhei­ro em espé­cie e car­tões de débi­to, se com­pa­ra­do à moda­li­da­de PIX como for­ma de paga­men­to à vis­ta.

“Essa impor­tan­te mudan­ça pode­ria estar asso­ci­a­da ao retor­no das ati­vi­da­des pre­sen­ci­ais, redu­zin­do a prá­ti­ca do home offi­ce e a per­ma­nên­cia no lar, e tam­bém pode­ria indi­car a menor dis­po­si­ção a com­prar itens mais caros, dado o menor cres­ci­men­to da ren­da e o enca­re­ci­men­to do cré­di­to. A bai­xa inten­ção de aqui­si­ção de via­gens, por exem­plo, tam­bém pode­ria estar asso­ci­a­da à pio­ra das con­di­ções finan­cei­ras enfren­ta­da pelas famí­li­as. Essa dimi­nui­ção da inten­ção de par­ce­la­men­to das com­pras pode­ria estar asso­ci­a­da aos mai­o­res juros, meno­res pra­zos de finan­ci­a­men­to e menor dis­po­ni­bi­li­da­de de cré­di­to para o con­su­mo”, expli­ca o eco­no­mis­ta da ACSP Ulis­ses Ruiz de Gam­boa.

Edi­ção: Fer­nan­do Fra­ga

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