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No Rio, Casa Museu Eva Klabin tem programação gratuita para as férias

Repro­du­ção: © Museu Casa Eva Klabin/Divulgação

Atividades têm início nesta quarta-feira (3)


Publi­ca­do em 02/01/2024 — 15:19 Por Ala­na Gan­dra — Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — Rio de Janei­ro

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O Pro­gra­ma de Edu­ca­ção da Casa Museu Eva Kla­bin, loca­li­za­da na Lagoa, zona sul do Rio de Janei­ro, ofe­re­ce pro­gra­ma­ção gra­tui­ta duran­te as féri­as, já a par­tir des­ta quar­ta-fei­ra (3), vol­ta­da a cri­an­ças, jovens e adul­tos. As ati­vi­da­des serão ofe­re­ci­das nos dias úteis, de quar­ta a sex­ta-fei­ra, às 10h e às 15h e, nos finais de sema­na e feri­a­dos, às 15h.

A ofi­ci­na Arte com Bolhas de Sabão está mar­ca­da para os dias 3, 13, 19 e 24 de janei­ro e 2 de feve­rei­ro. A ideia é esti­mu­lar a cri­a­ti­vi­da­de e a pro­du­ção artís­ti­ca com o uso da bolha de sabão, ele­men­to que faz par­te das memó­ri­as de infân­cia de mui­ta gen­te. Essa ati­vi­da­de é suge­ri­da para cri­an­ças a par­tir de 3 anos e, tam­bém, para jovens e adul­tos.

Ins­pi­ra­da nos pei­xes que habi­tam o lago da casa, a ofi­ci­na iné­di­ta Car­pa-Cola­gem será ofe­re­ci­da nos dias 4, 12, 18, 26 e 31 des­te mês. Nes­sa ati­vi­da­de, a téc­ni­ca de recor­te e cola­gem e o tra­ba­lho com tex­tu­ras serão apli­ca­dos para a pro­du­ção de ima­gens ins­pi­ra­das nos pei­xes. A ofi­ci­na tam­bém é des­ti­na­da para cri­an­ças a par­tir de 3 anos de ida­de, jovens e adul­tos.

Com o obje­ti­vo de desen­vol­ver e explo­rar a expres­são cor­po­ral, a Casa Museu Eva Kla­bin traz a ofi­ci­na de Tea­tro de Som­bras nos dias 5, 10, 21 e 26 de janei­ro e 1º de feve­rei­ro. Oriun­do do con­ti­nen­te asiá­ti­co, o tea­tro de som­bras é base­a­do em um jogo que envol­ve cor­po, luz e som­bra. Na ofi­ci­na, os par­ti­ci­pan­tes são con­vi­da­dos a explo­ra­rem sua expres­si­vi­da­de cor­po­ral para dar vida a dife­ren­tes per­so­na­gens e his­tó­ri­as. Ati­vi­da­de suge­ri­da para cri­an­ças com mais de 3 anos, jovens e adul­tos.

Arte educação

Os arte edu­ca­do­res do museu ofe­re­cem tam­bém ofi­ci­nas de colo­gra­vu­ra, para cri­a­ção de sím­bo­los, nos dias 3, 14 e 19 de janei­ro e 1º de feve­rei­ro, para cri­an­ças a par­tir de 4 anos, jovens e adul­tos; ofi­ci­nas de autor­re­tra­tos, para repro­du­ção de ima­gens dos ros­tos dos visi­tan­tes a par­tir da téc­ni­ca do dese­nho, nos dias 5, 11, 20, 28 e 31 des­te mês: e pin­tu­ra de pai­sa­gens, nos dias 6, 11, 17 e 25 de janei­ro e 4 de feve­rei­ro. Essa ati­vi­da­de visa pro­mo­ver aos par­ti­ci­pan­tes a expe­ri­ên­cia da pin­tu­ra de pai­sa­gens a par­tir da obser­va­ção do jar­dim de Eva Kla­bin e da natu­re­za pre­sen­te no entor­no da Casa Museu.

Já a ati­vi­da­de Memes no Museu, pro­gra­ma­da para os dias 4, 10, 17 e 25 des­te mês e 2 de feve­rei­ro, explo­ra o acer­vo do equi­pa­men­to, que reú­ne mais de 2 mil peças, des­de o Anti­go Egi­to até o Impres­si­o­nis­mo. O públi­co faz uma visi­ta medi­a­da asso­ci­an­do as obras de arte a situ­a­ções do coti­di­a­no. De acor­do com os orga­ni­za­do­res, tra­ta-se de uma expe­ri­ên­cia inte­ra­ti­va e diver­ti­da que pro­mo­ve um exer­cí­cio cri­a­ti­vo por meio do uso de dife­ren­tes ele­men­tos, como a ima­gem, a pala­vra e a tec­no­lo­gia. A ati­vi­da­de tem clas­si­fi­ca­ção a par­tir de 5 anos.

Na ofi­ci­na Rap no Museu, os par­ti­ci­pan­tes vão expe­ri­men­tar a com­po­si­ção musi­cal e a per­cus­são cor­po­ral, sen­do con­vi­da­dos a cri­ar letras a par­tir do acer­vo da Casa Museu Eva Kla­bin para uni-las a um beat (com­pas­so) de rap. Será nos dias 7, 12, 18 e 24 de janei­ro e 3 de feve­rei­ro, para cri­an­ças aci­ma de 5 anos, jovens e adul­tos.

Cada uma das ofi­ci­nas envol­ve até 30 pes­so­as. A reti­ra­da das senhas é fei­ta dez minu­tos antes das ati­vi­da­des. A Casa Museu Eva Kla­bin fica na Ave­ni­da Epi­tá­cio Pes­soa, 2.480, na Lagoa. Os admi­nis­tra­do­res do museu infor­mam que não há vagas de esta­ci­o­na­men­to nas ime­di­a­ções e que a casa não dis­põe de esta­ci­o­na­men­to pró­prio. Por isso, a ins­ti­tui­ção reco­men­da que o públi­co uti­li­ze trans­por­te públi­co ou por apli­ca­ti­vo.

Edi­ção: Juli­a­na Andra­de

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