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Olimpíada: cerimônia põe fim aos Jogos “mais difíceis da história”

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Repro­du­ção: © Jon­ne Roriz/COB/Direitos reser­va­dos

Celebração conta mais uma vez com número reduzido de participantes


Publi­ca­do em 08/08/2021 — 11:14 Por Igor San­tos — Repór­ter da TV Bra­sil — Rio de Janei­ro

A cerimô­nia de encer­ra­men­to da Olim­pía­da de Tóquio (Japão), rea­li­za­da na manhã (noi­te no horá­rio local) des­te domin­go (8) na capi­tal japo­ne­sa, pôs um pon­to final ao even­to de for­ma pare­ci­da com a cele­bra­ção que ini­ci­ou o even­to. Ain­da em vol­ta com medi­das res­tri­ti­vas em rela­ção ao novo coro­na­ví­rus (covid-19), tam­bém não teve públi­co e con­tou com núme­ro redu­zi­do de atle­tas. Ao final, o pre­si­den­te do Comi­tê Olím­pi­co Inter­na­ci­o­nal, Tho­mas Bach, dis­se que esta foi a Olim­pía­da “mais difí­cil da his­tó­ria”.

No iní­cio da cerimô­nia, a ginas­ta Rebe­ca Andra­de, ven­ce­do­ra de um ouro e uma pra­ta nos Jogos, foi a res­pon­sá­vel por car­re­gar a ban­dei­ra do Bra­sil.

Pou­co depois, peque­nas dele­ga­ções de cada um dos paí­ses entra­ram no Está­dio Olím­pi­co de Tóquio. Nes­te momen­to, um peque­no gru­po de cin­co pes­so­as, enca­be­ça­do pelo boxe­a­dor Hebert Con­cei­ção, tam­bém meda­lhis­ta de ouro, repre­sen­tou os bra­si­lei­ros.

As con­di­ções inco­muns dos Jogos de Tóquio pro­por­ci­o­na­ram não ape­nas limi­ta­ções à cerimô­nia. Cau­sa­ram tam­bém situ­a­ções iné­di­tas. Por exem­plo, pela pri­mei­ra vez os dois pódi­os da mara­to­na, femi­ni­no e mas­cu­li­no, acon­te­ce­ram jun­tos.

Em Paris, uma mul­ti­dão reu­ni­da em tor­no da Tor­re Eif­fel fez par­te, vir­tu­al­men­te, da pas­sa­gem de bas­tão de Tóquio para a pró­xi­ma sede dos Jogos, em 2024. Alguns atle­tas fran­ce­ses, já retor­na­dos ao país de ori­gem, tam­bém par­ti­ci­pa­ram do momen­to de fes­ta.

Tra­di­ções tam­bém foram man­ti­das. A ban­dei­ra dos Jogos foi pas­sa­da da gover­na­do­ra de Tóquio, Yuri­ko Koi­ke, para a pre­fei­ta de Paris, Anne Hidal­go. A cha­ma olím­pi­ca foi apa­ga­da e Tho­mas Bach tomou a pala­vra para encer­rar os Jogos, que, nas pala­vras dele, foram os mais difí­ceis em mais de 120 anos de movi­men­to olím­pi­co.

“Des­de o come­ço da pan­de­mia, este foi o pri­mei­ro even­to em que tan­tas pes­so­as se reu­ni­ram. Estes foram os Jogos da espe­ran­ça, da soli­da­ri­e­da­de. Nós con­se­gui­mos”, dis­se, antes do sinal final no telão do Está­dio reve­lar a últi­ma e sim­ples men­sa­gem: Ari­ga­to (obri­ga­do em japo­nês).
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Edi­ção: Fábio Lis­boa

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