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Olimpíada: por vaga na semifinal, seleção pega Egito no futebol

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Repro­du­ção: © Lucas Figueiredo/CBF/Direitos Reser­va­dos

Equipe deve ter retorno do volante Douglas Luiz, que cumpriu suspensão


Publi­ca­do em 30/07/2021 — 19:56 Por Juli­a­no Jus­to — Repór­ter da TV Bra­sil e da Rádio Naci­o­nal — São Pau­lo

Bra­sil e Egi­to se enfren­tam na manhã des­te sába­do (31), a par­tir de 7h (horá­rio de Bra­sí­lia) no Está­dio de Sai­ta­ma, pelas quar­tas de final do tor­neio de fute­bol mas­cu­li­no da Olim­pía­da de Tóquio (Japão).

O téc­ni­co André Jar­di­ne ain­da não con­fir­mou a equi­pe titu­lar para esse con­fron­to, mas a ten­dên­cia é que a úni­ca mudan­ça em rela­ção ao time que ven­ceu a Ará­bia por 3 a 1 seja o retor­no do volan­te Dou­glas Luiz, que cum­priu sus­pen­são, na vaga de Matheus Hen­ri­que. Assim, a sele­ção deve ter a seguin­te for­ma­ção: San­tos; Dani­el Alves, Nino, Die­go Car­los e Ara­na; Dou­glas Luiz, Bru­no Gui­ma­rães e Clau­di­nho; Antony, Matheus Cunha e Richar­li­son.

O cami­sa 10 da sele­ção é, inclu­si­ve, o arti­lhei­ro iso­la­do da com­pe­ti­ção com cin­co gols mar­ca­dos. Em entre­vis­ta cole­ti­va, o ata­can­te ava­li­ou o pró­xi­mo com­pro­mis­so do Bra­sil: “Deve ser um jogo mui­to difí­cil. Ain­da mais como as equi­pes vêm jogan­do con­tra o Bra­sil. Estão vin­do por uma bola, como nos últi­mos dois jogos. Vimos a difi­cul­da­de que é pene­trar na defe­sa adver­sá­ria, então, é estar foca­do nes­ses últi­mos três jogos por­que é ago­ra que vale tudo mes­mo”.

Líder do Gru­po D na pri­mei­ra fase, o Bra­sil pega ago­ra os afri­ca­nos, que fica­ram na segun­da colo­ca­ção do Gru­po C. Nos três jogos na com­pe­ti­ção, con­tra Espa­nha, Argen­ti­na e Aus­trá­lia, o Egi­to sofreu ape­nas um gol. Para supe­rar essa for­te defe­sa, Richar­li­son apos­ta na for­ça do con­jun­to bra­si­lei­ro: “Aqui temos um gru­po mui­to for­te, onde todos os atle­tas são des­ta­ques nos seus clu­bes. Qual­quer um que jogar entre os 11 vai dar con­ta do reca­do. Quem tem entra­do na segun­da par­te tem nos aju­da­do mui­to. Nes­se últi­mo jogo, por exem­plo, saí­ram dois gols após as subs­ti­tui­ções”.

Esse será o quin­to con­fron­to entre as equi­pes olím­pi­cas dos dois paí­ses. O his­tó­ri­co apon­ta dois empa­tes e uma vitó­ria para cada lado. O pri­mei­ro encon­tro foi jus­ta­men­te na últi­ma vez em que os Jogos Olím­pi­cos foram sedi­a­dos em Tóquio, no Japão, em 1964, e deu empa­te em 1 a 1. Em 2003, no Tor­neio Inter­na­ci­o­nal do Catar, ocor­reu outro empa­te por 1 a 1. Nos Jogos de 2012 (Lon­dres), a sele­ção bra­si­lei­ra triun­fou por 3 a 2. O últi­mo due­lo ocor­reu em novem­bro de 2020, em amis­to­so no Cai­ro, e aca­bou com vitó­ria dos donos da casa por 2 a 1.

Pas­san­do de fase, o Bra­sil pega o ven­ce­dor de Coreia do Sul e Méxi­co nas semi­fi­nais. Do outro lado da cha­ve, os due­los são Japão e Nova Zelân­dia e Espa­nha con­tra Cos­ta do Mar­fim.
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Edi­ção: Fábio Lis­boa

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