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Paralimpíada: conheça mais sobre o tênis de mesa na Tóquio 2020

Repro­du­ção: © Ale Cabral/CPB/Direitos Reser­va­dos

Brasil teve melhor campanha na modalidade em 2016, no Rio de Janeiro


Publi­ca­do em 20/08/2021 — 20:10 Por Agên­cia Bra­sil — Rio de Janei­ro

O Bra­sil che­ga à dis­pu­ta do tênis de mesa na Para­lim­pía­da de Tóquio bus­can­do con­fir­mar a evo­lu­ção do país na moda­li­da­de. Após a óti­ma cam­pa­nha em 2016 (Rio de Janei­ro), com qua­tro meda­lhas (1 pra­ta e 3 bron­zes), o obje­ti­vo é melho­rar esta mar­ca no Japão, quem sabe com a con­quis­ta do pri­mei­ro ouro. Antes, o país tinha ape­nas uma pra­ta em 2008 (Pequim)

Origem da modalidade

A entra­da do tênis de mesa no pro­gra­ma dos Jogos Para­lím­pi­cos acon­te­ceu na edi­ção de 1960 (Roma). No come­ço, ape­nas atle­tas em cadei­ra de rodas par­ti­ci­pa­vam da dis­pu­ta. Porém, joga­do­res em pé tam­bém foram acei­tos a par­tir de 1976 (Toron­to), ano no qual o Bra­sil estre­ou na moda­li­da­de.

Na Para­lim­pía­da o tênis de mesa tem a par­ti­ci­pa­ção de atle­tas do sexo mas­cu­li­no e femi­ni­no com para­li­sia cere­bral, ampu­ta­dos e cadei­ran­tes. As com­pe­ti­ções são divi­di­das entre mesa­te­nis­tas andan­tes e cadei­ran­tes, com jogos indi­vi­du­ais, em duplas ou por equi­pes.

As par­ti­das são dis­pu­ta­das em uma melhor de cin­co sets, com cada um sen­do dis­pu­ta­do até um joga­dor atin­gir 11 pon­tos. Em caso de empa­te em 10 a 10, ven­ce quem pri­mei­ro abrir dois pon­tos de van­ta­gem.

Classificação

No tênis de mesa para­lím­pi­co, os atle­tas são divi­di­dos em 11 clas­ses dife­ren­tes (dez para defi­ci­ên­cia físi­ca e uma para inte­lec­tu­al). No caso das clas­ses de defi­ci­ên­cia físi­ca, quan­to mai­or o núme­ro, menor o com­pro­me­ti­men­to físi­co-motor do atle­ta.

As clas­ses de 1 a 5 con­tem­plam os atle­tas cadei­ran­tes, enquan­to as de 6 a 10 são as dos atle­tas andan­tes.

Brasil em Paralimpíadas

O Bra­sil con­quis­tou cin­co meda­lhas no tênis de mesa na his­tó­ria da Para­lim­pía­da. A pri­mei­ra, de pra­ta, veio nos Jogos de 2008, com a dupla Wel­der e Luiz Alga­cir Sil­va na clas­se 3. Na Rio 2016, foram qua­tro pódi­os. No indi­vi­du­al, Isra­el Stroh levou a pra­ta na clas­se 7 e Bru­na Ale­xan­dre obte­ve o bron­ze na clas­se 10. Na dis­pu­ta por equi­pes, mais dois bron­zes: um com Ira­nil­do Espín­do­la, Gui­lher­me Cos­ta e Aloí­sio Lima (clas­ses 1 e 2) e outro com Bru­na Ale­xan­dre, Dani­el­le Rau­en e Jenny­fer Pari­nos (clas­ses 6 a 10).

A sele­ção bra­si­lei­ra no Japão é for­ma­da por Bru­na Ale­xan­dre, Car­los Alber­to Car­bi­nat­ti, Cátia Cris­ti­na da Sil­va, Dani­el­le Rau­en, David Andra­de de Frei­tas, Isra­el Perei­ra Stroh, Jenny­fer Mar­ques Pari­nos, Joy­ce Fer­nan­da de Oli­vei­ra, Lethí­cia Rodri­gues Lacer­da, Luiz Fili­pe Guar­ni­e­ri Mana­ra, Mar­li­a­ne Ama­ral San­tos, Mil­le­na Fran­ça dos San­tos, Pau­lo Sér­gio Sal­min Filho e Wel­der Camar­go Knaf.

As dis­pu­tas do tênis de mesa no Japão acon­te­cem no Giná­sio Metro­po­li­ta­no de Tóquio.

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Edi­ção: Fábio Lis­boa

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