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Procon explica o que fazer para a troca de presentes do Natal

Repro­du­ção: © Rove­na Rosa/Agência Bra­sil

Comércio é obrigado a dar nota fiscal da compra


Publi­ca­do em 26/12/2023 — 07:30 Por Ala­na Gan­dra — Repór­ter da Agên­cia Bra­sil — Rio de Janei­ro

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O Natal pas­sou, mas fica­ram aque­les pre­sen­tes que as pes­so­as ganham mui­tas vezes na cor erra­da, fora do gos­to ou do tama­nho. O Pro­con lem­bra, no entan­to, que nenhu­ma loja é obri­ga­da a tro­car o pro­du­to se esse não apre­sen­ta nenhum tipo de defei­to de qua­li­da­de ou quan­ti­da­de. De acor­do com o Códi­go de Defe­sa do Con­su­mi­dor, o cli­en­te só tem direi­to à tro­ca do pro­du­to se não for pos­sí­vel a subs­ti­tui­ção das par­tes defei­tu­o­sas ou se o vício não for sana­do no pra­zo máxi­mo de 30 dias. Nes­se caso, o con­su­mi­dor pode­rá esco­lher entre a subs­ti­tui­ção do pro­du­to por outro em per­fei­tas con­di­ções, rece­ber o dinhei­ro de vol­ta ou, ain­da, obter o aba­ti­men­to pro­por­ci­o­nal do pre­ço.

Entre­tan­to, ape­sar de saber que não há obri­ga­to­ri­e­da­de na rea­li­za­ção de tro­cas ape­nas por gos­to ou tama­nho, mui­tas lojas, para não gerar decep­ção e fide­li­zar o cli­en­te, ofe­re­cem esse bene­fí­cio em sua polí­ti­ca de tro­ca, que pre­ci­sa, porém, estar expos­ta ao con­su­mi­dor de for­ma cla­ra, com todas as con­di­ções neces­sá­ri­as para uti­li­za­ção des­se bene­fí­cio.

Nota fiscal

O Pro­con adver­te que mes­mo nas com­pras de pre­sen­tes, a nota fis­cal deve ser entre­gue ao com­pra­dor, por­que cons­ti­tui o docu­men­to ofi­ci­al que com­pro­va a data, o local e o obje­to da com­pra. Caso o pro­du­to apre­sen­te qual­quer pro­ble­ma, ela é a garan­tia do con­su­mi­dor. A nota fis­cal de com­pra pode ser ele­trô­ni­ca ou impres­sa. De qual­quer for­ma, ela deve ser entre­gue ao con­su­mi­dor obri­ga­to­ri­a­men­te, inclu­si­ve nas com­pras fei­tas pela inter­net. Mui­tas lojas que ofe­re­cem tro­ca de pre­sen­tes entre­gam tam­bém um com­pro­van­te, sem o pre­ço da mer­ca­do­ria, que pode­rá ser usa­do pelo pre­sen­te­a­do, caso o pro­du­to não agra­de. Por isso, esse docu­men­to deve ser colo­ca­do jun­to ao paco­te.

Compras online

Nas com­pras onli­ne, o arti­go 49 do Códi­go de Defe­sa do Con­su­mi­dor defi­ne que caso o com­pra­dor se arre­pen­da da com­pra efe­tu­a­da por qual­quer moti­vo, ele pode­rá can­ce­lá-la em até 7 dias, con­ta­dos a par­tir do rece­bi­men­to do pro­du­to ou da assi­na­tu­ra do con­tra­to. Des­se modo, ele terá a devo­lu­ção inte­gral dos valo­res pagos, inclu­si­ve fre­te, se for o caso. O Pro­con des­ta­ca, entre­tan­to, que essa ope­ra­ção não cons­ti­tui tro­ca mas, sim, arre­pen­di­men­to. A tro­ca de pro­du­tos nas lojas vir­tu­ais segue as mes­mas regras das lojas físi­cas.

Caso o cli­en­te quei­ra fazer uma recla­ma­ção, o Pro­con dis­po­ni­bi­li­za seus canais de aten­di­men­to onli­ne no site do órgão de seu esta­do.

Edi­ção: Fer­nan­do Fra­ga

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