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SP tem mais de 100 atividades para celebrar Dia da Consciência Negra

Repro­dução: © Rove­na Rosa/Agência Brasil

Programação tem filmes, peças de teatro, exposições e oficinas


Pub­li­ca­do em 20/11/2021 — 12:30 Por Lud­mil­la Souza — Repórter da Agên­cia Brasil — São Paulo

O Dia da Con­sciên­cia Negra em São Paulo tem uma pro­gra­mação vari­a­da com filmes, peças de teatro, exposições, saraus, ofic­i­nas e cur­sos livres que con­tribuirão para ampli­ar a dis­cussão sobre o tema. Orga­ni­za­da pela Sec­re­taria de Cul­tura e Econo­mia Cria­ti­va do Esta­do de São Paulo, a pro­gra­mação espe­cial acon­te­cerá durante todo este mês de novem­bro para cel­e­brar a data. O roteiro inclui mais de 100 ações vir­tu­ais e pres­en­ci­ais.

O Museu Afro Brasil cel­e­bra a data com apre­sen­tação musi­cal, jogos e brin­cadeiras. Haverá, ain­da, um trib­u­to a Pixin­guin­ha, o grande mae­stro, flautista, sax­o­fon­ista, com­pos­i­tor e arran­jador brasileiro, além de show com a Ban­da Per­for­máti­ca, cri­a­da pelo artista José Rober­to Aguilar e os músi­cos Arnal­do Antunes e Paulo Mik­los. A ban­da pro­move uma fusão de lin­gua­gens, como per­for­mance, poe­sia, pin­tu­ra, dança e músi­ca.

No Teatro Sér­gio Car­doso tem a apre­sen­tação musi­cal A Cor Púr­pu­ra, obra-pri­ma de Alice Walk­er, que con­ta a história de Celie, mul­her negra, pobre e semi­anal­fa­be­ta que des­de a infân­cia pas­sa por situ­ações de indifer­ença e aban­dono.  O espetácu­lo retra­ta um pedaço do mun­do do iní­cio do sécu­lo 20 ain­da muito pre­sente nos dias de hoje.

Pela platafor­ma e aplica­ti­vo #Cul­tur­aEm­Casa, o II Fes­ti­val Negro em Ação será exibido a par­tir de hoje. São 60 filmes, sendo 33 cur­tas-metra­gens, 14 video­clipes e 13 videoartes, todos real­iza­dos por artis­tas e dire­tores negros. A ação faz parte do pro­je­to Ponte Aérea Cul­tur­al, parce­ria entre a Sec­re­taria de Cul­tura e Econo­mia Cria­ti­va do Esta­do de São Paulo e a do Rio Grande do Sul. O even­to ocor­rerá no for­ma­to híbri­do. Con­fi­ra mais detal­h­es pelo aplica­ti­vo e pela platafor­ma do Cul­tura em Casa.

A Bib­liote­ca Par­que Vil­la-Lobos apre­sen­ta o Sarau Per­i­fa­tivi­dade, ação em que artis­tas e públi­co se conec­tam por meio de poe­sias, músi­cas, dança e artes visuais. Na edição espe­cial do Dia da Con­sciên­cia Negra, o cotid­i­ano da mul­her e homem negro nas per­ife­rias, o racis­mo e a luta por dire­itos serão tema das poe­sias decla­madas pelo cole­ti­vo. A inter­venção “Camélia – Onde estão os negros?”, na Bib­liote­ca de São Paulo, con­duz o públi­co a um cenário lúdi­co sobre a luta pre­ta e os propósi­tos da sem­ana de arte mod­er­na, com mui­ta poe­sia de poet­as pre­tos con­tem­porâ­neos.

O Dia da Con­sciên­cia Negra nas Ofic­i­nas Cul­tur­ais do Esta­do será mar­ca­do pela val­oriza­ção da história e da pro­dução cul­tur­al negra nas três unidades do pro­gra­ma que ficam na Cap­i­tal (Alfre­do Volpi, Juan Ser­ra­no e Oswald de Andrade). Todas as ativi­dades são gra­tu­itas e estão disponíveis de for­ma vir­tu­al e pres­en­cial.

As Fábri­c­as de Cul­tura pro­movem diver­sos bate-papos educa­tivos que abor­darão temáti­cas rela­cionadas à cul­tura afro. Entre os encon­tros, o que tra­ta dos cuida­dos com a pele negra, trans­mi­ti­do pelo canal do YouTube das Fábri­c­as, com a far­ma­cêu­ti­ca este­ta Ari­na Gabriela,  que con­tará um pouco sobre as car­ac­terís­ti­cas e os mitos que cer­cam a pele negra.

Já a con­ver­sa sobre empreende­doris­mo afro será entre Letí­cia San­tos e Zel­ma Tranças, no dia 25 de novem­bro, às 19h. Em “Trançan­do Histórias”, Zel­ma  falará sobre o tra­bal­ho que real­iza há mais de 30 anos na região de Osas­co (SP), por meio de ações de for­mação para novos profis­sion­ais da área, e apre­sen­tará seu próprio negó­cio, um salão espe­cial­iza­do em beleza afro.

A cri­ança­da poderá aproveitar a ativi­dade pro­gra­ma­da pelo Museu da Imi­gração, que real­iza uma ofic­i­na de pin­tu­ra com os artis­tas plás­ti­cos africanos  Lavi Kasongo (Repúbli­ca Democráti­ca do Con­go) e Paulo Chavon­ga (Ango­la).

Interior e litoral

Em Cam­pos do Jordão, o Museu Felí­cia Leirn­er leva ao públi­co infan­til a con­tação da história ‘Meu Cre­spo é de Rain­ha’, livro de Bell Hooks, e a ofic­i­na ‘Boneca Abay­o­mi’ que vai ensi­nar a pro­dução da boneca e a história dessa tradição.

No Museu Casa de Porti­nari, em Brodows­ki, a pro­fes­so­ra Cami­la Gonçalves Lima Rosa real­iza uma roda de con­ver­sa na qual reforça a importân­cia da edu­cação, com a história de Maria do Car­mo Valério Nico­lau, mul­her negra que ingres­sou na esco­la como ouvinte e con­seguiu se for­mar.

O Museu Índia Vanuíre, em Tupã, apre­sen­ta a exposição ‘Movi­men­to Negro em Tupã: Raízes e Resistên­cia’ que vai con­tar a tra­jetória do movi­men­to negro na cidade por meio de fotos e tex­tos.

Aprox­i­mar o públi­co da cul­tura africana e incen­ti­var a reflexão sobre vio­lên­cia con­tra mul­heres negras e, prin­ci­pal­mente, per­iféri­c­as, é o obje­ti­vo do bate-papo que será real­iza­do no Museu do Café, em San­tos. O museu fará uma  live sobre a pro­dução de pod­casts, que tam­bém inte­grará a pro­gra­mação. Para aten­der ao públi­co durante a tem­po­ra­da de cruzeiros, o museu preparou um expe­di­ente ampli­a­do, que vai até 4 de dezem­bro.

A pro­gra­mação com­ple­ta tam­bém está disponív­el no site da Sec­re­taria de Cul­tura e Econo­mia Cria­ti­va do Esta­do de São Paulo.

Programação completa

Platafor­ma #Cul­tur­aEm­Casa

Acesse www.culturaemcasa.com.br ou baixe o aplica­ti­vo pelo Google Play ou Apple Store

Capital

Museu Afro Brasil

O Museu na Mar­quise
20/11

11h-12h30: Apre­sen­tação musi­cal com jogos e brin­cadeiras: Músi­ca do Con­go (com o edu­cador Wasawu­lua Daniel)

13h Apre­sen­tação do grupo Pequeno Cir­co do Choro – Trib­u­to a Pixin­guin­ha

15h Ban­da Per­for­máti­ca

Infor­mações pelo site www.museuafrobrasil.org.br

Museu da Imi­gração

Ofic­i­na de pin­tu­ra
20/11 às 11h

Os artis­tas plás­ti­cos Lavi Kasongo (Repúbli­ca Democráti­ca do Con­go) e Paulo Chavon­ga (Ango­la) min­is­trarão uma ofic­i­na de pin­tu­ra, na qual com­par­til­harão as suas téc­ni­cas e vivên­cias. As cri­anças dev­erão estar acom­pan­hadas de um respon­sáv­el para par­tic­i­parem da ativi­dade, que acon­te­cerá no jardim. Os mate­ri­ais para acom­pan­har a ação serão forneci­dos pela insti­tu­ição. As vagas são lim­i­tadas e as inscrições estão aber­tas.

Museu da Lín­gua Por­tugue­sa 

Sarau
Dia: 20/11 às 12h

O poeta e agi­ta­dor cul­tur­al Ser­gio Vaz, incen­ti­vador da lit­er­atu­ra per­iféri­ca na zona sul de São Paulo, recebe o Sarau no Kin­tal, um cole­ti­vo que orga­ni­za ações cul­tur­ais nos bair­ros da Brasilân­dia e Fregue­sia do Ó e o grupo VOPO (Vozes Poéti­cas), do Pq Vila Maria, o encon­tro prom­ete expressões cul­tur­ais através de poe­sia e lit­er­atu­ra.

Museu do Fute­bol 

Dis­tribuição do livro: livro “Djal­ma San­tos: do porão ao Palá­cio de Buck­ing­ham”
Dia 20 e 21/11

O Museu do Fute­bol irá dis­tribuir 500 unidades do livro “Djal­ma San­tos: do porão ao Palá­cio de Buck­ing­ham”,  uma biografia que con­ta a história do craque negro que se tornou bicam­peão do mun­do e foi eleito pela FIFA como o mel­hor lat­er­al-dire­ito de todos os tem­pos. A obra apre­sen­ta detal­h­es de sua car­reira des­de o fute­bol de várzea até as atu­ações nos grandes clubes e as qua­tro Copas do Mun­do dis­putadas por ele.

Edi­ta­tona Goleiros e Goleiras
Dia 20 das 10h às 17h

Mais uma edição do Edi­ta­tona – mara­tona de edição da Wikipé­dia, des­ta vez sobre goleiros e goleiras. A temáti­ca do even­to está rela­ciona­da à exposição tem­porária “Tem­po de Reação – 100 Anos do goleiro Bar­bosa”, que fica em car­taz até janeiro de 2022 e hom­e­nageia o cen­tenário do goleiro Moa­cyr Bar­bosa (1921–2000).

Ativi­dade pres­en­cial, respei­tan­do e seguin­do todas às ori­en­tações de com­bate à pan­demia do coro­n­avírus. O museu irá ofer­e­cer lanche e cer­ti­fi­ca­do de par­tic­i­pação.

Inter­es­sa­dos devem enviar nome e RG para o e‑mail: [email protected].

Bib­liote­ca de São Paulo

Sarau na bib­liote­ca

25/11 às 11h – Espe­cial Dia da Con­sciên­cia Negra
O Cole­ti­vo Casa no Meio do Mun­do propõe uma exper­iên­cia de val­oriza­ção da iden­ti­dade cul­tur­al da arte pre­ta, per­iféri­ca e inde­pen­dente por meio da músi­ca e da poe­sia

Inter­venção poéti­ca: Camélia, onde estão os negros?

20/11 das 12h às 13h e 14h às 15h
A inter­venção “Camélia – Onde estão os negros?” leva o públi­co a um cenário lúdi­co sobre a luta pre­ta e os propósi­tos da Sem­ana de Arte Mod­er­na. A inter­venção propõe uma cam­in­ha­da pela poe­sia de poet­as pre­tos con­tem­porâ­neos e camélias.

Bib­liote­ca Par­que Vil­la-Lobos

Sarau na BVL – Sarau Per­i­fa­tivi­dade

20/11 às 14h30
O Sarau Per­i­fa­tivi­dade propõe que o públi­co se conecte, através de poe­sias, músi­cas, dança e artes visuais, ao cotid­i­ano da mul­her e homem negro das per­ife­rias. A ativi­dade será musi­ca­da pelo rap com­bat­ente do Pâni­co Bru­tal e con­tará com a exper­iên­cia do Live Paint Afro­fu­tur­ista de Felipe 3visão, dan­do vis­i­bil­i­dade à potên­cia artís­ti­ca e cul­tur­al do Fundão do Ipi­ran­ga.

Inter­venção: Poéti­cas Mod­er­nas
20/11 das 11h às 12h e das 13h às 14h

Nes­ta inter­venção, a escrito­ra e poet­i­sa Tawane Theodoro apre­sen­ta poe­sias de autoras e autores negros, con­stru­in­do diál­o­gos entre o Dia da Con­sciên­cia Negra e o cen­tenário da Sem­ana de Arte Mod­er­na de 22 e mostran­do ao públi­co as ale­grias e as dores de ambas épocas. A ativi­dade tam­bém faz parte da Agen­da Tar­si­la (agendatarsila.com.br)

Fábri­ca de Cul­tura Brasilân­dia

Mostra de cur­tas metra­gens encon­tros “Con­ga­do” – Um filme de Éri­ca dos Anjos

24/11, às 16h
Platafor­ma: Youtube

O cur­ta abor­da a importân­cia do con­ga­do, que é apre­sen­ta­do no filme pelo pon­to de vista históri­co e rela­ta a importân­cia da rep­re­sen­ta­tivi­dade do povo negro, desmisti­f­i­can­do a fes­ta e o sin­cretismo reli­gioso exis­tentes no tradi­cional folgue­do históri­co, sím­bo­lo da memória pop­u­lar.

Músi­ca: “Brasil­i­dade – Muito Praz­er, as Iyálódes”

27/11, às 16h
Pres­en­cial

O show “Brasil­i­dade – Muito Praz­er, as Iyálódes” apre­sen­ta o poder da mul­her negra den­tro do cenário musi­cal por meio das músi­cas de com­pos­i­toras negras ou das que fiz­er­am suces­so nas vozes de can­toras negras.

Fábri­ca de Cul­tura Diade­ma

Cul­tura Ger­al: Como cuidar da pele negra nos tem­pos de hoje?

20/11, às 20h30
Platafor­ma: Youtube

A pele negra tam­bém é tema de debate e a far­ma­cêu­ti­ca Ari­na Gabriela pro­move um bate papo on line onde abor­da as car­ac­terís­ti­cas da pele negra e todos os mitos que a cer­cam. Tam­bém falará sobre auto cuida­do e empodera­men­to.

Cul­tura Afro: Uru­cun­go (Berim­bau)

20/11, às 16h
Platafor­ma: Youtube

O cole­ti­vo “Que­bran­do a Cabaça Espal­han­do Sementes” apre­sen­ta a  história de “Uru­cun­go” Berim­bau. A ativi­dade pas­seia pelo instru­men­to através da ances­tral­i­dade e mostra, com ativi­dades, toda a ener­gia,  musi­cal­i­dade e inspi­rações que o Uru­cun­go – berim­bau rep­re­sen­ta.

Fábri­ca de Cul­tura Jaçana

Cul­tura Afro – empreende­doris­mo: “Trançan­do Histórias”

25/11, às 19h
Platafor­ma: Youtube

O empreende­doris­mo afro gan­ha destaque com o bate-papo entre Letí­cia San­tos e Zel­ma Tranças, em “Trançan­do Histórias”. Durante a con­ver­sa, Zel­ma nar­ra sua biografia, fala da importân­cia do tra­bal­ho que real­iza, espe­cial­iza­do em beleza afro, e da sua influên­cia entre os novos profis­sion­ais da área.

Fábri­ca de Cul­tura Vila Nova Cachoeir­in­ha

Músi­ca: Show entre águas com Saman­tha Rebelles

20/11, às 18h
Platafor­ma: Youtube

A can­to­ra Saman­tha Rebelles apre­sen­ta o show “Entre Águas”. Por meio desse tra­bal­ho autoral, ela saú­da as grandes mães cul­tuadas nos ter­reiros do can­domblé, as yabas Oxum, Ieman­já e Ian­sã, e pas­seia pela relação entre a músi­ca negra brasileira e as diás­po­ras africanas.

Infor­mações: https://www.poiesis.org.br

Fábri­ca de Cul­tura 4.0 São Bernar­do do Cam­po

Exposição: Enci­clopé­dia Negra

20 de Novem­bro, 14h

Local: Bib­liotech (Pres­en­cial)

Quem são as pes­soas que con­struíram nos­sa nação e tiver­am as feições apa­gadas pela história e pelo racis­mo? Basea­da no livro: Enci­clopé­dia Negra, de Flávio dos San­tos Gomes, Jaime Lau­ri­ano e Lil­ia Moritz Schwar­cz, a Bib­liotech fará uma exposição tec­nológ­i­ca e inter­a­ti­va com a aju­da de tablets disponíveis no espaço. De maneira online, o públi­co se apro­fun­da na biografia de algu­mas das fig­uras retratadas no livro, que con­tém retratos feitos por 36 artis­tas negros.

Interior

Museu Felí­cia Leirn­er

Con­tação de História: Meu Cre­spo é de Rain­ha

20/11, às 15h
Con­tação de história basea­da no livro de Bell Hooks, “Meu Cre­spo é de Rain­ha”. O públi­co será con­vi­da­do a par­tic­i­par da leitu­ra e bonecas serão uti­lizadas para  aux­il­iar na con­tação. Em segui­da, os par­tic­i­pantes realizarão um desen­ho sobre o que enten­der­am da nar­ração.

Con­sciên­cia Negra: Boneca Abay­o­mi

21/11, às 11h
A ofic­i­na “Boneca Abay­o­mi” pro­move o res­gate da iden­ti­dade africana na cul­tura brasileira. Serão uti­liza­dos teci­dos, cin­tos e tur­bantes na feitu­ra de bonecas, a fim de pro­mover uma viagem no tem­po. As Abay­o­mi fazem parte da iden­ti­dade afro-brasileira e se tornaram sím­bo­lo de resistên­cia, tradição e poder fem­i­ni­nos.

Local: Mídias Soci­ais (YouTube: /museufelicialeirner / Insta­gram: @museufelicialeirner | Face­book: /museufelicialeirner | Twit­ter: /mfelicialeirner)

Infor­mações: https://www.museufelicialeirner.org.br/

Museu Índia Vanuíre

Exposição Tem­porária: Movi­men­to Negro em Tupã: Raízes e Resistên­cia

Data: de 16 a 30/11
Para cel­e­brar o Dia da Con­sciên­cia Negra, foi inau­gu­ra­da a exposição tem­porária “Movi­men­to Negro em Tupã: Raízes e Resistên­cia”. Fotografias, tex­tos, depoi­men­tos e obje­tos que exal­tam a tra­jetória e a resistên­cia do Movi­men­to Negro em Tupã, no inte­ri­or de São Paulo.

Local: Museu H. P. Índia Vanuíre (Rua Coroa­d­os, 521 – Tupã/SP)

Indi­cação de leitu­ra

20 e 27/11
Todos os sába­dos de novem­bro, o Museu Índia Vanuíre irá indicar um livro que abor­da as temáti­cas do museu. A leitu­ra pode ser fei­ta através de livrarias on line e e‑books gra­tu­itos.

Con­sciên­cia Negra: Caça Palavras

21 e 28/11
As redes soci­ais do Museu índia Vanuíre pro­movem um Caça Palavras que abor­da con­teú­dos sobre a importân­cia do Dia da Con­sciên­cia Negra e mostra per­son­al­i­dades negras brasileiras.

Infor­mações: https://museuindiavanuire.org.br/

Museu Casa de Porti­nari

Roda de Con­ver­sa Dia da Con­sciên­cia Negra

20/11, às 10h
A pro­fes­so­ra Cami­la Gonçalves Lima Rosa media uma roda de con­ver­sa onde rela­ta a tra­jetória da Dra. Maria do Car­mo Valério Nico­lau, uma mul­her negra nasci­da em Brodows­ki em 1932 que, de ouvinte na sala de aula, tornou ‑se pro­fes­so­ra, advo­ga­da, jor­nal­ista, escrito­ra e pre­cur­so­ra na pro­dução de maquiagem para pele negra. Ela criou a mar­ca Muene, con­heci­da inter­na­cional­mente.

O Negro na obra de Porti­nari

20/11, às 10h
Em cel­e­bração ao dia da Con­sciên­cia Negra, as mídias soci­ais do Museu da Casa de Porti­nari apre­sen­tam algu­mas obras de Can­di­do Porti­nari, artista que retrata­va cor­pos negros como sím­bo­lo de brasil­i­dade.

Local: Mídias Soci­ais (YouTube: /casadeportinari | (Insta­gram: @museucadeportinari | Face­book: /museucasadeportinari | Twit­ter: /casadeportinari)

Infor­mações: https://www.museucasadeportinari.org.br/

Litoral

Museu do Café

Educa­ti­vo: Dis­tribuição de kits para pro­dução da boneca Abay­o­mi

20/11, das 11h às 16h
O Museu irá pro­por a pro­dução das bonecas Aabay­o­mi. O obje­ti­vo é  pro­mover o res­gate da iden­ti­dade africana na cul­tura brasileira. As Abay­o­mi fazem parte da iden­ti­dade afro-brasileira e se tornaram sím­bo­lo de resistên­cia, tradição e poder fem­i­ni­no.

Ofic­i­na: “As Mari­posas”

21/11, às 16h
A ofic­i­na propõe uma roda de con­ver­sa para debater questões pre­sentes no cotid­i­ano de mul­heres negras, tais como: vio­lên­cia e a redução de danos e o res­gate da autoes­ti­ma. Durante a con­ver­sa cada par­tic­i­pante poderá pro­duzir sua própria boneca ances­tral. A ativi­dade bus­ca res­gatar a rep­re­sen­ta­tivi­dade das mul­heres negras.

Infor­mações: https://www.museudocafe.org.br/

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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