Brasil acumula 4,4 milhões de casos e 135 mil mortes por covid-19

© Governo do Estado de São Paulo (Reprodução)

Há 2.352 óbitos em investigação pelas autoridades de saúde


19:43 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

O Brasil passou das 135 mil mortes por covid-19, nesta sexta-feira (18). O número foi divulgado na atualização do Ministério da Saúde. Nas últimas 24 horas, foram registrados 858 óbitos pela covid-19, totalizando 135.793 mortes, desde o início da pandemia. Ainda há 2.352 óbitos em investigação pelas autoridades de saúde. Ainda de acordo com os dados, o país se aproxima da marca de 4,5 milhões de casos acumulados. Entre ontem e hoje, somaram-se às estatísticas 39.797 pacientes diagnosticados com a covid-19, totalizando 4.495.183 casos acumulados.

(Reprodução)

Covid-19: Brasil chega a 4 milhões de casos acumulados

© REUTERS/Wolfgang Rattay/Direitos Reservados (Reprodução)

Óbitos por covid-19 são 124,6 mil; recuperados chegam a 80,4% do total


Publicado em 03/09/2020 – 20:10 Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Brasil atingiu pouco mais de 4 milhões de casos acumulados de covid-19, segundo informa o balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (3). Desde o início da pandemia, 4.041.638 pessoas foram infectadas com o coronavírus. Entre ontem e hoje, as secretarias de saúde acrescentaram às estatísticas 43.773 novos pacientes diagnosticados com a doença. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 3.997.865 casos desde o início da pandemia. Ainda conforme a atualização, a pandemia do novo coronavírus é responsável por 124.614 mortes. Nas últimas 24 horas, foram registrados 834 novos óbitos em decorrência da doença. O boletim informa também que a taxa de recuperados aumentou, e já passa de 80% do número total de vítimas. O Brasil registra 3.247.610 pacientes recuperados – 80,4% do total de infectados. Outras 669.414 pessoas ainda estão sob cuidados médicos e são consideradas casos em acompanhamento.

(Reprodução)

Covid-19: Brasil tem 123,7 mil mortes e 3,99 milhões de casos

© Reuters© (Reprodução)

Já se recuperaram da doença 3.210.405 brasileiros


Publicado em 02/09/2020 – 18:47 Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Brasil chegou a 123.780 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 1.184 novos óbitos pela covid-19. Os dados forma divulgados pelo Ministério da Saúde durante entrevista coletiva para apresentar os dados do boletim epidemiológico sobre a doença. Ontem, o painel do ministério marcava 122.596 óbitos. Há 2.658 falecimentos em investigação. De acordo com o balanço da pasta, o número de acasos acumulados alcançou 3.997.865. Entre ontem e hoje, as secretarias estaduais de saúde identificaram 46.934 novas pessoas infectadas. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 3.950.931 casos desde o início da pandemia. Ainda de acordo com a atualização, 663.680 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.210.405 já se recuperaram.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais morte são: São Paulo (30.673), Rio de Janeiro (16.315), Ceará (8.480), Pernambuco (7.656) e Pará (6.201). As Unidades da Federação com menos óbitos são: Roraima (595), Acre (618), Amapá (668), Tocantins (701) e Mato Grosso do Sul (903).

Boletim Epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde (Reprodução)

Aumenta mortalidade materna no Brasil pela covid-19

© Marcello Casal Jr / Agência Brasil (Reprodução)

SUS recebe R$ 260 milhões para atendimento a gestantes

Publicado em 28/08/2020 – 18:10 Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Atualizado em 28/08/2020 – 19:38


Segundo o Ministério da Saúde, até o momento, foram identificadas 6 mil gestantes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 2,7 mil infectadas com o novo coronavírus. O sistema da pasta registra também 221 mortes por SRAG, com 155 de mulheres com covid-19. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28) durante entrevista online

Testagem

As gestantes devem ser testadas para covid-19, mesmo se não apresentarem sintomas de infecção pelo novo coronavírus. A orientação faz parte de um conjunto de ações para este público e puérperas durante a pandemia previsto em portaria publicada nesta semana pelo Ministério da Saúde e em manual sobre o tema que será divulgado em breve. Em entrevista online, gestores do órgão apontaram a necessidade de cuidados específicos com estas mulheres. Eles mencionaram estudo do Centro para Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos segundo o qual gestantes têm maior probabilidade de agravamento com internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), necessidade de ventilação e até mesmo evolução para morte. Ainda conforme a pesquisa do CDC, gestantes com covid-19 possuem risco 1,5 vez maior de ir para a UTI e 1,7 mais chances de necessitar de ventilação mecânica do que as demais mulheres. Por isso uma das medidas é a testagem, para identificar se a paciente foi infectada ou não. As orientações do Ministério da Saúde também incluem a importância de isolar a gestante para evitar a contaminação.
“Cabe ao poder público oferecer o isolamento. Pode ser em hotel, em casa de gestante. Mas aquela paciente precisa tomar todos os cuidados para não ser infectada”, destacou o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Parente.
A professora titular do departamento de Obstetrícia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e coordenadora do grupo que elaborou o manual de orientações, Rosiane Mattar, enfatizou a importância de manter o pré-natal, mesmo no cenário de pandemia.
“As grávidas precisam ser atendidas no pré-natal porque elas têm outras comorbidades ou podem ter dúvida. Para fazer isolamento uma parte do atendimento pode ser por teleatendimento.  Se é de baixo risco pode ficar em uma maternidade de baixo risco. Se tem quadro com algum agravamento, deve ir para hospital com UTI”, sugeriu.
Como mencionou a professora, as recomendações do Ministério da Saúde incluem a disponibilização de estruturas de atendimento como UTIs para o caso de agravamento. Rosiane Mattar afirmou que a covid-19 não implica a necessidade de cesariana. Mas pode aumentar a indicação. “Só que este procedimento pode acabar piorando a situação do paciente”, alertou. O ministério anunciou ações da pasta para este público, como incentivo de R$ 800 para equipes da atenção primária com gestantes cadastradas, de R$ 7.280 para apoiar o isolamento de grávidas e puérperas e de R$ 10 mil para casas de gestante, bebê e puérpera em funcionamento para medidas de prevenção à covid-19. Veja na TV Brasil
*Texto alterado às 19h37 para acréscimo de informações. 

Edição: Liliane Farias

Agência Brasil / EBC