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Governo “joga dentro das quatro linhas” da Constituição, diz Bolsonaro

O presidente da República, Jair Bolsonaro fala à imprensa, após cerimônia de assinatura do termo de colaboração e transferência de tecnologia do laboratório AstraZeneca com a Fiocruz
Repro­dução: Agên­cia Brasil

Presidente participava de cerimônia do Ministério da Defesa


Pub­li­ca­do em 10/06/2021 — 12:53 Por Luciano Nasci­men­to – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O pres­i­dente Jair Bol­sonaro disse hoje (10) que o gov­er­no “joga den­tro das qua­tro lin­has” da Con­sti­tu­ição Fed­er­al.

“Temos um gov­er­no que joga estri­ta­mente den­tro das qua­tro lin­has da nos­sa Con­sti­tu­ição. Isso é sinal de paz, har­mo­nia e pro­gres­so para todos”, afir­mou Bol­sonaro durante cer­imô­nia de comem­o­ração aos 22 anos do Min­istério da Defe­sa.

Na ocasião, hou­ve a entre­ga de medal­has da Ordem do Méri­to da Defe­sa a min­istros, par­la­mentares e out­ras autori­dades.

Imposição política

Durante o dis­cur­so, Bol­sonaro lem­brou a con­cepção da pas­ta, em 1999, com a aprovação de uma pro­pos­ta de emen­da à Con­sti­tu­ição. De acor­do com o pres­i­dente, que disse ter vota­do con­tra a cri­ação do Min­istério da Defe­sa, a ini­cia­ti­va se deu muito mais por imposição políti­ca do que por “neces­si­dade mil­i­tar”.

“Ela veio muito mais por uma imposição políti­ca do que uma neces­si­dade mil­i­tar, mas, mes­mo assim, ela foi aprova­da sem mui­ta dis­cussão”, afir­mou.

Bol­sonaro criti­cou a pre­sença de civis no coman­do da pas­ta, ocor­ri­da em out­ros gov­er­nos, ao afir­mar que “fil­i­ações políti­co-par­tidárias ocu­param a frente do min­istério da Defe­sa”.

O pres­i­dente lem­brou que o retorno dos mil­itares ao coman­do da Defe­sa teve iní­cio com o gov­er­no do então pres­i­dente Michel Temer, que foi respon­sáv­el por colo­car à frente do min­istério o gen­er­al Sil­va e Luna.

“E, real­mente, esse amadurec­i­men­to começou a se acel­er­ar. Chegou o nos­so gov­er­no, colo­quei o gen­er­al Fer­nan­do Azeve­do e, ago­ra, o gen­er­al Bra­ga Net­to à frente da Defe­sa”, disse.

Defesa da nação

O min­istro da Defe­sa, Bra­ga Net­to, disse que, ao lon­go da existên­cia da pas­ta, o min­istério pres­en­ciou alter­ações no cenário inter­na­cional e no “entorno estratégi­co” do país.

“A defe­sa da nação exige o esta­b­elec­i­men­to de políti­cas, estraté­gias, pro­je­tos, planos e ações alin­hadas e integradas que per­mi­tam garan­tir a pre­sença e a dis­suasão para se con­tra­por à cobiça exter­na”, dis­cur­sou.

Bra­ga Net­to disse ain­da que a pan­demia de covid-19 exige união de esforços, e não “cizâ­nias”.

“A Defe­sa e as Forças Armadas estão coesas e dis­ci­plinadas na preser­vação dos mais caros val­ores nacionais, no propósi­to de atu­arem como vetores de esta­bil­i­dade insti­tu­cional, para garan­tir a sobera­nia e a manutenção da paz e da liber­dade da pop­u­lação brasileira”, disse o min­istro.

Tam­bém estiver­am pre­sentes na cer­imô­nia os pres­i­dentes da Câmara dos Dep­uta­dos, Arthur Lira (PP-AL), do Sena­do, Rodri­go Pacheco (DEM-MG), além de min­istros de Esta­do.

Edição: Lílian Beral­do

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