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Butantan confirma mais 28 amostras da variante delta em São Paulo

Diagnóstico laboratorial de casos suspeitos do novo coronavírus (2019-nCoV), realizado pelo Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como Centro de Referência Nacional em Vírus Respiratórios para o Ministério da Saúde
Repro­dução: © Divulgação/Josué Dama­ce­na (IO

Prefeitura e Instituto registram 50 diagnósticos para a nova variante


Pub­li­ca­do em 04/08/2021 — 09:15 Por Lud­mil­la Souza – Repórter da Agên­cia Brasil — São Paulo

Até ontem (3), 28 novas amostras da vari­ante delta do novo coro­n­avírus foram con­fir­madas na cap­i­tal de São Paulo. O mon­i­tora­men­to ati­vo da prefeitu­ra, em parce­ria com o Insti­tu­to Butan­tan, detec­tou até o momen­to 50 diag­nós­ti­cos para a nova vari­ante no municí­pio. Os casos estão em inves­ti­gação pelas respec­ti­vas Unidades Bási­cas de Saúde (UBSs) da rede munic­i­pal.  

O mon­i­tora­men­to das vari­antes na cap­i­tal é real­iza­do por meio de cál­cu­lo amostral, por sem­ana epi­demi­ológ­i­ca. As amostras seguem para análise do lab­o­ratório do Insti­tu­to Butan­tan, onde é real­iza­do o sequen­ci­a­men­to genéti­co.

Além dessa ação de mon­i­tora­men­to, a Sec­re­taria Munic­i­pal da Saúde (SMS) tam­bém real­i­zou parce­ria com o Insti­tu­to de Med­i­c­i­na Trop­i­cal (IMT) da Uni­ver­si­dade de São Paulo (USP) e pos­sui a vig­ilân­cia do lab­o­ratório estad­ual do Insti­tu­to Adol­fo Lutz.

Sem­anal­mente, cer­ca de 600 amostras são envi­adas aos respec­tivos lab­o­ratórios. O obje­ti­vo do tra­bal­ho é iden­ti­ficar quais cepas cir­cu­lam pela cidade. A ação com os lab­o­ratórios foi ini­ci­a­da em abril de 2021.

Recomendações

O que se recomen­da neste momen­to é que se man­ten­ha o uso cor­re­to das más­caras (cobrindo o nar­iz e a boca), dis­tan­ci­a­men­to social, higi­en­iza­ção de mãos e, prin­ci­pal­mente, evi­tar aglom­er­ações.

Se a pes­soa apre­sen­tar qual­quer sin­toma com­patív­el com sín­drome gri­pal é necessário procu­rar uma unidade de saúde e todos os casos sus­peitos devem ser ime­di­ata­mente noti­fi­ca­dos e inves­ti­ga­dos clíni­ca e lab­o­ra­to­rial­mente.

A par­tir daí, é necessário ficar em iso­la­men­to por no mín­i­mo 10 dias. Os con­tatos próx­i­mos devem faz­er quar­ente­na de 14 dias.

A SMS tam­bém reforça ao públi­co elegív­el para tomar a vaci­na anti­covid e não deixar de tomar a segun­da dose para com­ple­tar o ciclo vaci­nal.

Barreiras sanitárias

Des­de 27 de maio, há cin­co bar­reiras san­itárias insta­l­adas no municí­pio. Elas estão no Aero­por­to de Con­gonhas e nos ter­mi­nais rodoviários do Tietê, Bar­ra Fun­da e Jabaquara.

Até o dia 29 de jul­ho, 328.440 pes­soas foram abor­dadas, após desem­bar­que de 14.615 ônibus e 1.158 voos. Ao todo, foram reg­istra­dos 178 pas­sageiros sin­tomáti­cos res­pi­ratórios. Tam­bém foram real­izadas 562 ações educa­ti­vas com 11.038 pan­fle­tos entregues. Até o dia 23 de jul­ho, foram oito casos pos­i­tivos ver­i­fi­ca­dos nes­sas bar­reiras.

Edição: Denise Griesinger

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