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Bolsonaro defende política de emprego e comenta falas durante pandemia

Repro­dução: © Agên­cia Brasil

Candidato disse que trabalho é instrumento de combate às drogas


Pub­li­ca­do em 13/09/2022 — 00:58 Por Vladimir Platonow — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

Ouça a matéria:

O can­dida­to à reeleição para a Presidên­cia da Repúbli­ca, Jair Bol­sonaro, foi sabati­na­do nes­ta segun­da-feira (12) em um pod­cast com lid­er­anças e pas­tores evangéli­cos trans­mi­ti­do em vários canais do YouTube.

Durante o even­to, que foi a úni­ca agen­da como can­dida­to durante o dia, Bol­sonaro respon­deu per­gun­tas sobre sua vida pes­soal, edu­cação, econo­mia, políti­ca e ações durante a pan­demia.

Bol­sonaro falou sobre a isenção do impos­to sobre pro­du­tos indus­tri­al­iza­dos (IPI) para defi­cientes audi­tivos, além de comen­tar o papel da primeira-dama em seu gov­er­no.

Per­gun­ta­do sobre sua políti­ca de com­bate às dro­gas, Jair Bol­sonaro respon­deu que seu gov­er­no tem investi­do muito em casas de reabil­i­tação. Segun­do ele, mais pro­du­ti­vo do que tirar a pes­soa das dro­gas é “não deixá-la entrar”. Segun­do o can­dida­to, uma das for­mas de afas­tar as pes­soas das dro­gas é “pro­mover uma políti­ca de pleno emprego”.

Sobre falas e expressões usadas durante a pan­demia, o can­dida­to à reeleição afir­mou ter se arrepen­di­do de algu­mas fras­es que disse. Bol­sonaro afir­mou que lamen­ta­va ter dito que não “era cov­eiro” e, ain­da, que a imi­tação de uma pes­soa mor­ren­do sufo­ca­da foi reti­ra­da de con­tex­to.

“Eu dei uma alo­pra­da, sim. Eu me arrepen­do. Os caras [da mídia] que­ri­am me tirar do sério. Eu tive covid-19. Fui do grupo de risco. Eu tomei remé­dio e no dia seguinte esta­va bom. Mas a impren­sa toda mas­sacrou no negó­cio de cov­eiro, de jacaré, tol­heu a autono­mia médi­ca. A questão do cov­eiro eu reti­raria. O jacaré foi uma figu­ra de lin­guagem, eu pode­ria não usar. [A questão da asfix­ia], se você pegar a imagem, eu não estou zom­ban­do de ninguém, como quis­er­am diz­er”, disse Bol­sonaro ao respon­der os entre­vis­ta­dores.

O políti­co falou tam­bém sobre a guer­ra entre Rús­sia e Ucrâ­nia e disse que se encon­trou por cer­ca de 3 horas com o pres­i­dente rus­so, Vladimir Putin. Além de garan­tir a impor­tação de fer­til­izantes rus­sos, o Brasil tam­bém rece­berá, em breve, óleo diesel daque­le país. Entre os motivos apon­ta­dos por Putin para a invasão, a pre­ten­são ucra­ni­ana de ingres­sar na Otan.

O can­dida­to tam­bém defend­eu a políti­ca de facil­i­tação da posse de armas, sus­ten­tan­do que uma pes­soa arma­da “con­segue frear a vio­lên­cia ao intim­i­dar os crim­i­nosos”. Segun­do Bol­sonaro, o maior número de armas na sociedade tem pro­duzi­do redução na vio­lên­cia.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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