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Bolsonaro diz que fará, com governo de Minas Gerais, metrô de BH

Repro­dução: © Agên­cia Brasil

Declaração foi feita em reunião com políticos


Pub­li­ca­do em 19/10/2022 — 19:58 Por Vladimir Platonow — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro
Atu­al­iza­do em 19/10/2022 — 22:11

Ouça a matéria:

O can­dida­to à reeleição à Presidên­cia da Repúbli­ca pelo PL, Jair Bol­sonaro, afir­mou que, se gan­har as eleições, vai finan­ciar, em parce­ria com o gov­er­no de Minas Gerais, o metrô de Belo Hor­i­zonte. A declar­ação foi fei­ta na tarde des­ta quar­ta-feira (19) em reunião com prefeitos e lid­er­anças políti­cas de todo o país no Palá­cio da Alvo­ra­da.

“Já acer­ta­mos com o [gov­er­nador reeleito de Minas Gerais Romeu] Zema, está defin­i­ti­vo, a con­strução do metrô de BH. É um tra­bal­ho que foi trata­do com o Tar­cí­sio [de Fre­itas, ex-min­istro da Infraestru­tu­ra]. Então, são R$ 2,8 bil­hões do gov­er­no fed­er­al e R$ 400 mil­hões do Zema e está resolvi­da a questão do metrô lá em Belo Hor­i­zonte”, declar­ou o can­dida­to à reeleição.

O metrô de BH pos­sui atual­mente uma lin­ha, entre Eldo­ra­do e Vilar­in­ho, com 19 estações e 28,1 km de exten­são, trans­portan­do cer­ca de 178 mil pes­soas por dia. Esta lin­ha pre­cisa de várias obras de revi­tal­iza­ção. A Lin­ha 2, lig­an­do Bar­reiro a Calafate, chegou a ter as obras ini­ci­adas em 1998, ten­do sido par­al­isadas em 2004.

Desoneração

Bol­sonaro disse que man­terá a des­on­er­ação dos encar­gos das fol­has de paga­men­tos de diver­sas cat­e­go­rias e que incluirá, já dev­i­da­mente avali­a­do pelo min­istro da Econo­mia, Paulo Guedes, o setor da saúde.

“Nós temos hoje em dia 17 cat­e­go­rias com des­on­er­ação da fol­ha. O Paulo Guedes estu­dou e disse que é pos­sív­el. Vamos entrar na des­on­er­ação da fol­ha e incluir tam­bém os serviços de saúde”, anun­ciou.

Bol­sonaro ressaltou os bons números da econo­mia brasileira nos últi­mos meses e ques­tio­nou qual seria a situ­ação do país, se não tivesse havi­do a pan­demia de covid-19, que acabou tra­van­do a econo­mia em todo o plan­e­ta.

“Como estaria o Brasil sem covid? Estaria voan­do, com toda certeza. Eu acho que o nos­so cresci­men­to estaria bem aci­ma dos 4% por ano. Hoje nós temos uma das menores inflações do ano entre os país­es do mun­do todo. Somos o país que mais empre­ga, até mes­mo no G20 [grupo dos 20 país­es mais ricos]”, disse.

LGBT

O can­dida­to lem­brou de ataques dos adver­sários, dizen­do que seu gov­er­no perseguiria os gays, o que, segun­do Bol­sonaro, não acon­te­ceu.

“Falaram, durante a cam­pan­ha, que eu ia perseguir a pop­u­lação LGBT. Algu­ma notí­cia de que ten­ha aumen­ta­do a vio­lên­cia nesse grupo? Não. Porque trata­mos igual­mente todo mun­do. A [ex-min­is­tra da Mul­her, da Família e dos Dire­itos Humanos] Damares fez um exce­lente tra­bal­ho nes­sa questão”, disse o can­dida­to à reeleição.

“O que é tratar bem a comu­nidade LGBT? É inseri-la no mer­ca­do de tra­bal­ho. E pon­to final. O que cada um vai faz­er entre qua­tro pare­des, é prob­le­ma dele. É praz­er dele. Eu não ten­ho nada a ver com isso”.

O can­dida­to reit­er­ou aos pre­sentes que o seu gov­er­no será sem­pre guia­do pela Con­sti­tu­ição. E que somente fará mudanças através de decre­tos onde isto for necessário.

“Diz­er a vocês que a min­ha car­ta à democ­ra­cia não é um papelz­in­ho de ocasião, a min­ha car­ta à democ­ra­cia é a nos­sa Con­sti­tu­ição”, disse.

Matéria alter­a­da às 22h11. Ao con­trário do infor­ma­do ante­ri­or­mente, o can­dida­to Jair Bol­sonaro se reuniu com prefeitos e políti­cos de todo o país e não ape­nas de Minas Gerais.

Edição: Fábio Mas­sal­li

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