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Bombeiros salvam mais de 1,6 mil vidas nas praias do Rio no carnaval

Repro­dução: © Fer­nan­do Frazão/Agência Brasil

Cerca de 120 mil ações de prevenção foram realizadas


Pub­li­ca­do em 22/02/2023 — 23:20 Por Dou­glas Cor­rêa — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

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O Gru­pa­men­to Marí­ti­mo de Sal­va­men­to (G‑Mar) do Cor­po de Bombeiros do Rio de Janeiro real­i­zou 1.646 sal­va­men­tos marí­ti­mos em todo o esta­do nos qua­tro dias de car­naval. Cer­ca de 120 mil ações de pre­venção foram real­izadas pelos guar­da-vidas e 191 cri­anças per­di­das foram res­gatadas.

Des­de o iní­cio da Oper­ação Verão, no dia 21 de dezem­bro de 2022, já foram efe­t­u­a­dos mais de 7 mil sal­va­men­tos marí­ti­mos, 434 mil ações de pre­venção e 1.533 res­gates de cri­anças per­di­das.

Na últi­ma terça-feira (21) duas pes­soas mor­reram afo­gadas no mar, que esta­va de ressaca, com muitas valas e cor­rentes. Na pra­ia de Copaca­bana, a tur­ista Kari­na Amaro mor­reu afo­ga­da. Ela tin­ha 33 anos e veio de Juiz de Fora (MG) para pas­sar o car­naval no Rio. Ela veio de excursão para a cidade e ao entrar no mar acabou arras­ta­da por uma onda e começou a se afog­ar. Kari­na foi reti­ra­da da água pelos guar­da-vidas, mas bebeu mui­ta água e, ape­sar dos esforços da equipe, não resis­tiu.

A out­ra morte acon­te­ceu na pra­ia de Itaipuaçu, em Mar­icá, na região met­ro­pol­i­tana. Jack de Lima, tam­bém de 33 anos, se afo­gou ao entrar no mar agi­ta­do e foi arras­ta­do por uma onda. Os guar­da-vidas chegar a usar um helicóptero e motos aquáti­cas no sal­va­men­to, mas a víti­ma já foi reti­ra­da do mar sem vida.

Prevenção

O Cor­po de Bombeiros do Rio reforçou as ações de pre­venção a afoga­men­tos durante o Car­naval. Nos dias de folia, além do patrul­hamen­to osten­si­vo do litoral com aeron­aves, botes, lan­chas e motos aquáti­cas e da ori­en­tação dada aos ban­his­tas, a cor­po­ração tam­bém real­i­zou abor­da­gens aos foliões de blo­cos que des­fil­am na orla. São comuns os casos de afoga­men­tos asso­ci­a­dos à ingestão de bebidas alcoóli­cas antes do mer­gul­ho no mar, por exem­p­lo. Os mil­itares se posi­cionaram em aces­sos à pra­ia, como saí­das de metrô e pon­tos de ônibus.

Edição: Marce­lo Brandão

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