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Caged: Brasil cria 316 mil postos de trabalho formal em julho

Repro­dução: © Agên­cia Brasília

Região Sudeste foi a que gerou mais postos de trabalho


Pub­li­ca­do em 26/08/2021 — 11:40 Por Pedro Peduzzi — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O Brasil reg­istrou um sal­do de 316.580 novos tra­bal­hadores con­trata­dos com carteira assi­na­da em jul­ho de 2021. O sal­do é o resul­ta­do de um total de 1.656.182 admis­sões e 1.339.602 desliga­men­tos. De acor­do com o Cadas­tro Ger­al de Empre­ga­dos e Desem­pre­ga­dos (Novo Caged) divul­ga­do hoje (26) pelo Min­istério do Tra­bal­ho, o salário médio de admis­são caiu 1,25% na com­para­ção com o mês ante­ri­or, situan­do-se em R$ 1.801,99.

No acu­mu­la­do do ano, o país reg­is­tra sal­do de 1.848.304 empre­gos, decor­rente de 11.255.025 admis­sões e de 9.406.721 desliga­men­tos. O estoque nacional de empre­gos for­mais, que é a quan­ti­dade total de vín­cu­los celetis­tas ativos, rel­a­ti­vo a jul­ho ficou em 41.211.272 vín­cu­los, o que rep­re­sen­ta uma vari­ação de 0,77% em relação ao estoque do mês ante­ri­or.

Regiões e estados

A Região Sud­este foi a que ger­ou mais pos­tos de tra­bal­ho. O sal­do pos­i­ti­vo ficou em 161.951 vagas, o que cor­re­sponde a um aumen­to de 0,77% ante a jun­ho. No Nordeste foram cri­a­dos 54.456 pos­tos (+0,83%); na Região Sul o sal­do tam­bém ficou pos­i­ti­vo (42.639 pos­tos, +0,55%), a exem­p­lo do Cen­tro-Oeste (+35.216 pos­tos, +1,01%) e do Norte (+22.417 pos­tos, +1,18%).

São Paulo foi o esta­do que reg­istrou o maior sal­do pos­i­ti­vo, com 104.899 novos pos­tos de tra­bal­ho (+0,82%, na com­para­ção com jun­ho), segui­do de Minas Gerais (+34.333 pos­tos; +0,79%); e Rio de Janeiro: (+18.773 pos­tos; +0,58%).

Já as unidades fed­er­a­ti­vas com o menor sal­do foram o Acre (806 novos pos­tos; cresci­men­to de 0,90% ante ao mês ante­ri­or); Amapá (sal­do de 794 pos­tos; +1,17%); e Roraima: (sal­do de 332 pos­tos; cresci­men­to de 0,55%).

Salário médio de admissão

O salário médio de admis­são em jul­ho de 2021 (R$1.801,99) apre­sen­ta uma que­da real de R$ 22,72 na com­para­ção com jun­ho de 2021. A vari­ação cor­re­sponde a um per­centu­al de ‑1,25%.

Na indús­tria de trans­for­mação, a que­da do val­or médio de admis­são (-1,69%) resul­tou em um salário ini­cial de R$ 1.767,15. No setor de con­strução, a que­da (-0,65%) fez com que o salário médio ini­cial reg­istra­do ficas­se em R$ 1.848,81. Já a que­da do salário médio de admis­são do setor de serviços ficou em ‑1,49%. Com isso, o salário médio ini­cial do setor está em R$1.965,68.

Edição: Maria Clau­dia

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