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Fiocruz confirma subvariante Ômicron BQ.1 na cidade do Rio de Janeiro

Repro­dução: © NIAID

Secretaria de Saúde alerta para importância da vacina contra covid-19


Pub­li­ca­do em 05/11/2022 — 18:08 Por Ake­mi Nita­hara – Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

Ouça a matéria:

Foi iden­ti­fi­ca­da na cidade do Rio de Janeiro a cir­cu­lação local da sub­vari­ante Ômi­cron BQ.1 do novo coro­n­avírus, cau­sador da pan­demia de covid-19. De acor­do com a Sec­re­taria Munic­i­pal de Saúde , a con­fir­mação ocor­reu por meio de sequen­ci­a­men­to genéti­co feito pela Fun­dação Oswal­do Cruz (Fiocruz).

“No momen­to, a recomen­dação é para que aque­les que ain­da não tomaram a dose de reforço da vaci­na con­tra a covid-19 pro­curem uma unidade de saúde a par­tir de segun­da-feira (7), para con­cluir o esque­ma de imu­niza­ção’, aler­ta a sec­re­taria.

Segun­do o secretário munic­i­pal de Saúde, Daniel Soranz, a sub­vari­ante pode estar rela­ciona­da com o aumen­to no número de casos ver­i­fi­ca­da nas últi­mas sem­anas.

“Essa sub­vari­ante pode sim estar provo­can­do um aumen­to de número de casos nesse momen­to. É uma sub­vari­ante que não tem nen­hum sinal de maior gravi­dade do que out­ras sub­vari­antes, mas merece toda atenção para aque­la pop­u­lação que ain­da não se vaci­nou. Então as pes­soas que não tomaram a dose de reforço devem procu­rar uma unidade de saúde para realizar a dose de reforço, porque a vaci­na pro­tege con­tra a sub­vari­ante para inter­nação e para óbito”.

No municí­pio, 25% da pop­u­lação adul­ta não rece­beu a primeira dose de reforço da vaci­na con­tra a covid-19. A segun­da dose foi apli­ca­da em 34,7% dos maiores de 18 anos.

Testagem

A Sec­re­taria de Esta­do de Saúde infor­mou que envi­ou ontem (4) ofí­cio aos 92 municí­pios do esta­do recomen­dan­do a ampli­ação da testagem para covid-19, dev­i­do ao aumen­to na taxa de pos­i­tivi­dade para a doença.

“Uma análise dos últi­mos 15 dias real­iza­da pela vig­ilân­cia estad­ual apon­tou que a taxa de pos­i­tivi­dade dos testes de RT-PCR e antígeno para covid-19 tiver­am aumen­to. A taxa de RT-PCR pas­sou de 3% para 7% e a de antígeno, de 5% para 16%”.

O secretário de esta­do de Saúde, Alexan­dre Chieppe, aler­ta que o aumen­to de casos é ver­i­fi­ca­do em diver­sos país­es.

“Esta­mos obser­van­do em diver­sos país­es do mun­do um aumen­to na trans­mis­são de coro­n­avírus rela­ciona­do ain­da à vari­ante Ômi­cron, que é a preva­lente tam­bém no esta­do do Rio de Janeiro. Neste momen­to, a trans­mis­são ain­da é baixa no esta­do, mas temos acom­pan­hado o cenário em out­ros esta­dos, como São Paulo, e temos um plano de con­tingên­cia, que será colo­ca­do em práti­ca se necessário”.

De acor­do com a secretária, no momen­to não se ver­i­fi­ca a prevalên­cia do Sars-CoV­‑2 entre as doenças res­pi­ratórias no esta­do.

“O lev­an­ta­men­to mostrou ain­da que, emb­o­ra a taxa de pos­i­tivi­dade para covid-19 ten­ha aumen­ta­do, os vírus res­pi­ratórios com maior cir­cu­lação foram o rinovírus, com 21% de prevalên­cia, e o ade­n­ovírus, com 17%. O vírus SARS-CoV­‑2 aparece em 4% das amostras tes­tadas”.

Edição: Fábio Mas­sal­li

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