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Novos ministros tomam posse no Palácio do Planalto

Repro­dução: © José Cruz/Agência Brasil

Quem deixou o cargo poderá concorrer nas eleições 2022


Pub­li­ca­do em 31/03/2022 — 13:53 Por Agên­cia Brasil — Brasília

Tomaram posse na man­hã de hoje (31) os novos min­istros do gov­er­no do pres­i­dente Jair Bol­sonaro, durante cer­imô­nia no Palá­cio do Planal­to.

Os decre­tos com as exon­er­ações a pedi­do dos min­istros foram pub­li­ca­dos mais cedo no Diário Ofi­cial da União (DOU). A saí­da abre aos que deixaram as funções a pos­si­bil­i­dade de se can­di­datarem a car­gos públi­cos nas próx­i­mas eleições.

Durante a cer­imô­nia em que foram assi­na­dos os atos de posse dos novos min­istros, Bol­sonaro agrade­ceu aos que deixaram os car­gos e dese­jou boa sorte aos novos ocu­pantes da Esplana­da.

“Até per­gun­tei: vocês têm certeza dessa decisão de assumir? Porque não é fácil, serão olha­dos com lupa”, disse Bol­sonaro que infor­mou já ter se reunido com os novos min­istros há dois dias.

Quem é quem

No Min­istério da Ciên­cia, Tec­nolo­gia e Ino­vações, o min­istro Mar­cos César Pontes pas­sou o car­go para Paulo César Rezende Alvim. Ao prestar con­tas da sua atu­ação frente à pas­ta, Pontes desta­cou como uma das real­iza­ções a pro­dução nacional de vaci­nas con­tra doenças como a covid-19, a febre-amarela, dengue e chi­cun­gun­ya.

“A par­tir desse ano, o Brasil pas­sa a ser inde­pen­dente des­de o con­ceito até a pro­dução de vaci­nas nacionais, não só para a covid, mas tam­bém para as próx­i­mas pan­demias e para doenças neg­li­gen­ci­adas como febre-amarela, dengue e chikun­gun­ya”, disse.

Já Rogério Mar­in­ho deixou o Min­istério do Desen­volvi­men­to Region­al, pas­ta que terá à frente Daniel de Oliveira Duarte Fer­reira.

O Min­istério do Tur­is­mo será coman­da­do por Car­los Alber­to Gomes de Brito, que sub­sti­tui Gilson Macha­do.

O Min­istério da Cidada­nia ficará a car­go de Ronal­do Vieira Ben­to, que assume o car­go no lugar de João Roma.

Damares Alves deixa o Min­istério da Mul­her, da Família e dos Dire­itos Humanos, que será coman­da­do ago­ra por Cris­tiane Rodrigues Brit­to.

No Min­istério do Tra­bal­ho e Pre­v­idên­cia, Onyx Loren­zoni foi sub­sti­tuí­do por José Car­los Oliveira.

Já no Min­istério da Agri­cul­tura, Pecuária e Abastec­i­men­to, a min­is­tra Tereza Cristi­na dá lugar a Mar­cos Montes Cordeiro. Ao dis­cur­sar, a ex-min­is­tra lem­brou que a pan­demia do novo coro­n­avírus (covid-19) ger­ou um desafio para o agronegó­cio brasileiro, que teve de se adap­tar para man­ter a pro­dução.

“O agronegó­cio foi colo­ca­do à pro­va. Ele se adap­tou, criou pro­to­co­los para per­mi­tir a manutenção dos serviços, a pro­dução, a com­er­cial­iza­ção dos pro­du­tos e ciente da importân­cia do abastec­i­men­to. Esse gov­er­no pro­tegeu essa ativi­dade”, disse.

No Min­istério da Infraestru­tu­ra, sai Tar­cí­sio Gomes de Fre­itas e entra em seu lugar Marce­lo Sam­paio. Ao se des­pedir, Tar­cí­sio disse que com as ações da pas­ta, a matriz de trans­porte no país será mais equi­li­bra­da no futuro, com menor cus­to do frete de mer­cado­rias.

“A gente vai ter, no futuro, uma matriz de trans­portes muito mais equi­li­bra­da, com a par­tic­i­pação muito maior da nave­g­ação de inte­ri­or, da nave­g­ação de cab­o­tagem, do trans­porte fer­roviário, que vai dobrar a par­tic­i­pação, ter­e­mos uma ofer­ta de trans­porte muito maior”, dis­cur­sou.

Quem tam­bém se des­pediu do car­go foi a min­is­tra da Sec­re­taria de Gov­er­no, Flávia Arru­da, que dá lugar a Célio Faria Júnior. A ex-min­is­tra vol­ta a ocu­par sua vaga como dep­uta­da fed­er­al.

Ao se des­pedir da pas­ta, Flávia Arru­da agrade­ceu aos líderes par­tidários da base ali­a­da, os líderes do gov­er­no e os pres­i­dentes da Câmara dos Dep­uta­dos, Arthur Lira (PP-AL), e do Sena­do, Rodri­go Pacheco (PSD-MG), “sem os quais teria sido impos­sív­el a aprovação de matérias impor­tantes e polêmi­cas que foram fun­da­men­tais para aju­dar o Brasil a atrav­es­sar ess­es tem­pos de tur­bulên­cia”, disse.

Edição: Denise Griesinger

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