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Prefeitura do Rio já encerrou 150 festas e eventos ilegais neste ano

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Repro­dução: © Divulgação/Prefeitura do Rio/Seop

Nesta sexta, secretaria acabou festa que reunia 300 pessoas na Barra


Pub­li­ca­do em 17/07/2021 — 13:00 Por Viní­cius Lis­boa — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

A prefeitu­ra do Rio de Janeiro infor­mou neste sába­do (17) que já encer­rou 150 fes­tas e even­tos clan­des­ti­nos des­de o iní­cio do ano por des­cumpri­men­to das medi­das de pre­venção con­tra a covid-19. Na noite de ontem (16), a Sec­re­taria de Ordem Públi­ca encer­rou uma fes­ta com 300 pes­soas “em uma casa de bal­a­da lib­er­al” na Bar­ra da Tiju­ca, na zona oeste da cap­i­tal.

Segun­do a sec­re­taria, o esta­b­elec­i­men­to foi mul­ta­do e inter­di­ta­do pela Vig­ilân­cia San­itária por tem­po inde­ter­mi­na­do dev­i­do à aglom­er­ação. Além dis­so, foram reg­istradas autu­ações por con­sumo de cig­a­r­ro em ambi­ente fecha­do e por fun­ciona­men­to de espaços como boate.

O municí­pio do Rio de Janeiro reg­istrou nes­ta sem­ana os primeiros casos con­fir­ma­dos de covid-19 cau­sa­dos pela vari­ante delta, iden­ti­fi­ca­da ini­cial­mente na Índia e con­sid­er­a­da pre­ocu­pante pela Orga­ni­za­ção Mundi­al da Saúde (OMS). Essa mutação do SARS-CoV­‑2 é con­sid­er­a­da mais infec­ciosa e tam­bém pode ter maior poten­cial para causar rein­fecções.

A vari­ante delta já está em trans­mis­são comu­nitária na cap­i­tal flu­mi­nense, o que sig­nifi­ca que as infecções não estão mais lig­adas a casos de pes­soas que via­jaram para out­ras local­i­dades.

Segun­do a Sec­re­taria Munic­i­pal de Saúde, sete pes­soas, de difer­entes bair­ros e regiões da cap­i­tal, foram infec­ta­dos pela vari­ante. Ao menos cin­co dessas pes­soas já se recu­per­aram da covid-19 e são con­sid­er­adas curadas, e 23 con­tac­tantes estão sendo acom­pan­hados.

Ape­sar de ser uma nova vari­ante, as medi­das de pre­venção são as mes­mas, como evi­tar aglom­er­ações, man­ter dis­tan­ci­a­men­to físi­co, usar más­cara, higi­en­izar sem­pre as mãos e bus­car a vaci­nação quan­do estiv­er disponív­el para sua faixa etária.

Edição: Nádia Fran­co

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