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Presos na Alesp são encaminhados para audiência de custódia

Repro­dução: © Rove­na Rosa/Agência Brasil

Grupo foi levado ao Fórum Criminal da Barra Funda no final da manhã


Pub­li­ca­do em 07/12/2023 — 13:22 Por Daniel Mel­lo — Repórter da Agên­cia Brasil — São Paulo

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Foram encam­in­hadas para audiên­cia de custó­dia as qua­tro pes­soas pre­sas em um protesto con­tra a pri­va­ti­za­ção da Com­pan­hia de Sanea­men­to Bási­co do Esta­do de São Paulo (Sabe­sp) na noite dessa quar­ta-feira (6) na Assem­bleia Leg­isla­ti­va do Esta­do de São Paulo (Ale­sp). O grupo pas­sou a noite no 27° Dis­tri­to Poli­cial (DP), do Cam­po Belo, zona sul paulis­tana, e foi lev­a­do ao Fórum Crim­i­nal da Bar­ra Fun­da no final da man­hã des­ta quin­ta-feira (7).

Segun­do a Sec­re­taria de Esta­do da Segu­rança Públi­ca de São Paulo, três home­ns e uma mul­her foram pre­sos em fla­grante por poli­ci­ais mil­itares sob a acusação de que­brarem móveis na Ale­sp e agredi­rem poli­ci­ais. Eles foram autu­a­dos por lesão cor­po­ral, dano, asso­ci­ação crim­i­nosa, resistên­cia e des­obe­diên­cia.

A advo­ga­da Raquel Brito, que acom­pan­ha o caso, clas­si­fi­cou a prisão como “injus­ta” afir­mou que hou­ve ile­gal­i­dades na con­dução das pes­soas. Ela diz ter con­fi­ança de que todos serão lib­er­a­dos na audiên­cia de custó­dia. Um grupo de man­i­fes­tantes pas­sou a noite em vigília em frente ao 27º DP.

São Paulo (SP), 07/12/2023 - A advogada Raquel Brito na vigília contra a prisão do grupo contrários à privatização da Sabesp, em frente ao 27° Distrito Policial (DP) do Campo Belo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Repro­dução: Advo­ga­da Raquel Brito na vigília con­tra a prisão do grupo con­trários à pri­va­ti­za­ção da Sabe­sp, em frente ao 27° Dis­tri­to Poli­cial (DP), no Cam­po Belo. Foto: Rove­na Rosa/Agência Brasil

Privatização

A Ale­sp aprovou nes­sa quar­ta-feira o Pro­je­to de Lei 1.501/2023, que autor­iza o gov­er­no estad­ual a vender o con­t­role da Sabe­sp. Foram 62 votos favoráveis e um con­trário de um total de 94 votos. Todos os dep­uta­dos de oposição se reti­raram do plenário e não par­tic­i­param da votação.

A sessão foi mar­ca­da por protestos de tra­bal­hadores da com­pan­hia e orga­ni­za­ções da sociedade civ­il que são con­trários à pri­va­ti­za­ção da empre­sa. A votação chegou a ser sus­pen­sa, e a gale­ria do plenário foi esvazi­a­da. De acor­do com a asses­so­ria de comu­ni­cação da Ale­sp, isso ocor­reu “após uma parte dos man­i­fes­tantes com­pro­m­e­ter a segu­rança e entrar em con­fron­to com a Polí­cia Mil­i­tar”. A dis­cussão da pro­pos­ta foi retoma­da em segui­da.

Man­i­fes­tantes con­trários à pri­va­ti­za­ção fiz­er­am uma vigília em frente ao 27ª DP para protes­tar con­tra a prisão do grupo.

Edição: Juliana Andrade

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