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Rio: Grupo Especial retorna ao Sambódromo com seis últimas escolas

Repro­dução: © Alexan­dre Macieira/Riotur

Desfile na Marquês de Sapucaí tem início às 22h


Publicado em 23/04/2022 — 17:50 Por Vitor Abdala — Repórter da Agência Brasil — Rio de Janeiro

O Grupo Espe­cial retor­na na noite de hoje (23) para o Sam­bó­dro­mo com as últi­mas seis esco­las a des­fi­lar no car­naval 2022. A Paraí­so do Tuiu­ti, de São Cristóvão, na zona norte da cidade, entra na aveni­da Mar­quês de Sapu­caí, às 22h.

Com o enre­do Ka ríba tí ye, a esco­la é mais uma do grupo espe­cial a exal­tar a cul­tura e per­son­al­i­dades negras, assim como fiz­er­am o Salgueiro e a Bei­ja-Flor no primeiro dia de des­files. Em bus­ca do títu­lo inédi­to, a agremi­ação levará para a aveni­da uma hom­e­nagem aos home­ns e mul­heres negros que mar­caram a história da humanidade através da deter­mi­nação, da beleza e do con­hec­i­men­to.

A grande campeã do car­naval car­i­o­ca, a Portela, que osten­ta 22 títu­los, traz um enre­do sobre o baobá (Igi Osè Baobá), que é chama­da de árvore da vida pelos africanos e que pode viv­er mais de 5 mil anos. A agremi­ação de Madureira, na zona norte do Rio, falará sobre o sim­bolis­mo da plan­ta como uma árvore de resistên­cia e de conexão com a ances­tral­i­dade do povo africano.

A Moci­dade Inde­pen­dente de Padre Miguel, da zona oeste da cidade, será a ter­ceira esco­la a pis­ar na Mar­quês de Sapu­caí, em bus­ca de seu séti­mo títu­lo no car­naval. O enre­do O batuque do caçador falará sobre Oxós­si, orixá da caça e da ali­men­tação, que tem o arco e a flecha como seus sím­bo­los.

Com o enre­do Waranã: a reex­istên­cia ver­mel­ha, a Unidos da Tiju­ca des­fi­lará no Sam­bó­dro­mo em bus­ca do quin­to títu­lo exal­tan­do o guaraná, plan­ta usa­da tradi­cional­mente pela etnia indí­ge­na brasileira Sateré Mawé que con­quis­tou todo o país.

A esco­la de Duque de Cax­i­as, na Baix­a­da Flu­mi­nense, Acadêmi­cos do Grande Rio, apos­tou no enre­do Fala, majeté! Sete chaves de Exu, sobre a enti­dade iorubá rev­er­en­ci­a­da no can­domblé e na umban­da, mas demo­niza­da pelas igre­jas cristãs.

A Unidos de Vila Isabel encer­ra o segun­do dia de des­files com o enre­do Can­ta, can­ta, min­ha gente! A Vila é de Mar­t­in­ho, uma hom­e­nagem ao sam­bista Mar­t­in­ho da Vila, um dos grandes artis­tas da músi­ca pop­u­lar brasileira e tam­bém com­pos­i­tor de muitos sam­bas da agremi­ação da zona norte car­i­o­ca, entre eles o de 2013 (quan­do a esco­la con­quis­tou seu ter­ceiro e últi­mo títu­lo).

Doze esco­las dis­putam o títu­lo do Grupo Espe­cial este ano. No primeiro dia, des­fi­la­ram Imper­a­triz Leopoldinense, Mangueira, Salgueiro, São Clemente, Viradouro e Bei­ja-Flor.

A campeã e as out­ras cin­co mais bem colo­cadas des­fil­am nova­mente no próx­i­mo sába­do (30). A últi­ma colo­ca­da será rebaix­a­da para a Série Ouro, a segun­da divisão, que tam­bém des­fi­la no Sam­bó­dro­mo.

Edição: Lílian Beral­do

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