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Rio prendeu neste ano 10 líderes de facções de outros estados

Repro­dução: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Criminosos estavam escondidos em comunidades dominadas pelo tráfico


Pub­li­ca­do em 07/04/2023 — 09:31 Por Dou­glas Cor­rêa — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

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Forças de segu­rança do Rio têm inten­si­fi­ca­do ações con­tra quadrilhas lig­adas a facções crim­i­nosas do esta­do. Des­de o iní­cio ano, 10 lid­er­anças de out­ras regiões, que bus­caram escon­der­i­jo em ter­ritório flu­mi­nense na ten­ta­ti­va de expandir seus negó­cios, acabaram pre­sas ou neu­tral­izadas. A maior parte esta­va abri­ga­da em comu­nidades dom­i­nadas por quadrilhas de trá­fi­co de dro­gas.

“Esse resul­ta­do traz uma men­sagem clara: não admiti­mos que ban­di­dos de out­ros esta­dos usem o Rio como escon­der­i­jo para con­tin­uar a praticar crimes. Nos­sas polí­cias Civ­il e Mil­i­tar têm atu­a­do e vão con­tin­uar a atu­ar de for­ma integra­da e com inteligên­cia para localizar e cap­turar ess­es crim­i­nosos, onde quer que eles este­jam”, disse o gov­er­nador do Rio de Janeiro, Cláu­dio Cas­tro.

Em março, durante oper­ação no Com­plexo do Salgueiro, em São Gonça­lo, o maior crim­i­noso do Pará foi mor­to em con­fron­to, assim como out­ros nove ban­di­dos paraens­es. O prin­ci­pal alvo da ação era apon­ta­do como respon­sáv­el por uma série de ataques con­tra agentes de segu­rança daque­le esta­do. A quadrilha do traf­i­cante tam­bém teria par­tic­i­pação nos con­fron­tos que atingem comu­nidades na Zona Oeste do Rio. O crim­i­noso, inclu­sive, teria orquestra­do o assalto ao shop­ping Vil­lage Mall, na Bar­ra da Tiju­ca, ocasião em que um segu­rança foi mor­to.

Entre os pre­sos, estão o chefe do Coman­do Ver­mel­ho de For­t­aleza; o traf­i­cante mais procu­ra­do de Minas Gerais; dois inte­grantes do Primeiro Coman­do da Cap­i­tal (PCC) de Rondô­nia; um crim­i­noso da alta cúpu­la do trá­fi­co de Sergipe que esta­va abri­ga­do na Maré; o líder de uma orga­ni­za­ção crim­i­nosa da Bahia; uma traf­i­cante apon­ta­da como artic­u­lado­ra de ataques no Rio Grande do Norte, além de um crim­i­noso do mes­mo esta­do tam­bém envolvi­do nos atos ter­ror­is­tas; um dos mais perigosos assaltantes de ban­co do país, alvo pri­or­itário da Sec­re­taria de Segu­rança do Paraná; além de um for­agi­do da Justiça do Mato Grosso, líder do Coman­do Ver­mel­ho naque­le esta­do e respon­sáv­el por fornecer dro­gas e armas à facção que con­tro­la o trá­fi­co de dro­gas no Com­plexo da Maré.

“Mel­ho­ramos as condições de tra­bal­ho dos nos­sos poli­ci­ais, aumen­ta­mos a tropa nas ruas, adqui­r­i­mos novos equipa­men­tos e alcançamos reduções históri­c­as nos índices de crim­i­nal­i­dade. Temos investi­do pesa­do na área para con­quis­tar ess­es resul­ta­dos: nada menos que R$ 1 bil­hão. Não vou medir esforços para que o Rio seja um lugar mais seguro para se viv­er, via­jar e inve­stir”, afir­mou o gov­er­nador.

Edição: Maria Clau­dia

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