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Sob forte calor, Expo Dubai começa a receber visitantes nesta sexta

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

No início da manhã, os termômetros já marcavam 30 °C


Pub­li­ca­do em 01/10/2021 — 10:45 Por Vitor Abdala – Envi­a­do espe­cial* — Dubai

Os portões da Expo 2020 foram aber­tos hoje (1°), às 9h (horário de Dubai), per­mitin­do aces­so de vis­i­tantes a esse que é o maior even­to inter­na­cional com pre­sença de públi­co des­de o iní­cio da pan­demia de covid-19. A exposição mundi­al começou com o cli­ma car­ac­terís­ti­co dos Emi­ra­dos Árabes Unidos: muito calor.

Já no iní­cio da man­hã, os ter­mômet­ros indi­cavam mais de 30 graus Cel­sius (°C). À tarde, com o sol a pino, a tem­per­atu­ra esta­va em torno de 40°C, com sen­sação tér­mi­ca supe­ri­or. Como o even­to é real­iza­do ao ar livre, o cli­ma quente é algo com que os vis­i­tantes pre­cisam se acos­tu­mar.

Repro­dução: Feira inter­na­cional teve sua primeira edição em 1851 — Marce­lo Camargo/Agência Brasil

As cober­turas de lona que cobrem boa parte das alamedas da exposição garan­tem algu­ma pro­teção con­tra o sol, mas de for­ma algu­ma amenizam o calor. A fil­ip­ina Ann Pedraza, que vive na cidade de Abu Dhabi, nos Emi­ra­dos Árabes, disse estar “pin­gan­do de suor”.

“É diver­tido cir­cu­lar por aí, mas toda hora a gente tem que dar uma para­da em algum pavil­hão e ficar por uns 10 min­u­tos, para res­fri­ar um pouco o cor­po”, disse a jovem.

O brasileiro Fabio Lucas Riz­zo, que vive em Limeira, parou em Dubai com a família, depois de uma viagem às Mal­divas. “A estru­tu­ra da exposição é fan­tás­ti­ca. Não tin­ha ideia de como seria isso aqui. Há dois anos, estive em Dubai e vi as pro­pa­gan­das, mas não tin­ha ideia de que teria esse taman­ho. O calor a gente está acos­tu­ma­do. E as som­brin­has no meio do cam­in­ho aju­dam um pouco”, disse.

Repro­dução: Tra­ta-se do maior even­to mundi­al com públi­co, des­de o iní­cio da pan­demia de covid-19, em 2020 — Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Covid-19

Uma das pre­ocu­pações da exposição é com a covid-19, doença que provo­cou o adi­a­men­to do even­to em um ano. Os vis­i­tantes pre­cisam apre­sen­tar cer­ti­fi­ca­do de vaci­nação ou teste de detecção da doença com resul­ta­do neg­a­ti­vo.

“Como a gente vai voltar ao Brasil aman­hã, a gente já fez um teste de covid. Mas tam­bém esta­mos vaci­na­dos e todas as vaci­nas do Brasil são aceitas aqui”, con­tou o brasileiro.

Ape­sar do calor e das restrições em função da pan­demia, muitos moradores locais e tur­is­tas se ani­maram para vis­i­tar a exposição. Como o espaço é amp­lo, com mais de 4 quilômet­ros quadra­dos (km²), é pos­sív­el vis­i­tar o even­to sem ger­ar aglom­er­ações.

Repro­dução: O Brasil é um dos 190 país­es com pavil­hão de exposição na feira. Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Expo 2020

Repro­dução: Even­to abriu para o públi­co nes­ta sex­ta-feira — Marce­lo Camargo/Agência Brasil

A Expo 2020 é uma exposição mundi­al para pro­mover e debater alter­na­ti­vas e ino­vações tec­nológ­i­cas, que os país­es par­tic­i­pantes exibem para o mun­do através de pavil­hões. O pavil­hão do Reino Unido, por exem­p­lo, apre­sen­ta ino­vações em inteligên­cia arti­fi­cial e explo­ração espa­cial.

Empre­sas tam­bém estão rep­re­sen­tadas, como a com­pan­hia aérea nacional de Dubai, Emi­rates, que exibe em seu pavil­hão visões sobre o futuro da avi­ação, como cab­ines de aviões que trarão mais con­for­to para pas­sageiros e motores que con­sumirão menos com­bustív­el.

Empre­sas tam­bém estão rep­re­sen­tadas, como a com­pan­hia aérea nacional de Dubai, Emi­rates, que exibe em seu pavil­hão visões sobre o futuro da avi­ação, como cab­ines de aviões que trarão mais con­for­to para pas­sageiros e motores que con­sumirão menos com­bustív­el.

Repro­dução: Even­to tem duração de seis meses — Marce­lo Camargo/Agência Brasil

O even­to ocorre des­de 1851 e, nos últi­mos 20 anos, a fre­quên­cia tem sido a cada cin­co anos. A últi­ma edição, em 2015, ocor­reu em Milão e a próx­i­ma, em 2025, será no Japão. A Expo de Dubai foi uma exceção do cal­endário quin­que­nal jus­ta­mente por causa da covid-19.

Mais de 190 país­es, além de empre­sas e orga­ni­za­ções inter­na­cionais, estão rep­re­sen­ta­dos nos pavil­hões da exposição, entre eles o Brasil. Com seu coração no domo de Al Wasl, que tem 67 met­ros de altura, a feira é divi­di­da em três setores, que for­mam três péta­las ao redor do globo cen­tral.

Cada setor se ded­i­ca a um tema: opor­tu­nidade, mobil­i­dade e sus­tentabil­i­dade. O pavil­hão brasileiro está local­iza­do no setor da sus­tentabil­i­dade.

Repro­dução: No meio do dia, os ter­mômet­ros mar­cavam quase 40 °C — Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Além dos pavil­hões, estão pre­vis­tas dis­cussões acer­ca de temas rel­e­vantes para o futuro do plan­e­ta, como cli­ma e bio­di­ver­si­dade, desen­volvi­men­to urbano e rur­al, tol­erân­cia e inclusão, entre out­ros.

Tam­bém estão pre­vis­tas atrações cul­tur­ais fora dos pavil­hões, como um des­file col­ori­do, ao esti­lo car­navale­sco, com dire­ito a pes­soas fan­tasi­adas, dançari­nos e até um mini car­ro alegóri­co.

*Repórter via­jou a con­vite da Apex-Brasil

Repro­dução: Even­to esta­va pro­gra­ma­do para 2020, mas a pan­demia adiou para 2021 Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Edição: Denise Griesinger

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