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Na TV Brasil, novo presidente da EBC defende combate às fake news

Repro­dução: © Joed­son Alves/Agencia Brasil

Hélio Doyle participa do Brasil em Pauta, que vai ao ar hoje à noite


Pub­li­ca­do em 26/02/2023 — 10:00 Por Nei Pereira – Repórter da EBC — Brasília

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O Esta­do e a sociedade brasileira pre­cisam enfrentar a propa­gação de notí­cias fal­sas, as chamadas fake news, que estão con­tribuin­do para abalar as democ­ra­cias em todo o mun­do. A opinião é do novo pres­i­dente da Empre­sa Brasil de Comu­ni­cação (EBC), Hélio Doyle, que assum­iu o coman­do da insti­tu­ição em fevereiro.

Ao par­tic­i­par do pro­gra­ma Brasil em Pau­ta, da TV Brasil, Doyle ressalta que o com­bate às notí­cias fal­sas deve ser feito com a notí­cia ver­dadeira, com ação judi­cial e com a reg­u­lação das platafor­mas de inter­net. Para isso, segun­do ele, é pre­ciso uma ação con­jun­ta de toda a sociedade.

“Fake news são noci­vas à sociedade, podem levar à morte. Isso tem que ser enfrenta­do pelo Esta­do, tem que ser enfrenta­do pela sociedade. Não se tra­ta de cen­sura, não se tra­ta de lim­i­tar o dire­ito de expressão, a liber­dade de opinião”.

Doyle desta­ca que é pre­ciso sep­a­rar a opinião da desin­for­mação e que a reg­u­lação das platafor­mas não pode ser con­fun­di­da com cen­sura. Para ele, é pre­ciso cri­ar um códi­go de éti­ca que atribua respon­s­abil­i­dade para essas empre­sas.

Sobre comu­ni­cação públi­ca, o novo pres­i­dente da EBC disse que esse é um con­ceito pouco con­heci­do da sociedade brasileira e que ain­da fal­ta um entendi­men­to do seu papel.

“O desafio da EBC é dar prossegui­men­to à implan­tação do sis­tema públi­co no Brasil que pos­sa ser com­ple­men­tar ao sis­tema pri­va­do, pre­vis­to na Con­sti­tu­ição”.

Ele con­ta que a nova dire­to­ria está tra­bal­han­do para resta­b­ele­cer a sep­a­ração entre os canais de TV públi­co e estatal, que foram unifi­ca­dos no gov­er­no ante­ri­or.

A ideia é con­tar tam­bém com uma agên­cia de notí­cias estatal, a exem­p­lo das agên­cias públi­cas, que são Agên­cia Brasil e Radioagên­cia Nacional. No caso do canal estatal, Doyle defende não só a trans­mis­são de pro­nun­ci­a­men­to, mas incluir a prestação de serviço para a pop­u­lação. Já no canal públi­co, a refor­mu­lação da pro­gra­mação pre­tende difundir mais as cul­turas region­ais de todo o país.

A entre­vista com­ple­ta vai ao ar no pro­gra­ma Brasil em Pau­ta, às 22h30 deste domin­go (26), na TV Brasil.

Clique aqui e sai­ba como sin­tonizar a emis­so­ra.

 

Edição: Denise Griesinger

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