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Conheça os sintomas do câncer de estômago que vitimou Ana Paula Borgo

Repro­dução: © Repro­dução Instagram/Barueri Vol­ley­ball Club

Ex-jogadora de vôlei morreu nessa quinta-feira


Pub­li­ca­do em 12/05/2023 — 20:10 Por Agên­cia Brasil — Brasília

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Con­sid­er­a­do um dos mais fre­quentes no país, o câncer de estô­ma­go foi a causa da morte da ex-jogado­ra da seleção brasileira fem­i­ni­na de vôlei Ana Paula Bor­go, de 29 anos. A atle­ta, fale­ci­da nes­sa quin­ta-feira (11), desco­briu a doença há cer­ca de oito meses em exam­es de roti­na e esta­va em trata­men­to.

O câncer de estô­ma­go é o quar­to tipo mais inci­dente entre home­ns e o sex­to entre mul­heres no Brasil. Chama­do tam­bém de câncer gástri­co, é comum em home­ns na faixa etária de 60 a 70 anos. Cer­ca de 65% dos pacientes têm mais de 50 anos, segun­do o Insti­tu­to Nacional de Câncer (Inca).

Esti­ma-se 21.480 novos casos da doença no país por ano, no triênio de 2023 a 2025, sendo 13.340 casos em home­ns e 8.140, em mul­heres

Sintomas

A doença não tem sinais especí­fi­cos. No entan­to, alguns sin­tomas devem ser obser­va­dos: per­da de peso e apetite, fadi­ga, sen­sação de estô­ma­go cheio, vômi­tos, náuse­as e descon­for­to abdom­i­nal per­sis­tente.

Ess­es sinais, de acor­do com o Inca, podem indicar doenças como uma úlcera e gas­trite (con­sid­er­adas benig­nas) ou um tumor no estô­ma­go. Por isso, é impor­tante bus­ca uma ori­en­tação médi­ca o quan­to antes para diag­nós­ti­co.

Em está­gio avança­do, o paciente pode apre­sen­tar mas­sa palpáv­el na parte supe­ri­or do abdô­men, aumen­to do fíga­do, íngua na parte infe­ri­or esquer­da do pescoço e nódu­los ao redor do umbi­go.

O insti­tu­to infor­ma que alguns fatores podem aumen­tar o risco da ocor­rên­cia da doença, entre eles sobrepe­so, obesi­dade, con­sumo exces­si­vo de álcool e sal, fumo e doenças pré-exis­tentes.

Prevenção

Para pre­venir a doença, é recomen­da­do evi­tar o con­sumo de bebidas alcoóli­cas, de ali­men­tos sal­ga­dos ou man­ti­dos em sal, não fumar e man­ter o peso ade­qua­do.

Diagnóstico e tratamento

A doença é detec­ta­da por meio de uma endo­scopia diges­ti­va alta, exame que per­mite visu­alizar o estô­ma­go e esôfa­go, além de bióp­sia. Se con­fir­ma­da, é fei­ta uma tomo­grafia com­puta­doriza­da para avaliar a exten­são do tumor.

O trata­men­to pas­sa por cirur­gia e quimioter­apia.

Edição: Car­oli­na Pimentel

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