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TV Brasil apresenta neste domingo o documentário Estação Oswaldo Cruz

Repro­dução: © Fer­nan­do Frazão/Agência Brasil

Produção original da emissora revisita berço do samba carioca


Pub­li­ca­do em 18/02/2024 — 08:30 Por Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

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Para encer­rar a pro­gra­mação temáti­ca de folia, a TV Brasil estreia, neste domin­go (18), às 20h30, o doc­u­men­tário orig­i­nal Estação Oswal­do Cruz, que cel­e­bra a cul­tura e a história do tradi­cional bair­ro da Zona Norte do Rio de Janeiro, berço do sam­ba car­i­o­ca.

Com mate­r­i­al exclu­si­vo, o espe­cial val­oriza a relevân­cia do gênero na com­pan­hia de Mar­quin­hos de Oswal­do Cruz, can­tor e com­pos­i­tor que é figu­ra cen­tral na cena cul­tur­al do esta­do. O artista guiou o pas­seio pelo Trem do Sam­ba com as equipes do canal em dezem­bro de 2023.

Referências musicais

Há quase 30 anos, Mar­quin­hos é o respon­sáv­el pela orga­ni­za­ção de uma grande fes­ta que reúne rodas de sam­ba e shows para fes­te­jar o rit­mo e o lega­do de diver­sas per­son­al­i­dades. Para preser­var a memória, a man­i­fes­tação é influ­en­ci­a­da pelo azul e bran­co da esco­la de sam­ba Portela, redu­to de grandes nomes da vel­ha guar­da. O respeito pela ances­tral­i­dade é um dos princí­pios do músi­co.

Além da ilus­tre agremi­ação do bair­ro, a hom­e­nagem res­ga­ta bam­bas que mar­caram época como Paulo da Portela, Don­ga, Can­deia, Man­acéia, Argemiro, Tia Doca, Dona Esther e Monar­co. Ess­es líderes da músi­ca negra são refer­ên­cia para as atu­ais e para as novas ger­ações de moradores e de tal­en­tos da região.

No doc­u­men­tário, Mar­quin­hos con­ta pas­sagens da história dess­es sam­bis­tas que envolvem a estação de trem de Oswal­do Cruz e locações do bair­ro impor­tantes ness­es basti­dores, ver­dadeiros locais de encon­tro artís­ti­co. O can­tor ain­da recor­da ver­sos con­heci­dos de diver­sos clás­si­cos do can­cioneiro pop­u­lar eterniza­dos pelos mestres.

Trem do Samba

O pro­gra­ma abor­da tam­bém a história do Trem do Sam­ba, que parte sem­pre em 2 de dezem­bro, Dia Nacional do Sam­ba, da Cen­tral do Brasil e segue até o bair­ro de Oswal­do Cruz. Com ale­gria e dis­posição, os artis­tas se mis­tu­ram ao povo e relem­bram os tem­pos de repressão. Mar­quin­hos rev­ela porque criou a ini­cia­ti­va e os argu­men­tos que usou para con­vencer o poder públi­co e a comu­nidade a se mobi­lizarem pela causa.

O espíri­to de cel­e­bração está pre­sente no corte­jo. Os músi­cos se reúnem à pop­u­lação den­tro dos vagões para tocar e can­tar com a nat­u­ral­i­dade que ecoa a par­tir das bati­das de corações em har­mo­nia. A músi­ca deslum­bra anôn­i­mos e famosos nes­sa relação que cria enga­ja­men­to espon­tâ­neo.

Na pro­dução, que tem roteiro e direção de Aline Lanari, as equipes da emis­so­ra acom­pan­ham Mar­quin­hos em todas as ativi­dades desse dia. O anfitrião da fes­ta leva o tele­spec­ta­dor para uma viagem pelas ori­gens do sam­ba no Rio de Janeiro, ao recor­dar histórias e per­son­agens fun­da­men­tais para a con­strução do rit­mo. A sim­pli­ci­dade dos ver­sos pop­u­lares embala mais uma jor­na­da.

O cli­ma nos vagões é con­ta­giante e ani­ma e provo­ca encan­ta­men­to no públi­co. A iden­ti­fi­cação tam­bém aparece na fran­queza das palavras e na descon­tração da pos­tu­ra de Mar­quin­hos de Oswal­do Cruz, car­ac­terís­ti­cas do sam­bista que encadeiam a nar­ra­ti­va no seu depoi­men­to que con­duz o doc­u­men­tário “Estação Oswal­do Cruz”.

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