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Em Embu-Guaçu, em SP, apagão deixa 61% dos moradores sem luz

Segundo Enel, foi necessário desligar a rede para reparos

Elaine Patri­cia Cruz – Repórter da Agên­cia Brasil
Pub­li­ca­do em 13/12/2025 — 17:08
São Paulo
São Paulo (SP), 22/09/2025 - Fortes chuvas e ventania derrubaram árvore na rua Dr Carvalho de Mendonça, na Barra Funda. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Repro­dução: © Paulo Pinto/Agência Brasil

Mais da metade dos moradores da cidade de Embu-Guaçu, na região met­ro­pol­i­tana de São Paulo, ain­da sofrem com a fal­ta de ener­gia provo­ca­da por fortes chu­vas e tam­bém pelos fortes ven­tos cau­sa­dos pela pas­sagem de um ciclone extra­t­rop­i­cal pelo esta­do paulista. Na tarde deste sába­do, a Enel, empre­sa respon­sáv­el pelo abastec­i­men­to de ener­gia elétri­ca na Grande São Paulo, infor­ma­va que 61% dos moradores de Embu-Guaçu ain­da estavam sem luz.

Na últi­ma quar­ta-feira (10), todos os cer­ca de 67 mil moradores da cidade ficaram sem ener­gia, segun­do infor­mações da própria con­ces­sionária. Mas ontem, parte da ener­gia havia sido resta­b­ele­ci­da na cidade e a empre­sa indi­cou que ape­nas 17% dos clientes ain­da estavam sem luz. Hoje, no entan­to, esse número voltou a crescer, tor­nan­do a cidade de Embu-Guaçu a mais afe­ta­da pelo prob­le­ma de abastec­i­men­to na região met­ro­pol­i­tana de São Paulo.

A Enel foi procu­ra­da pela Agên­cia Brasil para explicar por que o número de clientes sem luz voltou a crescer em Embu-Guaçu. Por meio de nota, a com­pan­hia esclare­ceu que o número de pes­soas afe­tadas na cidade aumen­tou porque foi necessário desli­gar a rede para reparos.

“A Enel Dis­tribuição São Paulo esclarece que dev­i­do aos reparos para garan­tir segu­rança das equipes na exe­cução, em alguns casos se faz necessário desli­gar a rede para recon­strução”, diz a nota da empre­sa.

Em um comu­ni­ca­do pub­li­ca­do em suas redes soci­ais na últi­ma quin­ta-feira (11), a prefeitu­ra da cidade reclam­ou da con­ces­sionária e infor­mou ter noti­fi­ca­do a empre­sa e exigi­do “respostas ime­di­atas”.

“Embu-Guaçu vive neste momen­to uma situ­ação ina­ceitáv­el. Após os fortes ven­tos do dia 10 de dezem­bro, 78,16% das residên­cias do nos­so municí­pio con­tin­u­am sem ener­gia elétri­ca. Isso afe­ta famílias, comér­cios, serviços essen­ci­ais e, prin­ci­pal­mente, pes­soas que depen­dem de equipa­men­tos para sobre­viv­er”, escreveu a prefeitu­ra, no Insta­gram.

“Quer­e­mos expli­cações téc­ni­cas claras sobre o que acon­te­ceu, um plano de ação com pra­zos, equipes e respon­s­abil­i­dades e a atu­al­iza­ção com­ple­ta dos bair­ros afe­ta­dos. Não é razoáv­el, não é jus­ti­ficáv­el e não vamos aceitar a demo­ra no resta­b­elec­i­men­to de um serviço essen­cial. Ener­gia elétri­ca não é favor, é obri­gação con­trat­u­al da con­ces­sionária, asse­gu­ra­da por lei”, diz a nota da admin­is­tração munic­i­pal.

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