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Hub do comércio global, Dubai atrai empresários brasileiros

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Presidente da Apex-Brasil defende investimentos na região


Pub­li­ca­do em 14/11/2021 — 16:39 Por Paula Labois­sière — Envi­a­da Espe­cial* — Dubai (Emi­ra­dos Árabes)

Situ­a­da em uma espé­cie de lig­ação físi­ca entre o oci­dente e o ori­ente, Dubai, nos Emi­ra­dos Árabes, é con­sid­er­a­da um hub (locais cen­trais) do comér­cio glob­al. Ape­sar do idioma ofi­cial ser o árabe, a cidade se comu­ni­ca em inglês – nos mais diver­sos sotaques. Em meio a resorts e hotéis de luxo, vê-se, seguin­do a tradição islâmi­ca, home­ns de túni­ca bran­ca e mul­heres de man­to pre­to e hijab (con­jun­to de ves­ti­men­tas pre­coniza­do pela dout­ri­na islâmi­ca), em mais uma pro­va de como ori­ente e oci­dente se mis­tu­ram.

Para o pres­i­dente da Agên­cia Brasileira de Expor­tações e Inves­ti­men­tos (Apex-Brasil), Augus­to Pes­tana, a estraté­gia de empresários brasileiros deve ser a de inter­na­cionalizar seus pro­du­tos e inve­stir na região. “Um grande país como o Brasil pre­cisa estar pre­sente no mun­do inteiro, e Dubai é cen­tral. É um hub para o Ori­ente Médio, para o mun­do árabe, para o sul da Ásia, para a Índia e para a África. Da mes­ma for­ma, o Brasil é, cada vez mais, um hub extrema­mente rel­e­vante. Então, é uma relação win-win [gan­ha-gan­ha].”

Durante a aber­tu­ra do sem­i­nário Como faz­er Negó­cios com os Emi­ra­dos Árabes, em Dubai, Pes­tana fez uma adap­tação do ver­so do poeta por­tuguês Fer­nan­do Pes­soa, “nave­g­ar é pre­ciso”, dizen­do: “nego­ciar é pre­ciso. Inter­na­cionalizar é pre­ciso”. Pes­tana refe­ria-se à agen­da da Expo 2020 como uma opor­tu­nidade para que a del­e­gação de cer­ca de 300 empresários brasileiros na cidade troque exper­iên­cias e con­hec­i­men­to.

Região do Golfo

Ain­da durante o encon­tro, Pes­tana citou dados do recém-lança­do Mapa Bilat­er­al entre Brasil e país­es do Con­sel­ho de Coop­er­ação do Gol­fo. De acor­do com o estu­do, bas­taria que o Brasil ampliasse 0,1 pon­to per­centu­al do seu share (par­tic­i­pação) para que isso tivesse um sig­nifi­ca­do de quase US$ 6 bil­hões a mais na cor­rente com­er­cial.

“É uma região que ofer­ece opor­tu­nidades extra­ordinárias”, con­cluiu o pres­i­dente da Apex-Brasil, ao citar que o Brasil já figu­ra como quin­to maior par­ceiro com­er­cial dos país­es que inte­gram o con­sel­ho.

*A repórter via­jou a con­vite da Apex-Brasil

Edição: Nádia Fran­co

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