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Afogamentos provocam 5,7 mil mortes por ano no país

Repro­dução:© Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Segundo bombeiros, maioria dos casos decorre de imprudência


Pub­li­ca­do em 29/07/2023 — 13:51 Por Agên­cia Brasil — Brasília

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Pra­ias, rios e pisci­nas são lugares de diver­são, mas todo cuida­do é pouco. Os afoga­men­tos são a causa de 5,7 mil mortes por ano no país, segun­do a Sociedade Brasileira de Sal­va­men­to Aquáti­co (Sobrasa), em bal­neários, rios e pisci­nas.

Segun­do o Cor­po de Bombeiros do Ama­zonas, que atende, em média, de 35 a 40 ocor­rên­cias de afoga­men­tos por ano, a maior parte dos casos decorre de imprudên­cia dos ban­his­tas. Bombeiro sal­va-vidas de Man­aus, cidade famosa pelas pra­ias flu­vi­ais, Cabo Guara­cy dá algu­mas dicas aju­dam a pre­venir o risco de aci­dentes.

“Tudo começa antes do afoga­men­to, quan­do a pes­soa se afas­ta da área de segu­rança, mis­tu­ra bebi­da alcoóli­ca com água, des­obe­dece às pla­cas de sinal­iza­ção. Então, ess­es são os prin­ci­pais erros que lev­am uma pes­soa a se afog­ar”, diz o sal­va-vidas. Para ele, a pre­venção é o mel­hor cam­in­ho para evi­tar ocor­rên­cias.

Fre­quen­ta­do­ra de uma pra­ia às mar­gens do Rio Negro, a vende­do­ra Cilene da Sil­va diz tomar todas as pre­cauções para evi­tar aci­dentes. “Não vou para o fun­do, fico sem­pre na parte da frente e procuro ter meus cuida­dos”, rela­ta.

A pro­fes­so­ra Cristi­na Leite acha essen­cial o respeito às instruções de segu­rança. “Acho necessário ter pla­ca de advertên­cia, porque, de uma for­ma ou de out­ra, quan­do olhamos aque­la frase e aque­la cor que chamam a atenção, isso vai nos faz­er refle­tir a estar de olho sobre aque­la pes­soa, aque­la cri­ança e na situ­ação toda”, comen­ta.

Procedimentos

Nem todos os lugares terão sal­va-vidas profis­sion­ais. Os ban­his­tas devem, por­tan­to, seguir algu­mas dicas caso o pior acon­teça e ocor­ra um afoga­men­to.

“A primeira coisa é procu­rar um meio de flu­tu­ação, seja uma gar­rafa pet, uma boia, aque­les macar­rões [de pisci­na]. Eles sem­pre vão aju­dar a pes­soa. Até um cabo de vas­soura, des­de que você não se pon­ha em risco [ao ten­tar sal­var a víti­ma]. Ess­es são chama­dos os meios de for­tu­na para que a pes­soa pos­sa aju­dar aque­la que está se afo­gan­do”, expli­ca Cabo Guara­cy.

Com ess­es con­hec­i­men­tos, os ban­his­tas podem tomar um sol e se refres­car do calor, mas sem­pre com muito cuida­do. “É necessário se diver­tir, cri­ar ess­es momen­tos em família. Isso é bom prin­ci­pal­mente na infân­cia, mas tam­bém ter o olhar redo­bra­do”, diz Cristi­na Leite.

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Edição: Maria Clau­dia

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