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Luto: editora da Agência Brasil, Nádia Franco morre aos 73 anos

Velório e sepultamento ocorrem em Paracatu, Minas Gerais

Agên­cia Brasil
Pub­li­ca­do em 10/08/2025 — 10:11
Brasília
Brasília (DF) - Nádia Batista Franco. Foto: Arquivo Pessoal
Repro­dução: © Arqui­vo pes­soal

A equipe da Agên­cia Brasil comu­ni­ca com imen­so pesar o falec­i­men­to da jor­nal­ista e edi­to­ra Nádia Batista Fran­co (73), ocor­ri­do neste sába­do (9). 

Nádia (foto — cen­tro) pas­sou mal durante uma viagem com des­ti­no a Para­catu (MG), cidade da sua família. A sus­pei­ta é de que a morte ten­ha ocor­ri­do em decor­rên­cia de um infar­to.

Nádia estu­dou na Uni­ver­si­dade Fed­er­al de Minas Gerais (UFMG) e começou a car­reira no jor­nal Cor­reio Braziliense. Tra­bal­hou 49 anos na Empre­sa Brasil de Comu­ni­cação (EBC) e nas empre­sas ante­ri­ores que der­am origem ao sis­tema públi­co de comu­ni­cação. Na maior parte desse tem­po, ela atu­ou na Agên­cia Brasil como edi­to­ra, ten­do sido tam­bém ger­ente de redação.

Con­heci­da pela elegân­cia e apreço pela palavra, a jor­nal­ista era uma refer­ên­cia para os cole­gas e as novas ger­ações.

“A Nádia foi uma profis­sion­al cor­re­ta e edu­ca­da. Domi­na­va muito bem a lín­gua por­tugue­sa. A con­heci no iní­cio dos anos 70 no Cor­reio Braziliense”, con­ta o edi­tor da Agên­cia Brasil Kle­ber Sam­paio.

Brasília (DF) - Nádia Batista Franco. Foto: Arquivo Pessoal
Repro­dução: Brasília (DF) — Nádia Batista Fran­co ao cen­tro, durante hom­e­nagem rece­bi­da em maio de 2025, no aniver­sário de 35 anos da Agên­cia Brasil. Foto: Arqui­vo pes­soal

A edi­to­ra Denise Gresinger tam­bém lamen­ta o falec­i­men­to de Nádia.

“Ele­gante, sofisti­ca­da, fina, inteligente, gos­to apu­radís­si­mo! Uma diva mes­mo. Muito gra­ta por ter con­vivi­do e apren­di­do com ela.  Que mul­her mar­avil­hosa. Que per­da”, define a jor­nal­ista e cole­ga de tra­bal­ho.

Repórter da Agên­cia Brasil, Pedro Peduzzi fala do con­vívio diário com Nádia. “Que priv­ilé­gio tê-la tão per­to por tan­to tem­po. Que priv­ilé­gio apren­der tan­to com uma pes­soa tão boa em tan­tos sen­ti­dos. Pes­soas que nem a Nádia são sem­pre eter­nas. Obri­ga­do por tudo.”

Ger­ente de Jor­nal­is­mo Dig­i­tal da EBC, Juliana Cézar Nunes cel­e­bra a tra­jetória de Nádia e ressalta o com­pro­mis­so da jor­nal­ista com os leitores.

“O cuida­do com o tex­to e o zelo com a infor­mação são ensi­na­men­tos que vão con­tin­uar nos guian­do”, desta­ca Juliana. “Nos­sos sen­ti­men­tos à família, espe­cial­mente irmãos e sobrin­hos, e aos ami­gos nesse momen­to de dor e eter­na saudade.”

O velório da jor­nal­ista começou na noite de ontem e o sepul­ta­men­to está mar­ca­do para às 17h deste domin­go, em Para­catu.

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