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Valor médio do Auxílio Brasil será de mais de R$ 400, diz ministro

Repro­dução: © Mar­cel­lo Casal Jr / Agên­cia Brasil

João Roma foi entrevistado no programa Sem Censura


Pub­li­ca­do em 17/01/2022 — 22:31 Por Agên­cia Brasil — Brasília

O val­or médio pago aos ben­e­fi­ci­a­dos ao Auxílio Brasil será maior do que R$ 400, disse nes­ta segun­da-feira (17) o min­istro da Cidada­nia, João Roma. “O Auxílio Brasil chega mais for­t­ale­ci­do, ele interli­ga pro­gra­mas soci­ais ao pro­gra­ma de trans­fer­ên­cia de ren­da. Já no seu iní­cio teve um rea­juste de 17%, mais do que o avanço infla­cionário [10,06%, segun­do o Índice Nacional de Preços ao Con­sum­i­dor Amp­lo — IPCA], e com o bene­fí­cio com­pen­satório ele vai para R$ 400 no mín­i­mo. [Isso] sig­nifi­ca que o tick­et médio pas­sa a ser até maior”, disse Roma.

O min­istro foi o entre­vis­ta­do do primeiro pro­gra­ma da nova tem­po­ra­da do pro­gra­ma Sem Cen­sura, da TV Brasile falou tam­bém sobre o tra­bal­ho do min­istério para aten­der os atingi­dos pelas chu­vas das últi­mas sem­anas, prin­ci­pal­mente Bahia e Minas Gerais, a lib­er­ação de ver­bas para a emergên­cia para essas tragé­dias e eleições.

Roma disse que o Auxílio Brasil esta­va ben­e­fi­cian­do 14 mil­hões de famílias e, a par­tir de aman­hã [18], mais de 17,5 mil­hões de famílias pas­sam a rece­ber um mín­i­mo de R$ 400, após o min­istério zer­ar a fila de espera pelo bene­fí­cio.

“Sem dúvi­da é um avanço na trans­fer­ên­cia de ren­da, um incre­men­to na políti­ca social do gov­er­no e, além dis­so, você tem a exten­são tam­bém da tar­i­fa social de ener­gia elétri­ca, com descon­to de 65% para mais 12 mil­hões de famílias brasileiras, lem­bran­do que 12 mil­hões já eram con­tem­pladas. Começa a ser pago tam­bém des­de dezem­bro do ano pas­sa­do o Auxílio-Gás a 5,5 mil­hões de brasileiros, e esta­mos for­t­ale­cen­do cada vez mais as políti­cas de trans­fer­ên­cia de ren­da”, disse.

O min­istro desta­cou a políti­ca de qual­i­fi­cação e mer­ca­do de tra­bal­ho den­tro do Auxílio Brasil. Ele disse que o Sis­tema S é o prin­ci­pal par­ceiro na capac­i­tação de mão de obra para levar a ofer­ta de tra­bal­ho a quem procu­ra um emprego, mas às vezes não tem a capac­i­tação necessária.

“A estru­tu­ra do Sis­tema S tem sido uma grande fer­ra­men­ta, out­ras insti­tu­ições têm avança­do nis­so, o próprio min­istério, através de estru­turas dire­tas com os municí­pios, bus­can­do faz­er essas cap­i­tações têm avança­do muito nes­sa pau­ta, com aju­da de coop­er­a­ti­vas tam­bém. São muitas ini­cia­ti­vas que se somam e hoje há um grande esforço para que pos­samos disponi­bi­lizar uma grande var­iedade de cap­tação e que essa cap­tação este­ja linka­da com o que o mer­ca­do está ofer­e­cen­do, pois não adi­anta você ger­ar deter­mi­nadas habil­i­dades se não há vaga para aqui­lo”, disse.

Veja aqui o pro­gra­ma com­ple­to:

Edição: Fábio Mas­sal­li

LOGO AG BRASIL

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