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Prêmio Candango de Literatura celebra riqueza da língua portuguesa

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Premiação foi anunciada em noite de ontem em Brasília


Pub­li­ca­do em 22/09/2022 — 11:43 Por Karine Melo – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

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Cri­a­do para enal­te­cer as man­i­fes­tações literárias em todos os país­es de lín­gua por­tugue­sa e difundir a riqueza e a diver­si­dade do idioma, Brasília con­heceu na noite dessa quar­ta-feira (21) os vence­dores da primeira edição do Prêmio Can­dan­go de Lit­er­atu­ra. “A figu­ra do Can­dan­go, escol­hi­da como sím­bo­lo des­ta ini­cia­ti­va, nasce a par­tir da con­fluên­cia de cul­turas que se encon­traram em Brasília para a con­strução da nova cap­i­tal. A união dessas vivên­cias cun­hou essa iden­ti­dade, que his­tori­ca­mente traça laços com out­ros povos de lín­gua por­tugue­sa como Por­tu­gal, Guiné-Bis­sau, Ango­la, Cabo Verde, Moçam­bique, Tim­or Leste, São Tomé e Príncipe, Guiné Equa­to­r­i­al”, ressaltou a Sec­re­taria de Cul­tura e Econo­mia Cria­ti­va do Dis­tri­to Fed­er­al.

Em meio a quase 2 mil inscritos, ape­nas oito foram agra­ci­a­dos. O anún­cio dos gan­hadores ocor­reu no Teatro Plínio Mar­cos do Eixo Cul­tur­al Ibero-Amer­i­cano, em Brasília. A noite teve show do can­tor Lenine, acom­pan­hado pelo fil­ho Bruno Gior­gi, com o espetácu­lo Rizoma.

Na cat­e­go­ria Romance, venceu Mar­cílio Godoi, com Etelv­ina. Já na cat­e­go­ria que pre­miou o Mel­hor Livro de Poe­sia, venceu Alex­ei Bueno, com O Sono dos HumildesTra­mas de Meni­nos, de João Anzanel­lo Car­ras­cosa, lev­ou na cat­e­go­ria Livro de Con­tos. A obra Tan­gente do cobre, de Alexan­dre Pilati, foi a vence­do­ra na cat­e­go­ria Prêmio Brasília. Gláu­cio Ramos Gomes, com Leitu­ra na Esquina, ficou com o prêmio de Incen­ti­vo à Leitu­ra, Na mes­ma cat­e­go­ria, mas com foco no incen­ti­vo à leitu­ra para pes­soas com defi­ciên­cia, a escrito­ra Gisela Maria de Cas­tro Teix­eira, com O Livro das Cap­i­tais, foi a vence­do­ra.

O prêmio para o mel­hor Pro­je­to Grá­fi­co foi para Mom: design estú­dio, de Beat­riz Mom, pelo livro Poe­sia é um Saco, de Nico­las Behr. Por fim, na cat­e­go­ria Capa, Jés­si­ca Ian­cos­ki Guimarães Ramos lev­ou com o livro As Laran­jas de Alice Mazela, de Gés­si­ca Meni­no.

Escol­hi­dos por um júri for­ma­do por nomes como Anto­nio Car­los Secchin, Claufe Rodrigues, Cida Pedrosa, Regi­na Dal­castag­nè e Raimun­do Car­reiro, os vence­dores rece­ber­am prêmios entre R$ 30 mil e R$ 12 mil, a depen­der da cat­e­go­ria.

“Acred­i­to firme­mente naque­la definição dada por Mon­teiro Loba­to, segun­do a qual um país se faz com home­ns — e mul­heres, claro — e livros. Já se pas­sou quase um sécu­lo des­de então, mas na real­i­dade atu­al, se pud­er­mos tro­car uma pis­to­la por um livro, já estare­mos avançan­do”, disse o secretário de Cul­tura do Dis­tri­to Fed­er­al, Bar­tolomeu Rodrigues, sobre o even­to, que teve a gestão do Insti­tu­to Cul­tur­al Casa de Autores.

Edição: Fer­nan­do Fra­ga

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