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PF interrogou e prendeu 1.159 pessoas por atos golpistas

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Corporação encerrou atividades de polícia judiciária


Pub­li­ca­do em 11/01/2023 — 22:47 Por Agên­cia Brasil — Brasília

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A Polí­cia Fed­er­al divul­gou uma nota na noite de hoje infor­man­do que qual­i­fi­cou, inter­ro­gou e pren­deu 1.159 pes­soas pelos atos golpis­tas que acon­te­ce­r­am em Brasília no domin­go (8), quan­do hou­ve a depredação e van­dal­is­mo nos pré­dios do Con­gres­so Nacional, do Supre­mo Tri­bunal Fed­er­al (STF) e no Palá­cio do Planal­to. Essas prisões se somam a 209 efe­t­u­adas pelas polí­cias Mil­i­tar e Civ­il do Dis­tri­to Fed­er­al no próprio domin­go.

Ess­es pre­sos vão respon­der, na medi­da de suas respon­s­abil­i­dades, por crimes de ter­ror­is­mo, asso­ci­ação crim­i­nosa, aten­ta­do con­tra o Esta­do Democráti­co de Dire­ito, golpe de Esta­do, perseguição, inci­tação ao crime, den­tre out­ros. Eles foram entregues para a Polí­cia Civ­il do Dis­tri­to Fed­er­al, respon­sáv­el pelo encam­in­hamen­to ao Insti­tu­to Médi­co Legal e, pos­te­ri­or­mente, ao sis­tema pri­sion­al.

Mais 684 deti­dos — idosos, pes­soas com prob­le­mas de saúde, em situ­ação de rua e pais/mães acom­pan­hados de cri­anças – tam­bém foram iden­ti­fi­ca­dos e respon­derão em liber­dade. No total, 1.843 pes­soas foram con­duzi­das pela Polí­cia Mil­i­tar do Dis­tri­to Fed­er­al para a Acad­e­mia Nacional de Polí­cia, onde todos foram iden­ti­fi­ca­dos pela Polí­cia Fed­er­al.

Segun­do a nota, com isso, a Polí­cia Fed­er­al encer­rou as ativi­dades de polí­cia judi­ciária deter­mi­nadas pelo STF após os ataques de domin­go.

A PF desta­ca que, durante toda a ação, que durou 57 horas e mobi­li­zou cer­ca de 550 poli­ci­ais fed­erais, os deti­dos rece­ber­am café da man­hã, almoço, lanche e jan­tar e tiver­am aces­so a água. Eles tam­bém tiver­am disponív­el erviço de Atendi­men­to Móv­el de Urgên­cia (Samu) e Defen­so­ria Públi­ca da União.

A oper­ação, con­sid­er­a­da a maior de polí­cia judi­ciária da história da PF, tam­bém teve a par­tic­i­pação do Min­istério dos Dire­itos Humanos e da Cidada­nia,  Min­istério Públi­co Fed­er­al, do Min­istério Públi­co do Dis­tri­to Fed­er­al e dos Ter­ritórios, da Defen­so­ria Públi­ca do Dis­tri­to Fed­er­al, da Comis­são de Éti­ca e da Comis­são de Dire­itos Humanos da OAB, da Polí­cia Rodoviária Fed­er­al, do Depar­ta­men­to Pen­i­ten­ciário Nacional, da Força Nacional, da Polí­cia Mil­i­tar do Dis­tri­to Fed­er­al, da Polí­cia Civ­il do Dis­tri­to Fed­er­al, do Depar­ta­men­to de Trân­si­to do Dis­tri­to Fed­er­al, da Sec­re­taria de Dire­itos Humanos do Dis­tri­to Fed­er­al, Sec­re­taria de Desen­volvi­men­to Social do Dis­tri­to Fed­er­al, da Com­pan­hia de Sanea­men­to Ambi­en­tal do Dis­tri­to Fed­er­al,  do Con­sel­ho Tute­lar, do gov­er­no do Dis­tri­to Fed­er­al, do Sena­do Fed­er­al e da Câmara dos Dep­uta­dos.

Edição: Fábio Mas­sal­li

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