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Carnaval: campanha alerta para infecções sexualmente transmissíveis

Repro­dução: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Proposta é reforçar importância do uso do preservativo na folia


Pub­li­ca­do em 17/02/2023 — 11:47 Por Paula Labois­sière – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

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O car­naval está de vol­ta e o momen­to é de cel­e­brar a ale­gria, o amor, a diver­si­dade e o respeito com respon­s­abil­i­dade pra cur­tir a folia em segu­rança. É o que defende a Cam­pan­ha de Pre­venção às Infecções Sex­ual­mente Trans­mis­síveis (IST), lança­da nes­ta sex­ta-feira (17) pelo Min­istério da Saúde.

Segun­do a pas­ta, o aler­ta vale para qual­quer tipo de IST, não ape­nas o HIV, e inclui, por exem­p­lo, o HPV, a her­pes gen­i­tal e a sífil­is.

Com o slo­gan Voltou o car­naval e com camis­in­ha a ale­gria é ger­al, a pro­pos­ta é reforçar a importân­cia do uso do preser­v­a­ti­vo, sobre­tu­do entre o públi­co de 15 a 34 anos. As peças pub­lic­itárias incluem um filme para tele­visão veic­u­la­do nacional­mente; con­teú­do infor­ma­ti­vo nas redes soci­ais; e peças afix­adas em locais de grande cir­cu­lação, como pon­tos de ônibus, estações de metrô, rodoviárias e avenidas.

De acor­do com o min­istério, haverá reforço das men­sagens de pre­venção em Sal­vador, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Recife e em Brasília, cidades onde há maior con­cen­tração de foliões. Uma novi­dade da cam­pan­ha em 2023 é o ajuste na nomen­clatu­ra dos preser­v­a­tivos dis­tribuí­dos pela pas­ta: antes con­heci­dos como mas­culi­no e fem­i­ni­no, eles pas­sam a ser iden­ti­fi­ca­dos como exter­no e inter­no.

As IST são cau­sadas por vírus, bac­térias e out­ros micror­gan­is­mos trans­mi­ti­dos por meio do con­ta­to sex­u­al oral, vagi­nal e anal sem o uso de preser­v­a­ti­vo e com uma pes­soa que este­ja infec­ta­da. A ter­mi­nolo­gia infecções sex­ual­mente trans­mis­síveis pas­sou a ser ado­ta­da em sub­sti­tu­ição à expressão doenças sex­ual­mente trans­mis­síveis (DST) porque desta­ca a pos­si­bil­i­dade de uma pes­soa ter e trans­mi­tir uma infecção mes­mo sem sinais e sin­tomas.

Covid-19

Por meio de nota, o min­istério reforçou que, ape­sar da mel­ho­ra no cenário epi­demi­ológi­co da covid-19 no país, o car­naval 2023 ain­da ocorre em um momen­to de pan­demia e a recomen­dação é que todos busquem as unidades de saúde e com­pletem o ciclo de imu­niza­ção.

Atual­mente, mais de 19 mil­hões de brasileiros estão com a segun­da dose do esque­ma vaci­nal primário atrasa­da; 68 mil­hões estão em atra­so com a primeira dose de reforço; e pouco mais de 30 mil­hões, com a segun­da dose.

Edição: Maria Clau­dia

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