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Ministério da Saúde enviará aparelhos de oxigênio para Norte-Nordeste

Ministério da Saúde, Amazonas, pacientes Covid19
Repro­dução: © Min­istério da Saúde

Objetivo é auxiliar hospitais com pacientes internados com covid-19


Pub­li­ca­do em 30/05/2021 — 14:13 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O min­istro da Saúde, Marce­lo Queiroga, infor­mou que enviará 5,1 mil con­cen­tradores de oxigênio para aux­il­iar as unidades de saúde com pacientes inter­na­dos com covid-19 no Norte e Nordeste do país. Queiroga encon­tra-se em Per­nam­bu­co, esta­do que, segun­do ele, rece­berá 148 apar­el­hos até o dia 10 de jun­ho.

“Esta­mos vis­i­tan­do a região, pois sabe­mos que há ameaça de colap­so no sis­tema de saúde, sobre­tu­do em função do insumo oxigênio. O min­istério já prov­i­den­ciou para essas regiões 5.100 con­cen­tradores de oxigênio. Para Per­nam­bu­co, serão 148 con­cen­tradores”, disse o min­istro.

Falta de oxigênio

Per­gun­ta­do sobre se há risco de colap­so por fal­ta de oxigênio, mes­mo após o envio dess­es con­cen­tradores, Queiroga disse que o gov­er­no tra­bal­ha para que isso não acon­teça. “Só que lidamos com a impre­vis­i­bil­i­dade biológ­i­ca porque esse vírus sofre mutação e pode ter vari­antes que podem ter com­por­ta­men­to biológi­co difer­ente, o que leva pressão maior para o sis­tema de saúde. Mas as autori­dades san­itárias estão empen­hadas para que não haja fal­ta de oxigênio”, acres­cen­tou.

Queiroga, no entan­to, ressaltou que dis­tribuição e logís­ti­ca de oxigênio “é questão com­plexa”, uma vez que o gás é dis­tribuí­do não ape­nas na for­ma líqui­da, mas tam­bém em cilin­dros, for­ma mais comu­mente ado­ta­da nos municí­pios de menor porte. “Há carên­cia de cilin­dros [em municí­pios], mas esta­mos apoian­do as sec­re­tarias munic­i­pais de saúde para que não haja fal­ta de cilin­dros”, disse Queiroga ao destacar ser pre­ciso apri­morar a logís­ti­ca, para esse tipo de trans­porte. .

Compra de vacinas

Sobre as ações do gov­er­no visan­do à com­pra de vaci­nas, Queiroga disse que a carên­cia de vaci­na é mundi­al. “Mas no mês de jun­ho ter­e­mos garan­ti­dos mais de 40 mil­hões [de dos­es de vaci­nas] a serem dis­tribuí­das. Em jun­ho ter­e­mos uma mar­ca impor­tante, que é de [atin­gir um total de] 100 mil­hões [de dos­es] dis­tribuí­das para o país inteiro”, acres­cen­tou.

“Só com a Pfiz­er, temos um con­tra­to de 200 mil­hões de dos­es de vaci­nas. Ago­ra, em 1º jun­ho, assinare­mos acor­do de trans­fer­ên­cia de tec­nolo­gia entre a indús­tria Astrazêni­ca e a Fiocruz, colo­can­do o Brasil na van­guar­da de país­es que tem capaci­dade com autono­mia de pro­duzir vaci­nas. Há tam­bém nego­ci­ações com out­ras far­ma­cêu­ti­cas para bus­car­mos ante­ci­par dos­es. Ago­ra, é um con­tex­to que não é sim­ples porque é uma emergên­cia em saúde públi­ca inter­na­cional”, com­ple­tou.

Edição: Nélio de Andrade

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