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Nome mudou para Auxílio Brasil porque produto é outro, diz ministro

Repro­dução: © Val­ter Campanato/Agência Brasil

João Roma foi entrevistado no programa Sem Censura


Pub­li­ca­do em 22/11/2021 — 22:55 Por Agên­cia Brasil — Brasília

O min­istro da Cidada­nia, João Roma, disse hoje (22) que o nome do pro­gra­ma Auxílio Brasil, que começou a ser pago 17 em sub­sti­tu­ição ao Bol­sa Família, mudou porque o pro­du­to é out­ro, não se tra­ta ape­nas de uma “mudança de embal­agem”. “Muda o con­ceito, muda todas as fer­ra­men­tas que estão interli­gadas para poder cada vez mais ofer­tar ao cidadão a parce­ria do Esta­do brasileiro para que ele vá além, para que ele con­quiste maior pro­tag­o­nis­mo na sociedade. O Auxílio Brasil interli­ga políti­cas públi­cas, chega for­t­ale­ci­do, chega para todos aque­les que eram ben­efi­ciários do Bol­sa Família e vai além. Até dezem­bro quer­e­mos zer­ar a fila para ben­e­fi­ciar 17 mil­hões de famílias, que hoje são 14,5 mil­hões de famílias [ben­e­fi­ci­adas]”, disse.

Roma foi entre­vis­ta­do nes­ta segun­da-feira no pro­gra­ma Sem Cen­sura da TV Brasil e, além de apre­sen­tar mais detal­h­es sobre o Auxílio Brasil, tam­bém falou sobre out­ros temas como a trami­tação da Pro­pos­ta de Emen­da à Con­sti­tu­ição dos Pre­catórios no Sena­do (que, se aprova­da, garan­tirá um bene­fí­cio de R$ 400 às famílias aten­di­das pelo Auxílio Brasil em 20220) e sobre o pro­gra­ma Brasil Frater­no.

O Auxílio Brasil interli­ga nove bene­fí­cios e bus­ca cada vez mais interli­gar políti­cas públi­cas. “O que moti­va o Auxílio Brasil é poder faz­er com que, através do pro­gra­ma social, essas famílias con­sigam alcançar mais qual­i­dade de vida e mudar a real­i­dade em que se encon­tram, para que o pro­gra­ma não seja exclu­si­va­mente uma esta­bi­liza­ção, uma com­pen­sação do Esta­do para aque­la situ­ação, mas sim que ele apre­sente fer­ra­men­tas para que cada um dess­es con­si­ga super­ar suas lim­i­tações”, disse.

Como exem­p­lo tan­to dessa condição para super­ação da real­i­dade dos ben­efi­ciários como de difer­ença em relação ao Bol­sa Família, Roma citou o exem­p­lo de uma pes­soa que fos­se con­trata­da como motorista com carteira assi­na­da. No Bol­sa Família, segun­do o min­istro, essa pes­soa per­dia o bene­fí­cio.

“Então ger­a­va uma grande divisão na nos­sa sociedade, com pes­soas muitas vezes dizen­do que ‘Ah, essas pes­soas não querem tra­bal­har, só querem ficar no Bol­sa Famíla’, onde na ver­dade a pes­soa tin­ha o pro­gra­ma social como uma garan­tia. No novo Auxílio Brasil, o que esta­mos ofer­tan­do é um suporte para aque­la pes­soa que con­seguin­do uma opor­tu­nidade de tra­bal­ho, con­seguin­do assi­nar sua carteira de tra­bal­ho, ela ain­da vai ter um auxílio em cima, vai ter mais um bene­fí­cio de R$ 200, e com isso a garan­tia de que caso ela per­ca o seu tra­bal­ho, ela este­ja regres­san­do ao bene­fí­cio sem voltar à fila nova­mente”, disse.

Veja a ínte­gra do pro­gra­ma:

Edição: Fábio Mas­sal­li

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