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Polícia Federal prende na Bolívia substituto de Marcola no PCC

Na lista da Interpol, Tuta é condenado a 12 anos de prisão no Brasil

Daniel­la Almei­da — Repórter da Agên­cia Brasil
Pub­li­ca­do em 17/05/2025 — 14:24
Brasília
Bolívia - 17/05/2025 Interpol, prendeu Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Foto Polícia Federal
Repro­dução: © Foto Polí­cia Fed­er­al

A Polí­cia Fed­er­al, em coop­er­ação com agentes da Fuerza Espe­cial de Lucha con­tra el Crimen (FELCC) da Bolívia e a Inter­pol, pren­deu Mar­cos Rober­to de Almei­da, con­heci­do como Tuta, em San­ta Cruz de la Sier­ra, na Bolívia, nes­ta sex­ta-feira (16).

O brasileiro foi iden­ti­fi­ca­do como um dos prin­ci­pais artic­u­ladores de um esque­ma inter­na­cional de lavagem de din­heiro vin­cu­la­do à orga­ni­za­ção crim­i­nosa Primeiro Coman­do da Cap­i­tal (PCC). Além dis­so, ele con­s­ta na Lista de Difusão Ver­mel­ha da Inter­pol (Orga­ni­za­ção Inter­na­cional de Polí­cia Crim­i­nal).

For­agi­do inter­na­cional des­de 2020, Tuta é con­de­na­do a 12 anos de prisão no Brasil por crimes de orga­ni­za­ção crim­i­nosa, lavagem de din­heiro e trá­fi­co de dro­gas.

Captura

De acor­do com a Polí­cia Fed­er­al, a prisão ocor­reu após Mar­cos Rober­to com­pare­cer a uma unidade poli­cial boli­viana para tratar de questões migratórias, apre­sen­tan­do um doc­u­men­to fal­so em nome de Maicon da Sil­va.

A fal­si­dade foi detec­ta­da pelas autori­dades boli­vianas, que acionaram a Inter­pol e o ofi­cial de lig­ação da Polí­cia Fed­er­al em San­ta Cruz de la Sier­ra. A par­tir da con­fir­mação de sua ver­dadeira iden­ti­dade, ele foi deti­do pela Força Espe­cial de Luta Con­tra o Crime Orga­ni­za­do na Bolívia (FELCC).

Tuta per­manece sob custó­dia das autori­dades boli­vianas.

Próximos passos

Neste domin­go, está pre­vista a real­iza­ção de uma audiên­cia judi­cial na Bolívia para definir se Mar­cos Rober­to será expul­so ime­di­ata­mente ou respon­derá por uso de doc­u­men­to fal­so no país.

Se for expul­so, o retorno ao Brasil pode ocor­rer nos próx­i­mos dias, depen­den­do da logís­ti­ca entre os dois país­es.

Se for necessário um proces­so for­mal de extradição, a Polí­cia Fed­er­al esti­ma que poderá levar mais tem­po, pois depen­derá do trâmite na justiça boli­viana.

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