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Saúde investirá R$ 14 milhões para qualificar atendimentos de urgência

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Governo cria programa SOS de Ponta


Pub­li­ca­do em 18/10/2021 — 11:42 Por Pedro Peduzzi — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

O Min­istério da Saúde anun­ciou hoje (18) que inve­stirá R$ 14 mil­hões na cri­ação de 10 mil vagas para o Pro­gra­ma SOS de Pon­ta, visan­do à qual­i­fi­cação de profis­sion­ais da saúde para realizarem atendi­men­tos de urgên­cia e emergên­cia em suas unidades de saúde.

“Vive­mos hoje situ­ação de emergên­cia na saúde públi­ca inter­na­cional. Nos­so país teve mais de 600 mil óbitos decor­rentes da covid-19. A grande lição dessa pan­demia é o for­t­alec­i­men­to do sis­tema de saúde no Brasil”, disse o min­istro Marce­lo Queiroga durante a cer­imô­nia de lança­men­to do Pro­gra­ma SOS de Pon­ta-Capac­i­tação nas Urgên­cias e Emergên­cias do Brasil.

Ouça na Radioagência Nacional

Segun­do ele, o sis­tema de saúde tem, atual­mente, “posição con­fortáv­el” para aten­der aque­les que, com sín­drome res­pi­ratória grave, neces­si­tam de unidades de ter­apia inten­si­va (UTIs). “Hoje traze­mos essa ação SOS de Pon­ta porque sabe­mos que, nas urgên­cias e emergên­cias, é que existe o risco maior de morte, e pre­cisamos qual­i­ficar mel­hor aque­les que estão na pon­ta para atende a essas situ­ações”, disse o min­istro.

Médicos pelo Brasil

Queiroga ante­cipou que, até o final do ano, sua pas­ta lançará o Médi­cos pelo Brasil, pro­gra­ma que, segun­do ele, “terá edi­tal para a con­tratação dos médi­cos de uma maneira difer­ente da do pas­sa­do, que inclu­sive trazi­am cidadãos de out­ros país­es, em regime muito impróprio para tra­bal­har em nos­so país. Quer­e­mos mudar esse cenário”.

O min­istro clas­si­fi­cou como “ati­vo pre­cioso” os profis­sion­ais da saúde que vêm atuan­do na lin­ha de frente para o com­bate à pan­demia, e reforçou a importân­cia da relação de con­fi­ança entre médi­cos e pacientes. Segun­do Queiroga, “tele­saúde e e telemed­i­c­i­na nun­ca vão sub­sti­tuir, mas reforçar, as relações médi­co-paciente, amplian­do aces­sos”.

Edição: Lílian Beral­do

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