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PF faz ação contra empresa suspeita de monitorar operações policiais

Repro­dução: © Polí­cia Fed­er­al-RJ

Grupo teria se associado a criminosos de Angra dos Reis


Pub­li­ca­do em 04/05/2023 — 07:21 Por Vitor Abdala — Repórter da Agên­cia Brasil — Rio de Janeiro

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Poli­ci­ais fed­erais fazem, nes­ta quin­ta-feira (4), uma oper­ação con­tra empre­sa de inter­net sus­pei­ta de se asso­ciar a crim­i­nosos que con­tro­lam a ven­da de dro­gas em comu­nidades de Angra dos Reis, no sul flu­mi­nense. A Oper­ação Sem Mega cumpre 14 man­da­dos de bus­ca e apreen­são nos municí­pios de Angra, Nilópo­lis (na Baix­a­da Flu­mi­nense) e do Rio de Janeiro.

Segun­do a Polí­cia Fed­er­al, a empre­sa instalou câmeras para aju­dar os crim­i­nosos a mon­i­torar a movi­men­tação de poli­ci­ais nes­sas comu­nidades.

Em tro­ca, a empre­sa teria con­segui­do o monopólio da explo­ração dos serviços de inter­net nes­sas áreas. Para garan­tir isso, os crim­i­nosos reti­ravam e dan­i­fi­cavam equipa­men­tos das con­cor­rentes.

Os alvos da oper­ação de hoje são inves­ti­ga­dos pelos crimes de asso­ci­ação crim­i­nosa, trá­fi­co de dro­gas, extorsão, lavagem de din­heiro e inter­net clan­des­ti­na. Os man­da­dos foram expe­di­dos pela 1ª Vara Crim­i­nal de Angra dos Reis.

O nome da oper­ação é um tro­cadil­ho entre o pacote bási­co ofer­e­ci­do pela empre­sa inves­ti­ga­da (uma inter­net com 100 megabits por segun­do de veloci­dade) e o fato de que os moradores ficavam sem inter­net dev­i­do à reti­ra­da dos equipa­men­tos de out­ras fornece­do­ras do serviço.

Edição: Graça Adju­to

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