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Mostra de Cinema de Ouro Preto homenageia atriz Marisa Orth

Evento começa nesta quarta (25) e vai até 30 de junho

Ana Cristi­na Cam­pos — Repórter da Agên­cia Brasil
Pub­li­ca­do em 24/06/2025 — 10:25
Rio de Janeiro
São Paulo (SP), 12/05/2025 - Abertura oficial do 19ª CINEOP. Foto: Leo Lara/Universo Produção
Repro­dução: © Leo Lara/Universo Pro­dução

A Mostra de Cin­e­ma de Ouro Pre­to (CineOP) hom­e­nageia em sua 20ª edição a atriz Marisa Orth. Recon­heci­da por per­son­agens que criti­cam ironi­ca­mente as rep­re­sen­tações fem­i­ni­nas no audio­vi­su­al, Marisa Orth vem atuan­do na tele­visão, teatro e cin­e­ma. A atriz disse que ficou muito hon­ra­da com a hom­e­nagem. 

“Se min­ha pre­sença servir para que a gente pos­sa falar de cin­e­ma, de humor de qual­i­dade, num país que já teve grandes mestres da comé­dia. Acho que as mul­heres estão mais nesse papel. O humor é gigan­tesco. O humor tem a ver com o renasci­men­to do fem­i­nis­mo”, disse Marisa à Agên­cia Brasil.

“Na hom­e­nagem à atriz Marisa Orth, ela rep­re­sen­ta as mul­heres no humor brasileiro, con­sideran­do toda sua tra­jetória, cel­e­bran­do a ousa­dia e o humor dela que são ímpares, sin­gu­lares”, disse a coor­de­nado­ra da mostra, Raquel Hal­lak, à Agên­cia Brasil.

São Paulo (SP), 12/05/2025 - 20ª CINEOP. Atriz Marisa Orth, Homenageada da Mostra. Foto: Leo Lara/Universo Produção
Repro­dução: A atriz Marisa Orth é a hom­e­nagea­da da 20ª edição da CineOP — Foto Leo Lara/Universo Pro­dução

A mostra de cin­e­ma ocorre entre 25 e 30 de jun­ho na cidade históri­ca de Ouro Pre­to (MG). Segun­do os orga­ni­zadores, com pro­gra­mação gra­tui­ta, pres­en­cial e online, a CineOP pro­move uma conexão entre pas­sa­do, pre­sente e futuro, ten­do o cin­e­ma brasileiro como eixo de reflexão críti­ca e for­t­alec­i­men­to democráti­co. A Praça Tiradentes, o Cen­tro de Artes e Con­venções da UFOP e o Cine-Museu da Incon­fidên­cia vão rece­ber as exibições. No ambi­ente dig­i­tal, parte das sessões e ativi­dades poderá ser acom­pan­ha­da pela platafor­ma www.cineop.com.br.

 “Ao lon­go de seis dias, o públi­co poderá assi­s­tir a 144 filmes (30 lon­gas, 1 média e 116 cur­tas-metra­gens), pro­duzi­dos em dez esta­dos brasileiros (MG, RJ, SP, PE, CE, ES, BA, AM, PR, RN) e cin­co país­es (Brasil, Argenti­na, Colôm­bia, Chile e Esta­dos Unidos). As exibições estão orga­ni­zadas em 12 mostras: Históri­ca, Com­pet­i­ti­va, Con­tem­porânea Lon­gas, Con­tem­porânea Cur­tas, Edu­cação, Val­ores, TV UFOP, Preser­vação, Mostrin­ha, Cine-Esco­la, Cine Con­cer­to e Itaú Cul­tur­al Play”, infor­ma, em nota, o fes­ti­val.

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Segun­do a coor­de­nado­ra da mostra, Raquel Hal­lak, a CineOp tem a temáti­ca da preser­vação, com o con­ceito de cri­ar memória, ten­do a preser­vação como a alma viva do cin­e­ma brasileiro.

“Na temáti­ca históri­ca, vamos abor­dar o humor das mul­heres no cin­e­ma brasileiro. Na temáti­ca edu­cação, a gente vai falar sobre lugares de memória, acer­vo e esco­la”, afir­mou Raquel.

“A sessão de aber­tu­ra, no dia 26, às 19h30, na Praça Tiradentes, exibe cur­tas emblemáti­cos como “A Mul­her Fatal Encon­tra o Homem Ide­al” (Car­la Camu­rati), “A Origem dos Bebês Segun­do Kiki Cav­al­can­ti” (Anna Muy­laert) e “A Má Cri­a­da” (Sung Sfai). Entre os filmes pro­gra­ma­dos na Mostra Históri­ca e Preser­vação, está “A Mul­her de Todos” (Rogério Sganz­er­la, 1969), em cópia restau­ra­da, com todo seu humor trop­i­cal­ista e atu­ação mar­cante de Hele­na Ignez”, dizem os orga­ni­zadores.

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