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PF desarticula grupo que planejava ataques contra autoridades

Repro­dução: © Marce­lo Camargo/Agência Brasil

Entre as ações previstas estavam crimes como homicídio e extorsão


Pub­li­ca­do em 22/03/2023 — 09:29 Por Pedro Peduzzi — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

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A Polí­cia Fed­er­al (PF) defla­grou nes­ta quar­ta-feira (22) a Oper­ação Sequaz, com o obje­ti­vo de “desar­tic­u­lar uma orga­ni­za­ção crim­i­nosa que pre­tendia realizar ataques con­tra servi­dores públi­cos e autori­dades”.

Segun­do os inves­ti­gadores, entre as ações plane­jadas pelo grupo estavam crimes como homicí­dio e extorsão medi­ante seque­stro em ao menos cin­co unidades fed­er­a­ti­vas: Rondô­nia, Paraná, Dis­tri­to Fed­er­al, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

“Os ataques pode­ri­am ocor­rer de for­ma simultânea, e os prin­ci­pais inves­ti­ga­dos se encon­travam nos esta­dos de São Paulo e do Paraná”, infor­mou, em nota, a PF.

A oper­ação foi comen­ta­da pelo min­istro da Justiça e Segu­rança Públi­ca Flávio Dino, nas redes soci­ais.

A ação con­tou com a par­tic­i­pação de 120 poli­ci­ais fed­erais para o cumpri­men­to de 24 man­da­dos de bus­ca e apreen­são, sete man­da­dos de prisão pre­ven­ti­va e qua­tro man­da­dos de prisão tem­porária em Mato Grosso do Sul, Rondô­nia, São Paulo e no Paraná.

A Oper­ação Sequaz tam­bém foi elo­gia­da pelo senador Sér­gio Moro no Twit­ter. Segun­do ele, o grupo crim­i­noso em questão seria o PCC, que teve algu­mas das lid­er­anças trans­feri­das para presí­dios fed­erais durante sua gestão à frente do Min­istério da Justiça.

O nome da oper­ação — Sequaz — ref­ere-se ao ato de seguir, vigiar, acom­pan­har alguém, dev­i­do ao méto­do uti­liza­do pelos crim­i­nosos para faz­er o lev­an­ta­men­to de infor­mações das pos­síveis víti­mas.

Edição: Graça Adju­to

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