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Para jogar na seleção, tem que jogar na Europa, diz ex-goleiro do Flu

O ex-goleiro Paulo do Fluminense, Paulo Victor, participa do programa Sem Censura, na TV Brasil

Repro­dução: © Mar­cel­lo Casal Jr / Agên­cia Brasil

Paulo Victor está lançando biografia e foi entrevistado no Sem Censura


Pub­li­ca­do em 26/04/2021 — 23:10 Por Agên­cia Brasil — Brasília

O  ex-goleiro da seleção brasileira e ído­lo do Flu­mi­nense, Paulo Vic­tor, disse hoje (26) que para um jogador de fute­bol  chegar a uma seleção brasileira, tem que estar jogan­do na Europa. Por isso hou­ve essa evasão de ído­los e craques nos campe­onatos joga­dos no país. “Na nos­sa época não se saia para a Europa. A gente joga­va no Brasil. Todos os craques jogavam no Brasil, todos os jogadores de seleção brasileira jogavam no Brasil”, disse. 

No Dia do Goleiro, Paulo Vic­tor, que está lançan­do uma auto­bi­ografia, foi o entre­vis­ta­do no pro­gra­ma Sem Cen­sura, da TV Brasil, com dire­ito a par­tic­i­pações espe­ci­ais de craques como Zico e Túlio Mar­avil­ha.

O ex-goleiro disse que, em seu tem­po, nem os treinadores brasileiros saiam para tra­bal­har na Europa ou mes­mo em out­ros país­es da Améri­ca do Sul. “Hoje, inver­teu-se a situ­ação. O treinador vem de fora, para mostrar que alguns sabem mais out­ros brasileiros, mas eu nun­ca acred­itei nis­so, porque nós tive­mos e temos aqui grandes treinadores de fute­bol brasileiro. Eu cito vários tra­bal­hadores com quem tra­bal­hei e até novatos que estão começan­do que tem condições de estarem atuan­do e não estão porque não tem a opor­tu­nidade. Vou citar um, o Andrade. Onde está o Andrade hoje? Começou, foi campeão brasileiro pelo Fla­men­go, e depois dis­so não está mais tra­bal­han­do. Perdeu-se o espaço.”

O ex-goleiro falou sobre sua tra­jetória, con­quis­tas, mudanças no fute­bol e sua pas­sagem pela seleção brasileira em 1986 e pela seleção olímpi­ca, além do seu corte pelo téc­ni­co Car­los Alber­to Sil­va da seleção olímpi­ca de 1988.

O par­ceiro de Flu­mi­nense Tulio Mar­avil­ha quis saber quais foram os ata­cantes que davam pesade­los a Paulo Vic­tor. O es-goleiro respon­deu que pesade­lo todo goleiro tem, mas que jog­ar con­tra Luiz­in­ho da Améri­ca era cha­to demais.

Já o rival rubro-negro, e ami­go, Zico, com­pan­heiro de seleção, quis saber qual a defe­sa mais impor­tante da car­reira do ex-goleiro. Paulo Vic­tor citou, três que con­sid­era de suma importân­cia, prin­ci­pal­mente porque valer­am títu­los. “Foi em 1984, um FlaxFlu que fiz aque­la defe­sa no chute do Elder, uma defe­sa no chute do Tita e depois no Campe­ona­to Brasileiro, foi com Arthurz­in­ho aos 45 min­u­tos do segun­do tem­po. Se o Flu­mi­nense tivesse toma­do aque­le gol ali aos 44 min­u­tos do segun­do tem­po nós teríamos out­ra par­ti­da”, lem­brou.

Veja aqui a entrevista completa:

Edição: Fábio Mas­sal­li

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