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Anvisa aprova registro de vacina e de medicamento contra covid-19

Vacinação drive thru na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), zona norte do Rio. A cidade do Rio de Janeiro retoma hoje (25) sua campanha de aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 em idosos da população em geral. Hoje serão vacinados os idosos com 82 anos.
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rendesivir tem registro aprovado para tratamento em hospitais


Pub­li­ca­do em 12/03/2021 — 10:06 Por Karine Melo — Repórter da Agên­cia Brasil — Brasília

A Agên­cia Nacional de Vig­ilân­cia San­itária (Anvisa) anun­ciou, nes­ta sex­ta-feira (12), a aprovação do primeiro medica­men­to com indi­cação em bula para trata­men­to de pacientes infec­ta­dos pela covid-19, o antivi­ral ren­de­sivir.

A mes­ma med­icação, da bio­far­ma­cêu­ti­ca amer­i­cana Gilead Sci­ences, tam­bém foi aprova­da no ano pas­sa­do para uso como medica­men­to ofi­cial para o trata­men­to da covid-19 pela Food and Drug Admin­is­tra­tion (FDA), órgão norte-amer­i­cano equiv­a­lente à Anvisa.

Vacina de Oxford

No anún­cio, o ger­ente-ger­al de Medica­men­tos e Pro­du­tos Biológi­cos da agên­cia, Gus­ta­vo Mendes, disse que a Anvisa tam­bém con­cedeu o reg­istro defin­i­ti­vo à vaci­na da AstraZeneca/Oxford, que já tin­ha autor­iza­ção para uso emer­gen­cial no país, assim como a Coro­n­aVac, pro­duzi­da pelo Insti­tu­to Butan­tan, em São Paulo.

O primeiro imu­nizante a obter o reg­istro defin­i­ti­vo no Brasil foi o da Pfiz­er.

Com a lib­er­ação, a vaci­na do con­sór­cio AstraZeneca/Oxford terá uma eta­pa de pro­dução no Brasil, na Fun­dação Oswal­do Cruz (Fiocruz). A autor­iza­ção per­mite que a vaci­na seja apli­ca­da em maiores de idade.

Confira o anúncio:

Desenvolvimento de vacinas

Para ser aprova­da, a vaci­na pre­cisa pas­sar por está­gios de desen­volvi­men­to. O está­gio ini­cial é feito em lab­o­ratório, com análise do vírus e de molécu­las para definição da mel­hor com­posição do pro­du­to, expli­ca a Anvisa.

Depois, a vaci­na é tes­ta­da em ani­mais, que são expos­tos ao agente cau­sador da doença. Na eta­pa de estu­dos clíni­cos com três fas­es, são feitos testes em humanos des­de que se ten­ha dados pre­lim­inares de segu­rança e pos­sív­el eficá­cia.

Para lib­er­ar o reg­istro do imu­nizante, téc­ni­cos espe­cial­iza­dos da Anvisa revisam todos os doc­u­men­tos para val­i­dar a segu­rança da vaci­na.

Edição: Kel­ly Oliveira

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